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A web 2.0 e o chamado “social bookmarking” podem dar uma ajuda preciosa na gestão da colecção. Usando o excelente catálogo de filmes da Internet Movie Database (IMDB) e o serviço del.icio.us é muito fácil construir e disponibilizar ao nosso público uma listagem dos filmes disponíveis. Basta pesquisar no IMDB os filmes existentes na colecção da biblioteca e adicionar o respectivo endereço aos favoritos no del.ico.us. É possivel incluir uma breve descrição a cada filme, usando o campo das notas. As tags (etiquetas) permitem associar a cada título um conjunto de palavras-chave que facilitam a pesquisa na colecção. A nossa colecção está disponível em http://del.icio.us/catdvd e em breve estará completa. As últimas adições podem ser consultadas aqui, na barra lateral.


Comunicação apresentada na Reunião dos Coordenadores Interconcelhios RBE, 13 de Março de 2008.

O nosso Byblos, portal de recursos electrónicos, ultrapassou 1 800 000 visitas!
O Byblos existe desde 2005 e aí poderá encontrar-se um conjunto de recursos electrónicos, seleccionados e avaliados pela equipa da Biblioteca/Centro de Recursos da Escola EB 2,3 Padre Alberto Neto, e organizados de acordo com as classes da Classificação Decimal Universal (CDU).
De momento, estão catalogadas 1582 páginas organizadas em 103 categorias.

Apresentação electrónica sobre Bibliotecas Digitais, apresentada no encontro interconcelhio de Sintra/Cascais de coordenadores de Bibliotecas Escolares da RBE.

A apresentação sobre a Biblioteca Escolar Digital pode ser encontrada aqui.

O jornal “Público” tem hoje como um dos seus temas principais o plágio de trabalhos nas escolas portuguesas com recurso à Internet, problema que afecta todos os níveis de ensino do básico ao superior.

O que dizem os alunos:

«Há quem se gabe de ter conseguido uma “nota máxima” com um trabalho que era apenas o resultado apressado de uma operação de “corta e cola” da Internet – “mas pus lá a fonte!” Uma adolescente com um sorriso traquina explica que vai continuar a arriscar: “Aquilo na Wikipédia [a enciclopédia on-line escrita por cibernautas de todo o mundo] está tudo tão bem escrito que não vale a pena nós mudarmos nada”, diz outra rapariga de 14 anos.” Outra ainda lamenta: “Os meus professores são muito espertos, não posso copiar.”»

«Os olhos de um rapaz de 11 anos abrem-se muito, quase assustados, quando é confrontado com a pergunta: “Não tens medo que a informação que estás a tirar da Net não esteja correcta?” Nunca tinha pensado nisso.»

Sobre os livros:

«Uma coisa é certa, remata uma aluna: “Dos livros em papel não se consegue fazer copy-paste.” Tem que se ler “e escrever tudo”. O que, na sua opinião, é uma grande desvantagem. »

Indicadores preocupantes:

«Um inquérito [...] feito na Universidade de Lyon, França, e [que] envolveu 1100 estudantes e 120 professores de três escolas [...] revela que quatro em cada cinco estudantes confessam que já recorreram ao “copy/paste”, ou seja, já copiaram um texto da Internet para um trabalho, sem o alterar. Por isso, não é de estranhar que nove em cada dez professores já se tenham confrontado com essa situação. Num inquérito semelhante divulgado em 2006, 70 por cento dos estudantes calculam que um trabalho pode ter, pelo menos, um quarto dos textos copiados da Internet. Entre os que retiram da Internet menos de 25 por cento dos textos para os trabalhos, três em cada cinco dizem que “raramente” recorrem a esse método.
Existe uma confusão entre citar um texto e plagiá-lo, aponta o estudo, pois três em cada cinco professores consideram que as citações estão mal identificadas nos trabalhos.»

A opinião mais sensata:

«A decisão destas escolas [de bloquear o acesso à wikipédia] tem sido motivo de discussão na Internet. Denise Gonzalez-Walker, que escreve no blogue de educação do jornal Seattle Post-Intelligencer, pergunta porque é que não se pode fazer da Wikipédia uma oportunidade para ensinar. É “uma pena” que os professores e bibliotecários não façam desta situação uma oportunidade para pôr os alunos a rever as afirmações da Wikipédia, a investigar o que está escrito; e a discutir e a reflectir sobre os novos meios de comunicação, considera. »

Temos mesmo de reflectir sobre as formas de promover a literacia da informação nas nossas escolas e bibliotecas…

Diapositivos da comunicação apresentada no encontro interconcelhio Amadora/Oeiras de coordenadores de Bibliotecas Escolares integradas na Rede de Bibliotecas Escolares, que se realizou hoje, 24 de Janeiro, na Escola Secundária da Amadora.

O Instituto Politécnico do Porto (IPP) iniciou ontem um projecto que visa “eliminar” a circulação de documentos. “Através de uma
inovadora solução de gestão documental, todos os processos em papel serão digitalizados e informatizados”, disse à agência Lusa fonte da instituição. O IPP é “a primeira instituição de ensino superior a adoptar este novo sistema, designado SmartDocs. Nesta primeira fase, o programa vai servir 110 trabalhadores dos serviços centrais, mas o objectivo é alargar o mprojecto às restantes nove unidades do IPP, abrangendo cerca de 1700.

In Público, 22/1/2208

Realização hoje mais uma sessão (a 4.ª) da oficina de formação «Pesquisa, Avaliação, Gestão e Utilização de Recursos Electrónicos na Escola e Centro de Recursos». A oficina, com a duração de 50 horas, frequentada por 16 professores. O tema da sessão de hoje serão as bibliotecas digitais.

Biblioteca Digital Europeia prevê, em 2011, ter em linha 6 milhões de livros e outros documentos. Não se trata apenas de facilitar o acesso à leitura, pela via digital: os leitores portugueses poderão passar a consultar obras de autores nacionais que não existem no país, nem mesmo no depósito da Biblioteca Nacional.
Desenvolvimento da notícia no Diário Digital.

No início do próximo ano, a Biblioteca Nacional Digital, departamento da Biblioteca Nacional, vai disponibilizar um conjunto de Enciclopédias e Dicionários em Portugal do século XVII ao século XIX e ainda 300 mil páginas de jornais portugueses do século XIX.
Ler desenvolvimento da notícia no Diário Digital.

Estão a fazer furor no Japão os livros escritos em telemóveis para serem lidos em telemóveis. Segundo o jornal australiano Sydney Herald, dos 10 livros mais vendidos no Japão nos primeiros seis meses de 2007, metade foi escrita no telemóvel. Os keitai shousetsu - expressão que em português significa aproximadamente “livro móvel” - destinam-se essencialmente a um público jovem e a maior parte deles são escritos por adolescentes. São comuns o uso de abreviaturas e de “emoticons”. Alguns livros chegam a vender mais de um milhão de exemplares, como é o caso de Koizora, que conta a história de uma rapariga raptada e violada pelos sequestradores. As histórias que mais vendem são todas a típica literatura de cordel, com pouco ou nenhum desenvolvimento das personagens e doses elevadas de sexo e crime. No entanto, a popularidade do formato está também a atrair a literatura “tradicional”, o que permitirá chegar a outros públicos: Os Irmãos Karamazov, a monumental obra-prima de Dostoievski, já vendeu mais de 300 mil exemplares.
De acordo com a Wired, um “livro móvel” tem normalmente entre 200 a 500 páginas, cada página contendo 500 caracteres japoneses.

O recente lançamento do Kindle, o leitor de e-books da Amazon, tem honras de manchete no suplemento digital do Público de hoje, 1 de Dezembro, numa pormenorizada análise de Isabel Coutinho. Conta ainda com as opiniões de dois especialistas na área, um português, José Afonso Furtado, autor de várias obras sobre o futuro do livro e que esta semana lançou na Casa Fernando Pessoa O Papel e o Píxel – Do Impresso ao Digital: Continuidades e Transformações (ed. Ariadne), e outro francês, Lorenzo Soccavo, autor de Gutenberg 2.0 – Le Futur du Livre (M2 Editions) e do videoblogue Nouvolivractu 2.0. Nenhum deles se mostrou particularmente entusiasmado com o Kindle.

O Amazon Kindle serve para ler livros, jornais e blogues. É reduzidas dimensões 134,5 mm x 19 mm x 18 mm, pesa cerca de 300 g e possui um ecrã de 600×800. Não é preciso ligar o aparelho a um computador, tem um serviço de banda larga EV-DO (Evolution Data Optimized) utilizado pelos telemóveis, sem ter que se pagar mais por isso através da Amazon Whispernet. Custa 399 dólares (270 euros) e liga-se directamente à loja da Amazon. com, onde estão disponíveis 90 mil títulos a 9,99 dólares (7 euros) cada um. Menos de um minuto é o que demora entre a compra do livro e ele estar disponível para leitura no Kindle. O ecrã é a preto e branco e usa a tecnologia e-Ink, com 4 graus de cinzento. Lê livros em formato Kindle (AZW, uma variante de HTML), Mobipocket (se não tiverem DRM), e lê também ficheiros Word ou PDF mas só se forem enviados para o Kindle por e-mail e depois convertidos pela Amazon – mas esse serviço não é grátis (10 cêntimos de dólar por cada e-mail). Os blogues e os jornais também requerem assinatura paga. Pode ler durante 30 horas sem se precisar de carregar a bateria. Armazena 200 livros, permite ligação à Wikipedia, sublinhar palavras e procurar no dicionário. Tem teclado (para escrever notas), mas não tem caneta.

 O Centro de Informação Europeia Jacques Delors reformulou em Novembro a sua biblioteca na Internet, que pretende ser uma referência nacional para o acesso aos documentos sobre assuntos europeus

 

Resultado de uma parceria com a Direcção-Geral de Assuntos Europeus, a Infoeuropa apresenta agora um interface de pesquisa mais acessível e usável, bem como novos serviços e funcionalidades.

 

A biblioteca reúne um espólio de cerca de 30 mil registos de documentos, entre os quais tratados, catálogos, brochuras e periódicos, sendo possível fazer o download gratuito de edições em formato electrónico.

 

Fonte: Portal do Cidadão

 

 

O Programa Alimentar das Nações Unidas criou o jogo de computador Food Force com o objectivo de ajudar as crianças a consciencializarem-se sobre a problemática da fome no mundo inteiro e sobre os meios disponíveis para a combater. O jogo, que conhceu na semana passada a sua versão portuguesa (numa tradução financiada pela Direcção-Geral da Ajuda Humanitária da Comissão Europeia), está disponível gratuitamente na Internet em http://www.food-force.com/pt e centra-se no tema da fome mundial  e no trabalho desenvolvido pela ajuda humanitária. Desenvolvido para jovens entre os 8 e os 15 anos, trata-se  de uma interessante ferramenta pedagógica para ser explorada na sala de aula ou em centros de recursos, permitindo aos jogadores assumirem o papel de voluntários a braços com uma crise numa ilha fictícia e salvarem vidas mediante trabalho humanitário. A versão DVD/ROM encontra-se disponível na biblioteca da escola.

Dois meses antes do previsto, foi inaugurada na nossa escola a Biblioteca Escolar Digital (BED). O projecto BED, financiado pela Rede de Bibliotecas Escolares, mediante candidatura de mérito, pretende construir, e disponibilizar a professores e alunos, recursos educativos em formato electrónico, devidamente classificados e indexados (padrão Dublin Core), utilizando software livre (Greenstone Digital Library Software). Neste momento, a nossa BED disponibiliza já mais de um milhar de documentos, distribuídos por três colecções (recursos educativos, imagens e livros em formato digital) e pretende até ao final do ano lectivo atingir os 2500 documentos. Por enquanto, está apenas disponível em Intranet via web, em todos os computadores da escola, estando prevista a sua disponibilização na Internet no final do ano lectivo.

pdf-file-32x32.pngUma publicação da Universidade de Alicante, Espanha, que reúne um conjunto de textos sobre filmes históricos, com interessantes estratégias para a sua utilização pedagógica. Títulos como “A Queda do Império Romano”, “Faraó”, “Spartacus”, “Cleópatra”, “Quo Vadis”, “El Cid”, “Rainha Margot”, entre outros. Pode ser descarregado aqui.

A língua portuguesa foi das que mais cresceu este mês na disponibilização de títulos no Projecto Gutenberg. São agora quase 100 as obras para download, mais do que, por exemplo, as obras em língua espanhola.

A biblioteca do Projecto Gutenberg é produzida por centenas de internautas voluntários que colaboram na digitalização e revisão das obras.

Actualmente, estão disponíveis mais de 20 mil livros (a maioria em inglês) com uma média mensal de downloads de três milhões de obras. Trata-se de textos cujos direitos de autor já caíram em domínio público ou que são gratuitos.

A Amazon lançou ontem o Kindle, um dispositivo electrónico sem fios que dá acesso a mais de 90 mil livros, blogues, revistas e jornais. Será desta que o livro digital se vai realmente impor? O vídeo de promoção pode ser visto aqui.

my-computer-48x48.pngDecorreu hoje na biblioteca a 3.ª sessão da oficina de formação “Pesquisa, Avaliação, Gestão e Utilização de Recursos Electrónicos na Escola e Centro de Recursos”. Esta acção é frequentada por 16 professores da escola, com suporte on-line na plataforma Moodle, e tem o apoio do Centro de Formação da Associação de Escolas de Sintra.

Ao longo das 50 horas de formação, os professores irão seleccionar, avaliar e produzir recursos que integrarão a futura Biblioteca Digital da Escola (projecto apoiado pela candidatura de Mérito da RBE 2007/08), cuja inauguração está prevista para Fevereiro de 2008.

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