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As Brumas de Avalon III - O Rei Veado
de Marion Zimmer Bradley
Difel, 2007
N.º de Páginas: 320

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Sinopse:
Unificada e pacificada a Bretanha, o rei Arthur ocupa agora parte do seu tempo na administração da justiça e do bem-estar dos seus súbditos. Mas não pode descurar a preparação dos seus guerreiros, e é urgente que o povo esqueça rapidamente as antigas práticas pagãs e abrace com fervor a nova religião.
Enquanto isso, Gwenhwyfar não desiste de ter um filho, e a sua esterilidade só pode encontrar explicação nos pecados cometidos por ela ou por Arthur, e que Deus decidiu castigar exemplarmente. Mas que pecados tão graves poderá Arthur ter cometido? Terá sido apenas o seu amor por Gwenhwyfar – que vivia na angústia de não lhe poder dar um herdeiro natural – o que o levou, em noite de Beltane, a juntarem-se os dois e Lancelet na cama onde costumavam dormir?
Mas, afinal, Arthur tem um filho, um filho que não pode ser seu herdeiro e que a moral cristã rejeita. O rei Arthur é o Rei Veado, vítima de O-Dos-Chifres, que o cegou e enganou, e da astúcia de Viviane, a Senhora do Lago, que tudo fez para que os desígnios da Deusa se cumprissem, levando-o, sem saber, a gerar um filho no ventre da meia-irmã Morgaine, no dia em que foi coroado rei na Ilha do Dragão.
Assassinada brutalmente Viviane, é Morgaine quem ressurge com o rejuvenescer da força e da Visão, reencontradas nos braços de um jovem que a faz recordar e cumprir os votos de sacerdotisa. E, tal como Viviane, Morgaine tudo irá fazer para que a Deusa de novo estenda, a partir de Avalon, os seus longos braços por toda a Bretanha. Mas… que será do Rei Veado, quando o jovem veado crescer?

A Biblioteca está a adquirir semanalmente a colecção Grandes autores de BD que o Jornal Público distribui às quartas-feiras. Até ao momento, temos já três volumes, e todas as semanas, até 19 de Março, poderás ler um novo volume. OS volumes já disponíveis são:
Thorgal (O filhos das estrelas e Alinoë) de Van Hamme e Rosinski

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Titeuf (As Miúdas ficam banzadas e N’é nada Justo) de Zep

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Blacksad (Algures entre as sombras e Artic-Nation) de Canales e Guarnido

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As próximas entregas, serão:
06/02: Iznogoud (Izongoud vê estrelas e Iznogoud e o computador mágico) de Goscinny e Tabary
13/02: A feira dos monstros e O sono do monstro de Bilal
20/02: A estrela do deserto (tomo 1 e 2) de Desberg e Marini
27/02: Destino adiado (tomo 1 e 2) de Gibrat
05/03: Âromm (Destino nómada e Coração da estepe) de Zentner e Pellejero
12/03: A vida é um delírio de Miguelanxo Prado
19/03: O lama branco (O primeiro passo e A segunda visão) de Jodorowski e Bess

Não percas, todas as semanas, novas emoções aos quadradinhos.

Recentemente a Biblioteca adquiriu novos exemplares para a sua colecção de guias de estudo. Eis o que podes encontrar de novo:
Como Preparar testes e exames
Como Ajudar os filhos nos estudos
Como Organizar melhor o estudo
Como Tirar apontamentos e fazer esquemas

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Todos os títulos são da autoria de Manuela Matos Monteiro (Porto Editora) e integram a colecção Sucesso Escolar.

O Pequeno Livro da Puberdade
Darvil, Wendy, Powell, Kelsey, Ed. Bizâncio

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O Pequeno livro da Puberdade fornece às crianças e aos adolescentes informação rigorosa e
actualizada sobre eles próprios, o seu corpo e o seu crescimento. «Com que idade se começa a ter óvulos?» «De que é feito o esperma?» «O que é a ejaculação nocturna?» «Fica-se doente depois de fazer
sexo?» «Como é que o leite chega aos seios?» «Como é que se pede namoro a uma rapariga?»

Guia da Vida Sexual da Malta Nova
Vários Autores, Edições Asa

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O que é estar apaixonado? Como é um rapaz? Como se dá um beijo na boca? Como é uma rapariga? O que é fazer amor? Como nascem os bebés?

O Guia da Vida Sexual da Malta Nova dá respostas a estas e outras questões que os jovens de 9-13 anos costumam fazer com a descoberta do amor e do sexo.
Se bem que este guia se destine sobretudo a eles, é igualmente útil para pais e professores, visto que passa em revista até as mais irreverentes perguntas dos pré-adolescentes acompanhadas das respostas que muitas vezes os adultos não conseguem encontrar imediatamente.

Em plena idade da curiosidade e da descoberta da sexualidade, os mais novos encontrarão neste guia prático, graças aos desenhos de Zep e aos textos de Hélène Bruller, variadíssimos conselhos e informações úteis para os ajudar a compreender os mistérios da vida.

As Brumas de Avalon II - A Rainha Suprema
de Marion Zimmer Bradley
Difel, 2007
N.º de Páginas: 320

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Sinopse:
A Rainha Suprema é a belíssima Gwenhwyfar, que vive dividida entre a fidelidade que deve ao Rei Supremo, o rei Arthur, com quem se casou, e a enorme paixão que sente por Lancelet, cavaleiro invencível, capitão de cavalaria dos exércitos e o amigo mais íntimo do seu marido. E não sabe, Gwenhwyfar, se é o respeito pelo juramento que fez no dia do seu casamento ou o temor de pecar contra os mandamentos de Cristo – de quem é fervorosa seguidora – ou ambos, o que a impede de consumar por actos o que em pensamentos, não consegue evitar. É tão ardente o seu desejo de que Cristo triunfe na Terra que não hesitará em persuadir o rei Arthur a trair o juramento que fizera de lutar sob o estandarte real de Pendragon, tudo fazendo para que a decisiva batalha contra os saxões seja travada unicamente sob o estandarte da Cruz de Cristo, que ela mesma bordou.
Mas maior do que a angústia de uma paixão impossível é o sofrimento em que vive, por não conseguir consumar o seu casamento oferecendo um filho ao rei. Nem os mistérios insondáveis de Deus são conforto suficiente para tanta dor e sofrimento.
E é nesta angústia, ou, quem sabe, na secreta esperança de, sem pecar, poder consumar a sua paixão ardente dando à luz um herdeiro ao reino, que a bela Gwenhwyfar decide entregar-se nas mãos da Deusa. Mas, se são difíceis de compreender os caminhos de Deus, o que poderá acontecer quando se procura modificá-los com encantamentos e magias?
Neste segundo volume da mítica saga As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley continua a maravilhar-nos através de um imaginário ancestral, de uma visão do mágico, do místico, do fantástico, de eras perdidas do mito, só ao alcance dos grandes escritores.

Apresentação electrónica sobre Bibliotecas Digitais, apresentada no encontro interconcelhio de Sintra/Cascais de coordenadores de Bibliotecas Escolares da RBE.

A apresentação sobre a Biblioteca Escolar Digital pode ser encontrada aqui.

No âmbito da comemoração do Dia Europeu da Protecção de Dados, a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) apresenta hoje o Projecto DADUS.

Trata-se de uma iniciativa pioneira a nível europeu, dirigida às escolas do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, com o objectivo de sensibilizar os alunos para as questões de protecção de dados e da privacidade, promover uma utilização consciente das novas tecnologias e desenvolver a consciência cívica dos jovens.

O Projecto DADUS tem duas componentes principais: a escolar, através da disponibilização de conteúdos temáticos aos alunos; e a extra-escolar, através da criação de um blogue para a interacção directa com os alunos.

Para a componente escolar, estão disponíveis no página do projecto Unidades Temáticas de protecção de dados, que contêm uma sistematização dos tópicos a trabalhar, fichas de apoio informativas para os professores, para os habilitar a dar as aulas, sugestões de actividades a dinamizar com os alunos, materiais de trabalho e exercícios de avaliação de conhecimentos, bem como resumos destinados aos alunos.

Reportagem da SIC sobre o projecto Dadus e as questões de (in) segurança na Internet no jornal da noite de ontem.

O jornal “Público” tem hoje como um dos seus temas principais o plágio de trabalhos nas escolas portuguesas com recurso à Internet, problema que afecta todos os níveis de ensino do básico ao superior.

O que dizem os alunos:

«Há quem se gabe de ter conseguido uma “nota máxima” com um trabalho que era apenas o resultado apressado de uma operação de “corta e cola” da Internet – “mas pus lá a fonte!” Uma adolescente com um sorriso traquina explica que vai continuar a arriscar: “Aquilo na Wikipédia [a enciclopédia on-line escrita por cibernautas de todo o mundo] está tudo tão bem escrito que não vale a pena nós mudarmos nada”, diz outra rapariga de 14 anos.” Outra ainda lamenta: “Os meus professores são muito espertos, não posso copiar.”»

«Os olhos de um rapaz de 11 anos abrem-se muito, quase assustados, quando é confrontado com a pergunta: “Não tens medo que a informação que estás a tirar da Net não esteja correcta?” Nunca tinha pensado nisso.»

Sobre os livros:

«Uma coisa é certa, remata uma aluna: “Dos livros em papel não se consegue fazer copy-paste.” Tem que se ler “e escrever tudo”. O que, na sua opinião, é uma grande desvantagem. »

Indicadores preocupantes:

«Um inquérito [...] feito na Universidade de Lyon, França, e [que] envolveu 1100 estudantes e 120 professores de três escolas [...] revela que quatro em cada cinco estudantes confessam que já recorreram ao “copy/paste”, ou seja, já copiaram um texto da Internet para um trabalho, sem o alterar. Por isso, não é de estranhar que nove em cada dez professores já se tenham confrontado com essa situação. Num inquérito semelhante divulgado em 2006, 70 por cento dos estudantes calculam que um trabalho pode ter, pelo menos, um quarto dos textos copiados da Internet. Entre os que retiram da Internet menos de 25 por cento dos textos para os trabalhos, três em cada cinco dizem que “raramente” recorrem a esse método.
Existe uma confusão entre citar um texto e plagiá-lo, aponta o estudo, pois três em cada cinco professores consideram que as citações estão mal identificadas nos trabalhos.»

A opinião mais sensata:

«A decisão destas escolas [de bloquear o acesso à wikipédia] tem sido motivo de discussão na Internet. Denise Gonzalez-Walker, que escreve no blogue de educação do jornal Seattle Post-Intelligencer, pergunta porque é que não se pode fazer da Wikipédia uma oportunidade para ensinar. É “uma pena” que os professores e bibliotecários não façam desta situação uma oportunidade para pôr os alunos a rever as afirmações da Wikipédia, a investigar o que está escrito; e a discutir e a reflectir sobre os novos meios de comunicação, considera. »

Temos mesmo de reflectir sobre as formas de promover a literacia da informação nas nossas escolas e bibliotecas…

Dois estudos realizados no âmbito do Plano Nacional de Leitura (PNL) mostram que os portugueses estão a ler mais do que há 10 anos e propõem um conjunto de procedimentos a adoptar nos estabelecimentos de ensino. Trata-se de “A Leitura em Portugal”, sob coordenação de Maria de Lurdes Lima dos Santos (disponível aqui), e “Para a Avaliação do Desempenho de Leitura”, sob coordenação de Inês Sim-Sim (disponível aqui).

Segundo o estudo  de Lima dos Santos, verificou-se um aumento do número de leitores de livros na ordem dos 7% , enquanto nas revistas e nos jornais o número de leitores cresceu, respectivamente, 6%. e 20%. Apesar da evolução, Portugal ainda está longe dos patamares europeus, sobretudo no que diz respeito à leitura de livros.

 

De acordo com a tipologia de leitura, confirma-se que o perfil dos leitores é claramente feminizado, mais escolarizado, mais jovem, com uma percentagem elevada de estudantes.

 

O estudo “Para a Avaliação do Desempenho da Leitura”,  procurou dar resposta à necessidade de identificação e avaliação dos instrumentos existentes em Portugal para a aferição do desempenho na área da leitura.

 

Este estudo apresenta um conjunto de procedimentos a adoptar para os estabelecimentos de referências nacionais de aprendizagem da leitura ao longo dos dois primeiros ciclos do ensino básico.

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Óleo sobre tela de autor desconhecido, 1680 x 1280 mm. Casa Cadaval, Muge, Portugal.

Comemoram-se este ano os 400 anos do nascimento daquele que foi um dos maiores escritores da lusofonia e cuja prosa marcou definitivamente a moderna língua portuguesa. Não se adivinham grandes comemorações à volta da data, o que é pena, pois seria uma excelente a oportunidade de dar a conhecer às gerações mais jovens um dos seus mais notáveis antepassados, e demonstrar como a sua genialidade de quase quatro séculos se mantém inapelavelmente actual. Como o demonstra este breve excerto:

«(…) A primeira coisa que me desedifica, peixes, de vós, é que vos comeis uns aos outros. Grande escândalo é este, mas a circunstância o faz ainda maior. Não só vos comeis uns aos outros, senão que os grandes comem os pequenos. Se fora pelo contrário, era menos mal. Se os pequenos comeram os grandes, bastara um grande para muitos pequenos; mas como os grandes comem os pequenos, não bastam cem pequenos, nem mil, para um só grande. (…) Olhai, peixes, lá do mar para a terra. Não, não: não é isso o que vos digo. Vós virais os olhos para os matos e para o sertão? Para cá, para cá: para a cidade é que haveis de olhar. Cuidais que só os Tapuias se comem uns aos outros? Muito maior açougue é o de cá, muito mais se comem os brancos. Vedes vós todo aquele bulir, vedes todo aquele andar, vedes aquele concorrer às praças e cruzar as ruas; vedes aquele subir e descer as calçadas, vedes aquele entrar e sair sem quietação nem sossego? Pois tudo aquilo é andarem buscando os homens como hão-de comer e como se hão-de comer.»
Sermão de Santo António aos Peixes, pregado na cidade de São Luís do Maranhão em 1654

Ligações:

Diapositivos da comunicação apresentada no encontro interconcelhio Amadora/Oeiras de coordenadores de Bibliotecas Escolares integradas na Rede de Bibliotecas Escolares, que se realizou hoje, 24 de Janeiro, na Escola Secundária da Amadora.

As Brumas de Avalon I - A Senhora da Magia
de Marion Zimmer Bradley
Difel, 2007
N.º de Páginas: 320

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Sinopse:
As Brumas de Avalon é um dos mais fantásticos épicos medievais alguma vez escrito, no qual Marion Zimmer Bradley recria as lendas arturianas, desta vez narrado através do olhar das mulheres que, por detrás do trono, governaram os próprios actos masculinos e foram as verdadeiras detentoras do poder.
Num universo paralelo à Grã-Bretanha celta, a enigmática ilha de Avalon é a guardiã dos grandes mistérios eternos e sagrados. E os que estão destinados a viver nos dois mundos são, passo a passo, confrontados com as antigas tradições ligadas à Natureza, e às suas forças obscuras, e à nova fé cristã que procura espalhar-se no território.
No centro de A Senhora da Magia, primeiro dos quatro volumes desta saga, está Morgaine, a meia-irmã de Arthur, que se encontra num processo de iniciação para se tornar Grã-Sacerdotisa de Avalon. O seu grande objectivo é afastar a Bretanha da nova religião que encara a mulher como portadora do pecado original, ao mesmo tempo que desenvolve todos os esforços para colocar o seu meio-irmão no poder, como símbolo e líder da Bretanha unificada, sob a égide de Avalon e da Espada Mágica, Excalibur.
Num ambiente verdadeiramente mágico de paganismo, cristianismo, rituais mágicos e visões, sensualidade e realidade, A Senhora da Magia introduz-nos no mundo lendário do Rei Arthur, dos Cavaleiros da Távola Redonda e das Cruzadas. É o olhar feminino sobre o tempo da busca da paz e da unificação da Bretanha: cheio de inesperadas cintilações e magias, repleto de penumbras, brumas e rituais femininos. Uma perspectiva alucinante e vertiginosa de uma época onde tudo era possível através dos poderes das mulheres.

O Telescópio de Âmbar
de Philip Pullman
Editorial Presença, 2003
N.º de Páginas: 448

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Sinopse:
O último título da trilogia «Mundos Paralelos» – «O Telescópio de Âmbar»- consagra Philip Pullman como um escritor que alia a popularidade à qualidade literária. Assim, com este livro Pullman foi o primeiro autor de literatura infantil a ser distinguido com o ‘Whitbread Book of The Year Award’, inaugurando este galardão com o primeiro romance para crianças. Mas na verdade, o público alvo desta trilogia é mais juvenil, já que o universo da acção se desenrola num mundo adulto, sendo os adolescentes os leitores mais receptivos a esta saga. O «Telescópio de Âmbar» recebeu ainda o ‘Children’s Book of The Year Award’ e foi nomeado para o ‘Booker Prize’.
Traduzido para mais de 20 línguas em todo o mundo, este terceiro volume, considerado por muitos uma obra-prima, completa esta trilogia revelando-a como um incontornável clássico, que será adaptado ao cinema.

O Instituto Politécnico do Porto (IPP) iniciou ontem um projecto que visa “eliminar” a circulação de documentos. “Através de uma
inovadora solução de gestão documental, todos os processos em papel serão digitalizados e informatizados”, disse à agência Lusa fonte da instituição. O IPP é “a primeira instituição de ensino superior a adoptar este novo sistema, designado SmartDocs. Nesta primeira fase, o programa vai servir 110 trabalhadores dos serviços centrais, mas o objectivo é alargar o mprojecto às restantes nove unidades do IPP, abrangendo cerca de 1700.

In Público, 22/1/2208

A Torre dos Anjos
de Philip Pullman
Editorial Presença, 2003
N.º de Páginas: 280

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Sinopse:

Este é o segundo volume da fantástica obra de Philip Pullman que é a trilogia Mundos Paralelos, que se iniciou com os Reinos do Norte. A acção decorre num universo parecido com o nosso, embora diferente em muitos aspectos. Will é um jovem determinado a descobrir a verdade acerca do desaparecimento de seu pai, e para o conseguir tem de viajar até ao mundo de Cittàgazze. É lá que conhece Lyra, que, assim como ele, tem uma missão que pretende concretizar a qualquer custo. No entanto, aquele é um lugar estranho e fortemente inquietante… É também lá que se situa a misteriosa Torre dos Anjos, que guarda o segredo mais importante de Cittàgazze… Uma obra fabulosa, que à luz da mitologia escandinava e da tradição cristã, explora a possibilidade de existirem Mundos Paralelos.

O jornalista Sean Dodson, do The Guardian, elaborou um top ten das mais belas livrarias do mundo, sendo que em primeiro lugar ficou a já famosa livraria de Maastricht, instalada numa igreja dominicana. Em terceiro lugar colocou a portuguesíssima Livraria Lello, no Porto. Lembro-me bem da primeira vez que lá entrei, e de ter pensado que afinal Borges bem podia ter razão ao afirmar que o Paraíso deve ser uma espécie de biblioteca…

Livraria Lello

O Perfume
História de um Assassino

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de Patrick Süskind
Editorial Presença, 2003
N.º de Páginas: 276

Esta estranha história passa-se no século XVIII e é fruto de um extraordinário trabalho de reconstituição histórica que consegue captar plenamente os ambientes da época tal como as mentalidades. O protagonista é um artesão especializado no ofício de perfumista, e essa arte constitui para ele – nascido no meio dos nauseabundos odores de um mercado de rua – uma alquímica busca do Absoluto. O perfume supremo será para ele uma forma de alcançar o Belo e, nessa demanda nada o detém, nem mesmo os crimes mais hediondos, que fazem dele um ser monstruoso aos nossos olhos. Jean-Baptiste Grenouille possui no entanto uma incorrupta pureza que exerce um forte fascínio sobre o leitor. O Perfume, publicado em 1985, de um autor então quase desconhecido, foi considerado um dos mais importantes romances da década e nunca mais deixou de ser reeditado desde então, totalizando os 4 milhões de exemplares vendi dos, só na Alemanha, e 15 milhões em países estrangeiros. Foi traduzido em 42 línguas. Este fenómeno transformou-o num dos mais importantes livros de culto de sempre. Em 2006, O Perfume passa a ser uma longa-metragem inspirada no romance de Patrick Süskind.

html-file-32x32.pngOs blogues atraem muito mais as adolescentes, enquanto os rapazes estão mais interessados em publicar os seus vídeos na Internet, de acordo com uma pesquisa da Pew Internet & American Life Project.

Segundo o estudo, 35% das cibernautas norte-americanas têm blog e 54% publicam fotografias online, índices que, nos rapazes, são apenas de 20 e 40%, respectivamente. Enquanto isso, 19% dos utilizadores afirmam já ter publicado um vídeo em algum site de partilha, o que, entre as raparigas, aconteceu apenas com 10%.

Nos EUA, 64% dos utilizadores que têm entre 12 e 17 anos desenvolvem pelo menos um tipo de conteúdo na rede global, um aumento de 7% relativamente a 2004. Desse número, 28% são o recente subgrupo «multicanais», composto, principalmente, por raparigas mais velhas.

Os adolescentes «multicanais» são utilizadores intensos de várias plataformas de comunicação, como os telefones, telemóveis, mensagens de texto, redes sociais, programas de conversação e e-mail, mas há diferenças no que toca ao comportamento de rapazes e raparigas.

O correio electrónico, contudo, é bastante ignorado pelos adolescentes norte-americanos, uma vez que apenas 14% afirma mandar e-mails para os amigos todos os dias. De acordo com a investigação, aliás, o grupo «multicanal» é o mais interessado em actividades offline, ou seja, no convívio social «físico».

Entre toda a população adolescente dos EUA, 31% afirma ter algum tipo de actividade com os amigos, todos os dias depois da escola. Para os «multicanal», esse índice sobe aos 35%, enquanto 38% dos utilizadores das redes sociais garantem ter convívio offline todos os dias.

Fonte: Diário Digital

O Sétimo Selo

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de José Rodrigues dos Santos
Gradiva Publicações, 2007
N.º de Páginas: 504
Sinopse:
Um cientista é assassinado na Antárctica e a Interpol contacta Tomás Noronha para decifrar um enigma com mais de mil anos, um segredo bíblico que o criminoso rabiscou numa folha e deixou ao lado do cadáver: 666.
O mistério em torno do número da Besta lança Tomás numa aventura de tirar o fôlego, uma busca que o levará a confrontar-se com o momento mais temido por toda a humanidade: O apocalipse.
De Portugal à Sibéria, da Antárctica à Austrália, O Sétimo Selo transporta-nos numa empolgante viagem às maiores ameaças que se erguem à sobrevivência da Humanidade. Baseando-se em informação científica actualizada, José Rodrigues dos Santos volta com este emocionante romance aos grandes temas contemporâneos, numa descoberta que poderá abalar a forma como cada um de nós encara o futuro da humanidade e do nosso planeta.
Prepare-se para o choque.

Sinopse da editora 

Rio das Flores
de Miguel Sousa Tavares
Oficina do Livro, 2007
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Sevilha, 1915 - Vale do Paraíba, 1945: trinta anos da história do século XX correm ao longo das páginas deste romance, com cenário no Alentejo, Espanha e Brasil. Através da saga dos Ribera Flores, proprietários rurais alentejanos, somos transportados para os anos tumultuosos da primeira metade de um século marcado por ditaduras e confrontos sangrentos, onde o caminho que conduz à liberdade parece demasiado estreito e o preço a pagar demasiado alto. Entre o amor comum à terra que os viu nascer e o apelo pelo novo e desconhecido, entre os amores e desamores de uma vida e o confronto de ideias que os separam, dois irmãos seguem percursos diferentes, cada um deles buscando à sua maneira o lugar da coerência e da felicidade.
Rio das Flores resulta de um minucioso e exaustivo trabalho de pesquisa histórica, que serve de pano de fundo a um enredo de amores, paixões, apego à terra e às suas tradições e, simultaneamente, à vontade de mudar a ordem estabelecida das coisas. Três gerações sucedem-se na mesma casa de família, tentando manter imutável o que a terra uniu, no meio da turbulência causada por décadas de paixões e ódios como o mundo nunca havia visto. No final sobrevivem os que não se desviaram do seu caminho.

Os Reinos do Norte
de Philip Pullman
Editorial Presença, 2001
N.º de Páginas: 368
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Sinopse:
Comparado a C. S. Lewis, Tolkien ou Lewis Carroll, Philip Pullman assina uma magnífica trilogia intitulada Mundos Paralelos, agora relançada na Colecção Via Láctea que abrange um público mais vasto do que a anterior colecção Estrela do Mar. Neste primeiro volume, estão presentes os ingredientes indispensáveis a um universo fantástico desde o thriller, ao mito clássico, ao conto de fadas, ao suspense, à luta entre o bem e o mal até ao terror mais genuíno e arrepiante. A protagonista é uma menina de onze anos, Lyra, que irá fazer uma viagem perigosíssima às vastidões do longínquo Norte para tentar desvendar os misteriosos acontecimentos que por lá se passam…

Crítica de Joana Amaral Cardoso, Público-Ípsilon:

Em cada leitor de Philip Pullman haverá um espectador? Provavelmente haverá muitos mais espectadores do que leitores, dado o potencial “blockbuster” natalício do filme de Chris Weitz. Os livros de Pullman já venderam 50 mil exemplares em Portugal e os leitores que forem ao cinema ver Daniel Craig e Nicole Kidman vão estar em melhor situação do que os que nunca leram os “Mundos Paralelos” (”His Dark Materials”, no original inglês, do verso de “Paradise Lost”, de John Milton, uma fortíssima influência na trilogia). “Quem ler o livro depois de ter visto o filme vai ficar mais pobre, porque a imagem se vai impor à imaginação”, diz Maria do Rosário Monteiro, tradutora da trilogia para português e professora do curso de Estudos Portugueses da Universidade Nova de Lisboa. Os filmes não são os livros, são sempre outra leitura deles e é preciso estarmos conscientes disso, considera. “O que posso aconselhar é que vão ver o filme e depois leiam os dois outros livros. E o último é para ler com atenção, para não se fazer leituras radicais, atribuindo-lhe intenções que não estão lá.” Este é um aviso para leitores e espectadores. Os “Mundos Paralelos” tendem a ser erradamente conotados com uma mensagem anti-religiosa, mais precisamente anti-católica. Philip Pullman é membro da Sociedade Secular norte-americana e o seu livro tem forte componente crítica em relação a uma certa igreja. Mas daí aos protestos da Liga Católica dos EUA vão longas milhas. “O que há ali é um ataque à igreja enquanto instituição humana, que está sujeita às regras da História e que nessa óptica pode ser criticada”, diz Maria do Rosário Monteiro. Pullman aborda-a “de forma democrática”: tanto evidencia os males da “área protestante, porque o Papa daquela altura (uma espécie de século XVII) é um calvinista”, quanto fala do que de “mais extremista houve na igreja católica, a Inquisição espanhola”. A trilogia não se esgota numa crítica religiosa e junta conceitos de diferentes áreas para criar um universo semelhante ao nosso, mas que é mesmo algo fantástico. Desde a “cultura de um enorme humanismo e direito à diferença” até aos conceitos de mundos paralelos da física, bem como os textos do Antigo Testamento e os apocalipses apócrifos, em que Pullman baseia o seu conceito de criação.

Além da psicologia de Jung – Maria do Rosário Monteiro considera que os “daemons” de cada pessoa, os génios na sua própria tradução, “são a anima e o animus destas pessoas”, exactamente por serem o masculino no feminino e vice-versa. A professora destaca “a enorme quantidade de material que o autor reúne – há por trás disto uma vastíssima cultura, que é a única forma de criar textos de fantasia interessantes”. Mas afinal, quem são os leitores de Pullman? É que esta foi a obra cujo terceiro tomo, “O Telescópio de Âmbar”, foi o primeiro livro da categoria infantil a vencer o Prémio Whitbread (2001). E “A Bússola Dourada” ganhou a Carnegie Medal (1995) de ficção infantil. Contudo, “a faixa etária aqui não pode ser a do Harry Potter”, avisa a tradutora, embora sustente que os mais novos podem ler “Mundos Paralelos”, mas que não irão “retirar da obra aquilo que podem tirar quando forem mais velhos e tiverem feito outras leituras”. Sobretudo o último volume, que deve ser lido entre os 16 e os 20 anos, sugere, “numa fase em que já não haja aquela noção, que todos temos quando somos jovens, de que somos eternos, onde já tenha havido o confronto com a morte, que é um dos temas essenciais do livro”. Os livros de Pullman são uma montanha-russa entre dimensões, um planisfério de vários mundos, uma correria feita primeiro por uma menina de 12 anos e depois por um par de jovens enamorados. Os seus “pais literários” são os “românticos, grandes fundadores do género do fantástico” e aproxima-se de Tolkien em termos de bagagem cultural e de criação de “textos de fantasia legíveis pelas crianças, mas que são sobretudo para adultos. Mas o seu horizonte não é um texto que venha na tradição do Tolkien, de lenda medieval”. E hoje qualquer pessoa tem referências básicas sobre a literatura do fantástico. A isso podemos chamar moda e ela há-de passar. “Este género literário é quase sempre marginal. Hoje em dia é que se assiste a esta tentativa editorial de colocar a fantasia como leitura ‘mainstream’”, diz Maria do Rosário Monteiro. “O fantástico é sempre um ataque as noções consensuais de realidade, a nossa tendência para o maniqueísmo. É sempre marginal, revolucionário e raramente ocupa o primeiro lugar.”~

Páginas sobre o filme:

www.goldencompassmovie.com (site oficial)
www.apple.com/trailers/newline/thegoldencompass
(trailers)
www.imdb.com/title/tt0385752

Estas são as novidades do mês de Janeiro:

O Labirinto do Fauno
o_labirinto_do_fauno.jpg “El Laberinto del Fauno” (2006 – 114 m)

SINOPSE:
1944. No seguimento da sangrenta guerra civil de Espanha a jovem Ofélia entra num mundo de crueldade inimaginável quando vai viver para Navarra, com o seu novo padrasto, um militar tirânico e fascista com ordens para eliminar os rebeldes do Território.
Armada apenas com a sua própria imaginação, Ofélia descobre um misterioso labirinto e encontra um fauno que diz saber a sua verdadeira identidade e o destino secreto de Ofélia. Pouco depois as fronteiras entre a fantasia e a realidade começam a esbater-se e antes que Ofélia possa recuar, cai no centro de uma feroz batalha entre o bem e o mal.

REALIZADOR
Guillermo del Toro

INTÉRPRETES
Ivana Baquero, Doug Jones, Sergi López, Ariadna Gil, Maribel Verdú, Álex Angulo, Roger Casamajor, Sebastián Haro, Mina Lira, Federico Luppi, Ivan Massagué, Chema Ruiz, Manolo Solo, Milo Taboada.

Shrek, O Terceiro
shrek_o_terceiro.jpg “Shrek the Third” (2007 – 89 m)

Prepara-te para o Terceiro – o maior conto de fadas nunca antes contado regressa agora com uma nova e hilariante comédia de proporções “realescas”. Quando o seu sogro começa a coachar, Shrek embarca numa tumultuosa aventura com o Burro e o Gato das Botas para encontrar o herdeiro por direito ao trono. As personagens favoritas de todos estão de volta, juntamente com o desorientado mágico Merlin, um Artur muito estranho, um poderoso gang de princesas e uma mão cheia de surpresas. Só Shrek nos conta um conto onde todos vivem a rir para sempre!

REALIZADORES
Chris Miller, Raman Hui

INTÉRPRETES (VOZES)
Mike Myers, Eddie Murphy, Cameron Diaz, Antonio Banderas, Julie Andrews, John Cleese, Rupert Everett, Eric Idle, Justin Timberlake, Susan Blakeslee, Cody Cameron, Larry King, Christopher Knights, John Krasinski, Ian McShane, Regis Philbin, Amy Poehler, Seth Rogen, Maya Rudolph, Amy Sedaris.

Final Fantasy
final_fantasy1.jpg SINOPSE:
Estamos no ano 2065. A Terra está infestada por espíritos extra-terrestres e a humanidade encara a possibilidade de extinção. Guiada por um estranho sonho e pelo seu mentor, Dr. Sid, a cientista Aki Ross luta para resgatar os oitos espíritos, na esperança de criar uma força suficientemente poderosa para destruir a presença extra-terrestre e ao mesmo tempo suficientemente pura para proteger o planeta. Com a ajuda do Esquadrão Deep Eyes, Aki tem que salvar a Terra do seu tenebroso ódio e libertar o espírito final.

REALIZADOR:
Hironobu Sakaguchi

INTÉRPRETES (VOZES):
Ming-Na Wen (Aki), Alec Baldwin (Grey), Donald Sutherland (Gen.Hein), James Woods (Dr.Sid), Ving Rhames (Neil), Peri Gilpin (Jane) e Steve Buscemi (Ryan).

Final Fantasy VII
final_fantasy_vii_advent_children.jpg Passaram dois anos desde que as ruínas de Midgar se converteram no testemunho dos sacrifícios realizados pela paz. No entanto, uma nova ameaça põe em risco a humanidade: uma misteriosa doença altamente contagiosa. Os velhos inimigos ergueram-se de novo. E Cloud, o herói que se retirou para viver em solidão, tem de entrar em cena mais uma vez…

REALIZADORES:
Tetsuya Nomura, Takeshi Nozue

INTÉRPRETES (VOZES):
Takahiro Sakurai, Maaya Sakamoto, Ayumi Ito, Shotaro Morikubo, Keiji Fujiwara, Taiten Kusunoki, Yûji Kishi, Kenji Nomura, Shogo Suzuki, Masahiro Kobayashi, Kazuyuki Yama, Yumi Kakazu, Hideo Ishikawa, Masachika Ichimura, Miyuu Tsuzuhara, Kyosuke Ikeda, Junichi Suwabe, Megumi Toyoguchi, Rina Mogami, Banjô Ginga, Kenichi Suzumura, Toru Ôkawa, Toshiyuki Morikawa.

Mr. Bean em Férias
mr_bean_em_ferias.jpg “Mr. Bean’s Holiday” (2007 – 86 m)

SINOPSE:
Mr. Bean está a caminho do Sul de França para umas simples férias ao sol. A sua viagem de Londres até à Riviera francesa rapidamente se transforma em desordem e devastação! Onde quer que vá, Mr. Bean provoca inadvertidamente o caos. O que culmina no imprevisível e turbulento visionamento do seu próprio diário filmado em pleno Festival de Cinema de Cannes!

REALIZADOR:
Steve Bendelack

INTÉRPRETES:
Rowan Atkinson, Steve Pemberton, Lily Atkinson, Preston Nyman, Sharlit Deyzac, Francois Touch, Emma de Caunes, Arsène Mosca, Stéphane Debac, Willem Dafoe, Philippe Spall, Jean Rochefort, Karel Roden, Max Baldry, Pascal Jounier.

Ratatui
“Ratatouille” (2007 – 110 m)

ratatui.jpgDos criadores de Carros e The Incredibles - Os Super-Heróis chega-nos uma comédia inédita com uma pitada de tudo e para todos os gostos. Entra num mundo novo e original, saboreando Paris de uma perspectiva bem diferente. “Vais adorar!”, entusiasma a Newsweek.
Num dos melhores restaurantes de Paris, Remy, um jovem rato determinado, sonha tornar-se num chefe francês de renome. Dividido entre os desejos da sua família e o seu sonho, Remy e o seu amigo Linguini põem em acção uma cadeia de acontecimentos que vai virar a Cidade das Luzes de cabeça para baixo!

A fervilhar de materiais de bónus inéditos que incluem curtas, cenas eliminadas e muito mais, Ratatui é uma deliciosa receita que quererás provar uma e outra vez.

REALIZADORES:
Brad Bird, Jan Pinkava

INTÉRPRETES (VOZES):
Patton Oswalt, Ian Holm, Lou Romano, Brian Dennehy, Peter Sohn, Peter O’Toole, Brad Garrett, Janeane Garofalo, Will Arnett, Julius Callahan, James Remar, John Ratzenberger, Teddy Newton, Tony Fucile, Jake Steinfeld, Brad Bird.

AI - Inteligência Artificial

a_i_inteligencia_artificial1.jpg“Artificial Intelligence: AI”
(2001 - 140m)

AI - Inteligência Artificial de Steven Spielberg leva-nos até ao futuro, ao fascinante mundo da tecnologia e aventura que vai muito além da imaginação humana, num extraordinário filme, o New York Observer considera uma “obra-prima” e a Rolling Stone glorifica como um “incomparável” trabalho de um grande cineasta.

Num mundo futuro dominado pelo aquecimento global e temido pelos avanços científicos, os humanos partilham todos os aspectos das suas vidas com sofisticados companheiros robots chamados Mechas. Mas quando um avançado protótipo robot-criança chamado David (Haley Joel Osment) é programado para demonstrar amor incondicional, a sua família humana não está preparada para as consequências. De repente, David encontra-se por sua conta num mundo estranho e perigoso. Ajudado por um “RufiaMecha” (Jude Law), David embarca numa espectacular jornada para descobrir o surpreendente segredo da sua existência.

REALIZADOR:
Steven Spielberg

INTÉRPRETES:
Haley Joel Osment, Jude Law, Frances O`Connor, Sam Robards, William Hurt, Brandan Gleeson

De acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos, a Internet parece estar a desenvolver o gosto pelos livros e pelas bibliotecas. Dos 53% dos inquiridos que afirmaram ter visitado uma biblioteca em 2007, os utilizadores mais frequentes tinham entre 18 e 30 anos. Segundo a pesquisa, os cibernautas são duas vezes mais propensos a visitar bibliotecas.

Esta notícia vem confirmar aquilo que muitos de nós  já dizem há muitos anos (que a Internet permite desenvolver competências de leitura e gosto pela aprendizagem permanente) e desmente os que auguravam o fim das bibliotecas e o declínio dos livros e da leitura face à concorrência da Internet.

Notícia no Diário Digital.

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