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Autor: Mia Couto
Título: Estórias Abensonhadas
Editora: Caminho
Sinopse: Depois de Terra Sonâmbula estas estórias fazem regressar o imaginário moçambicano pela mão de Mia Couto. Se o romance deste autor moçambicano nos transportou para o universo trágico da guerra, estas breves histórias são flagrantes do renascer do país, depois da assinatura do Acordo de Paz. Reúnem-se aqui contos, alguns já publicados em jornal, em que se inscreve o mesmo estilo e a mesma capacidade de sonhar já consagrados em anteriores obras (Vozes Anoitecidas, Cronicando, Cada Homem é uma Raça, Terra Sonâmbula). Os contos já publicados foram, no entanto, revistos e alterados para publicação em livro. Em todas as estórias se reconhece o trabalho profundamente pessoal de recriação da linguagem, o aproveitamento literário da fala popular moçambicana e o pleno exercício da poesia
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Períodos |
Início |
Termo |
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1.º |
Entre 10 e 15 de Setembro (As aulas depois de iniciadas não podem ser interrompidas) |
19 de Dezembro |
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2.º |
5 de Janeiro |
27 de Março |
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3.º |
14 de Abril |
A partir de 10 de Junho, para os 9.º, 11.º e 12.º anos, e de 22 de Junho, para os restantes anos de escolaridade |
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Interrupções |
Datas |
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1.º |
De 20 de Dezembro a 4 de Janeiro, inclusive |
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2.º |
De 23 a 25 de Fevereiro, inclusive |
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3.º |
De 28 de Março a 13 de Abril, inclusive |

Título: O Velho e o Mar
Autor: Ernest Hemingway
Editor: Livros do Brasil
O Velho e o Mar é uma novela de Ernest Hemingway escrita em Cuba em 1951 e publicada em 1952. Foi a última grande obra de ficção de Hemingway a ser publicada ainda durante a sua vida. É uma das suas obras mais famosas e conta a história de um velho pescador que luta com um gigante espadarte em alto mar por entre a Corrente do Golfo. Apesar de ter sido alvo de apreciações muito divergentes por parte da crítica, é uma obra que permanece uma referência entre os livros de Hemingway, tendo reafirmado a importância do autor em tempo de o qualificar para o Prémio Nobel de Literatura de 1954.
Autor: Nuno Magalhães Guedes
Título: O Espectador Intrometido
Editora: Verbo
Sinopse: O JP e os seus amigos, todos doidos por futebol, decidem formar um clube. Mas continuam a enfrentar a oposição da BOLA-F e a ter grandes dificuldades nos seus jogos, visto não possuírem balizas a sério. Mas quem é este espectador misterioso que lhes vem interromper as melhores jogadas, os fantásticos passes e os golos mais incríveis? Como poderá estar ele relacionado com as balizas que o clube quer construir? Objectivo Golo! - Uma colecção que faz do futebol um excelente pretexto para descontraídas horas de leitura!
Aqui fica o segundo excerto do encontro com a escritora Maria Teresa Maia Gonzalez. Primeiro pode ser visto aqui.
Espanha, 1944. A Guerra Civil já terminou há cinco anos, mas um grupo de rebeldes continua a lutar, invencível, nas montanhas de Navarra. O Capitão Vidal, um oficial fascista, tem ordens para eliminar os rebeldes nesse território remoto. Ofélia, uma rapariga sonhadora de dez anos, muda-se com a mãe, grávida e frágil, para Navarra, para finalmente conhecer o padrasto, o Capitão Vidal. Mas ele não faz qualquer esforço para se aproximar da enteada. Sozinha, Ofélia procura companhia e amizade em Mercedes, uma cozinheira que trabalha para as tropas do padrasto. Até que um dia, Ofélia, fascinada por contos de fadas, descobre um grandioso labirinto a desmoronar-se atrás da fábrica em que se instalara o padrasto. No centro do labirinto, conhece Pan, um velho brincalhão que diz conhecer a sua verdadeira identidade. Segundo ele, Ofélia é uma princesa, filha desaparecida do Rei das Fadas. E Pan oferece-lhe a oportunidade de voltar ao mundo secreto e governar o reino de seu pai. Mas primeiro, deverá executar três tarefas antes da Lua cheia… E ninguém pode saber, nem a mãe, nem Mercedes, e muito menos o Capitão Vidal, que planeia mandá-la embora. O tempo esgota-se para os rebeldes e para Ofélia. Todos têm de combater a crueldade para conseguirem a liberdade. “O Labirinto do Fauno” foi um dos filmes mais nomeados aos Óscares, totalizando seis nomeações: Melhor Filme Estrangeiro, Argumento Original, Banda Sonora, Direcção Artística e Melhor Fotografia.
Fonte: http://cinecartaz.publico.clix.pt

Título: A Noite e a Madrugada
Autor: Fernando Namora
Editor: Círculo de Leitores
Sinopse: A Noite e a Madrugada é um romance onde, lado a lado com o mundo ilegal do contrabando raiano, se reflecte a actividade profissional de Namora, tantas vezes presente nos seus escritos.
Aqui fica a estatística dos inquéritos feitos aos alunos (40 inquéritos)

Entre os aspectos que mais agradaram, os alunos destacaram a simpatia da autora e o facto de terem ficado a saber mais sobre ela, e ainda os momentos musicais, que foram uma surpresa para muitos.
Entre os aspectos que menos gostaram, destaca-se a exiguidade do espaço para tanta gente e o facto de nem todos os alunos terem tido a oportunidade de fazer perguntas.
Comemora-se hoje o Dia Mundial do Ambiente. Vamos todos lutar por um futuro melhor.
Alguns endereços úteis:
http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Ambiente
http://web.educom.pt/pr1305/ambiente.htm
Aqui fica a reportagem fotográfica da visita da escritora Maria Teresa Maia Gonzalez à nossa escola:
Está a decorrer no centro de recursos a exposição «O penteado na cultura e na arte africanas», de que deixamos algumas fotografias:
«A paisagem mais maravilhosa do mundo é o rosto humano»
Aqui fica o primeiro excerto do encontro com a escritora Maria Teresa Maia Gonzalez (pedimos desculpa pela fraca qualidade do som)
Autor: Alice Vieira
Título: Úrsula a Maior
Editora: Caminho
Sinopse: Maria João, de 14 anos, é filha de pais divorciados (o pai é um homem de esquerda, da classe média; a mãe vive para os seus sonhos domésticos e um pouco distante da realidade). O livro mostra a sua relação com os seus amigos da escola e o modo como ela constrói o seu próprio eu, observando criticamente as regras e valores dos pais. Maria João ajuda também a construir a personalidade de outra rapariga: Xuxu. Esta, filha de um aristocrata amigo da mãe, tem de percorrer um longo caminho para ganhar o direito ao seu próprio nome: Úrsula. (14-16 anos.)
Em Junho, foicinha em punho.
Em Junho, frio como punho.
Em Maio, as cerejas uma a uma leva-as o gaio; em Junho a cesto e a punho.
Feno alto ou baixo, em Junho é segado.
Junho calmoso, ano formoso.
Junho chuvoso, ano perigoso.
Maio engrandecer, Junho ceifar, Julho debulhar.
Maio frio, Junho quente, bom pão, vinho valente.
Maio pardo, Junho claro.
A cortiça em Junho sai a punho, em Agosto a mascoto.
Chovam trinta Maios, mas não chova em Junho.

É o título de uma notícia do jornal Público de hoje, que faz o balanço dos primeiros dois anos do Plano Nacional de Leitura (PNL), baseado no Estudo de Avaliação do Plano Nacional de Leitura encomendado ao Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e coordenado António Firmino da Costa. Em declarações ao jornal, António Firmino da Costa reconhece que há “um clima social muito favorável à ideia de que o país precisa de ler mais e melhor”. Noventa e seis por cento dos 1037 inquiridos no estudo consideram os objectivos do PNL “importantes ou muito importantes” . Das 2699 escolas que responderam ao inquérito do ISCTE, 96 por cento desenvolveram actividades de leitura orientada e 65 por cento constataram progressos no domínio da leitura, o que demonstra “o apetite latente por operações de reforço das políticas de promoção da leitura e a capacidade de implantação do PNL”.














