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Comemora-se amanhã, 24 de Novembro, o Dia Nacional da Cultura Científica, dia escolhido por ser o do nascimento de Rómulo de Carvalho (1906-1977).
Para assinalar este dia, deixamos-te aqui um vídeo de um poema de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho), chamado Poema Para Galileu, dito por Mário Viegas, e ainda um dos poemas mais conhecidos do poeta e cientista:
Lágrima de Preta
Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima para a analisar.
Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.
Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.
Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.
Neste dia de S. Martinho, aqui te deixamos duas versões da lenda do famoso santo:
Comemora-se no próximo dia 16 de Outubro o Dia Mundial da Alimentação, efeméride que teve início em 1981 e é na actualidade reconhecida em mais de 150 países como a mais importante data para alertar e consciencializar a opinião pública em relação a questões globais relacionadas com a nutrição e alimentação.
Para comemorar esse dia, sugerismos-te a leitura deste livro, que podes encontrar na biblioteca:

Sim, é mesmo verdade – tu és aquilo que comes! Tudo o que ingeres afecta o teu organismo, o modo como este funciona, o seu aspecto e o seu bem-estar. Toda a gente precisa das mesmas substâncias básicas que constituem os alimentos, a que chamamos nutrientes. Mas o teu corpo modifica-se em alturas diferentes da tua vida. E, durante a puberdade, ele cresce e transforma-se tão rapidamente que tens necessidades nutritivas especiais. Neste livro, magnificamente ilustrado, encontras inúmertas dicas para uma alimentação equilibrada e saudável
No âmbito da comemoração do Dia Mundial da Alimentação, elaborámos uma lista de livros direccionados para alunos do pré-escolar e ensino básico e que podes consultar aqui.
“Quem tarde vier, come do que trouxer”

É já este mês que se comemora o Dia Mundial da Alimentação. A propósito dessa efeméride, deixamos-te aqui algumas dezenas de provérbios relacionados com a alimentação:
Dos que não comem mel, livre Deus minha colmeia.
Doze galinhas e um galo, comem como um cavalo.
É como S. Benedito: não come nem bebe e está sempre gordito.
É grande saber, calar e comer.
Quem só come o que é seu, não faz escarcéu.
Quem tarde vier, come do que trouxer.
Quem tripas comeu e com viúva casou, nunca esquece o que lá passou.
Quem uma ovelha tem, cem cães lha comem.
Quem vende sardinha, come galinha.
Renego o amigo que come o seu só e o meu comigo.
Sardinha sem pão é comer de ladrão.
Depois de comer, não é preciso colher.
Dizem em Roma que a dama fie e coma.
Dizer e fazer não comem à mesma mesa.
Filho alheio come muito e chora feio.
Fraco é o cão que não come a carne que lhe dão.
Gaiola bonita não dá de comer ao canário.
Galinha de casa mais come do que vale.
Galinha pedrês, não a comas, não a vendas, não a dês.
Gato pede miando e come rosnando.
Gente do Minho veste pano de linho, bebe vinho de enforcado e come pão de passarinho.
Grande prazer, não escusa comer.
Guarda que comer, não guardes que fazer.
Guardado está o bocado para quem o há-de comer.
Homem pobre, a dobrado custo come.
Ir-se-ão os hóspedes, comeremos o pato.
Se muito come o tolo, mais tolo é quem lho dá.
Se queres cedo engordar, dorme com fome e come devagar.
Mais vale comer na rua que morrer de fome em casa.
Tem má ceia quem come por mão alheia.
Vaca que não come com bois ou comeu antes ou come depois.
Vinte galinhas e um galo comem tanto como um cavalo.
A bebida quer-se comida e a comida bebida.
Mulher magra sem ser de fome, foge dela que te come.
Não assines sem ler, nem bebas sem comer.
Não comas lampreia, que tem a boca feia.
Não comer por ter comido não é doença de perigo.
A ovelha lazarenta gosta de comer na nascente.
A perdiz é perdida se quente não for comida.
Nem amigo reconciliado, nem comer duas vezes guisado.
A bem comer ou mal comer três vezes beber.
A fiar e a tecer ganha a mulher de comer.
À hora de comer sempre o diabo traz mais um.
A hora de comer é mais pequena.
No tempo em que se come, não se envelhece.
O cão e o gato comem o mal guardado.
Cear sem pão é comida de lambão.
Em casa do sisudo faz-se o pão miúdo.
O que a minha vizinha come não aproveita a mim.
Osso que acabas de comer, não o tornes a roer.
Anda quente, come pouco, bebe assaz e viverás.
Sardinha sem pão é comer de ladrão.
Aonde comem dois, comem três.
Fraco é o padeiro que diz mal do seu pão.
Apressado come cru.
Não há comida abaixo da sardinha nem burro abaixo da jumenta.
Água e pão, comida de cão.
Queijo com pão, comida de vilão.
Com maus cozinheiros, queima-se a comida.
Comida feita, companhia desfeita.
Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
Sardinha de S. João pinga no pão.
Leitão sem pão até à porta vai.
Fidalgo sem pão é vilão.
Filho da minha filha, toma pão e senta-te aqui; filho da minha nora, toma o pão e vai-te embora.
Guarda pão para Maio, lenha para Abril, o melhor bicão para o São João.
Inverno com nevão, ano de pão.
Lágrimas com pão, ligeiras são.
Sem pão não se fazem formigos.
Maio frio, Junho quente, bom pão, vinho valente.
Mais vale pedaço de pão com amor que galinha com dor.
Uvas, pão e queijo, sabem a beijo.
Vinho pela cor, pão pelo sabor.
Vinho turvo e pão quente, são inimigos da gente.
Meia vida é a candeia e pão e vinho a outra meia.
Na casinha portuguesa, pão e vinho sobre a mesa.
A quem não sobra pão, não cria cão.
Não há amor como o primeiro, nem pão como o alvo, nem carne como a de carneiro.
Nem só de pão vive o homem.
A chuvinha da Ascensão todo o ano dará pão.
Neste mundo mesquinho quando há para pão, nunca há para vinho.
No São João pinga a sardinha no pão.
O pão pela cor e o vinho pelo sabor.
Água e pão, comida de cão.
Água fria e pão quente, nunca fizeram bom ventre.
Antes de morder, vê com atenção se é pedra, se é pão.
Pão achado não tem dono.
Pão de hoje, carne de ontem e vinho do outro Verão fazem o homem são.
Pão de padeira não farta nem governa.
Pão do vizinho sabe mais um bocadinho.
Pão duro é melhor que figo maduro.
Pão e vinho andam caminho que não moço ardido.
Pão e vinho um ano meu, outro do meu vizinho.
Pão mole e uvas, às moças põem mudas e às velhas tiram as rugas.
Pão que sobre, carne que baste, vinho que falte.
Pão quente faz mal ao ventre.
Pão quente, muito na despensa e pouco no ventre.
Para a fome não há pão duro.
Bocado de mau pão não o comas nem dês ao teu irmão.
Carne de hoje, pão de ontem e vinho de outro Verão fazem o homem são.
Poda tardio, semeia temporão, terás vinho e pão.
Quando não há pão, até migalhas vão.
Batata e pão, juntos dão má digestão.
Bem estou com meu amigo, que come seu pão comigo.
Queijo com pão, comida de vilão.
Queijo com pão, faz o homem são.
Carne que baste, vinho que farte e pão que sobre.
Cartas, mulheres e carradas de pão, para onde pendem para aí vão.
Cear sem pão é comida de lambão.
Quem compra pão de praça e vinho de taverna, filhos alheios governa.
Quem dá o pão, dá a educação.
Quem dá o pão e não dá o castigo, não viu a sombra do paraíso.
Quem me vir e ouvir, guarde pão para Maio e lenha para Abril.
Quem mói no seu moinho e coze no seu forno, come o seu pão todo.
De mau grão, nunca bom pão.
Quem poda tardio e semeia temporão, tem vinho e pão.
Para comer convida-se uma vez, para trabalhar espera-se até chegar.
Queijo de ovelha, leite de cabra, manteiga de vaca.
Bocado comido não ganha amigo.
Das mulheres a rainha, das maçãs a chainha.
Bocado de mau pão não o comas nem dês ao teu irmão.
Queijo de Outono, é para seu dono.
Bom rei, se queres que vos sirva, dai-me de comer.
Burro com fome, cardos come.
Cães e lobos comem todos.
Perdiz é perdida se quente não for comida.
Perto de quem come, longe de quem trabalha.
Pica-pau não tem machado e come abelhas e formigas.
Por cima de comer, nem um escrito ler.
Pouco comer, pouco rezar e não pecar levam a gente a bom lugar.
Arrenego o amigo que come o meu comigo e o seu consigo.
Asno com fome, cardos come.
Bem estou com meu amigo, que come seu pão comigo.
Bem mal ceia quem come de mão alheia.
Quando o pardal tem fome, vem abaixo e come.
Quem à mesa alheia come, janta e ceia com fome.
Quem a truta come assada e cozida a perdiz, não sabe o que faz e menos o que diz.
Quem ao longe faz a boda, pelo caminho a come toda.
Coitadinho de quem morre, ao paraíso não vai; quem cá fica, come e bebe, logo a pena se vai.
Com o teu amo não jogues as peras; ele come as maduras e deixa-te as verdes.
Come caldo, vive em alto, anda quente, viverás longamente.
Comer até adoecer e jejuar até sarar.
Quem come a correr, do estômago vem a sofrer.
Quem come cedo, cria carne e sebo.
Quem come da taverna, duas casas governa.
Quem come, melhor dorme.
Quem come salgado, bebe dobrado.
Quem come tarde, não cria sebo nem carne.
Quem come tudo num dia, no outro assobia.
Quem comeu a carne, que lhe roa os ossos.
Quem mói no seu moinho e coze no seu forno, come o seu pão todo.
Comer e beber, só o que apetecer.
Comido o Natal, à segunda-feira tem o lavrador que alugar a eira.
Conforme comermos, assim seremos.
De comer até o porco se enche.
Quem não come por ter comido, o mal não é de perigo.
Quem não é para comer, não é para trabalhar.
Quem não se farta de comer, não se farta de lamber.
Quem quiser comer sem sal, vá para o hospital.
A propósito da Dia da Diversidade Cultural, está patente na escola uma exposição sobre as culturas dos países de origem de alguns alunos da escola, intitulada «O Mundo na Nossa Escola». Aqui um pequeno vídeo da exposição:

Lembrando os 35 anos do 25 de Abril, decorreu hoje de manhã na nossa escola uma sessão musical, com alunos e professores, que interpretaram temas do Zeca Afonso.

Comemora-se na próxima quinta-feira o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor. A data foi instituída pela Conferência Geral da UNESCO para prestar tributo a grandes autores da literatura mundial que nasceram ou morreram neste dia. É o caso de Cervantes, Shakespeare, Inca Garcilaso de la Vega e Vladimir Nabokov. A celebração procura também encorajar as pessoas, especialmente os mais jovens, “a descobrir o prazer da leitura e a respeitar a obra insubstituível daqueles que contribuíram para o progresso social e cultural da Humanidade” (UNESCO).
A ideia de celebrar este dia surgiu na Catalunha, onde é oferecida uma rosa a cada pessoa que compra um livro. Desde então o dia 23 de Abril tem sido comemorado de diversas formas um pouco por todo o mundo.
Este ano para assinalar a data a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas organiza dois passatempos: Um livro numa frase para alunos do primeiro e segundo ciclos e Um livro numa foto para alunos do 3.º ciclo. CLica nos liks para saberes como participar,

Comemora-se este mês o dia da Liberdade, em homenagem à revolução de 25 de Abril de 1974. Deixamos-te aqui uma lista de livros sobre esta temática, muitos dos quais podes encontrar na nossa biblioteca:
O 25 de Abril contado ás crianças e aos outros
José Jorge Letria
L.A: e Cª no meio da revolução
Maria Mata
O tesouro
Manuel António Pina
Vinte e zinco
Mia Couto
Vinte e cinco a sete vozes
Alice Vieira
Romance do 25 de Abril
José Pedro Mésseder
25 de Abril
Ana Mª Magalhães e Isabel Alçada
O rapaz da bicicleta azul
Álvaro Magalhães
Abril 30 anos 30 poemas
Org. por José Fanha e José Jorge Letria
Salgueiro Maia – o homem do tanque da liberdade
José Jorge Letria
Liberdade o que é?
José Jorge Letria
História de uma flor
Matilde rosa Araújo
A liberdade explicada às crianças
Jean-Luc Moreau
25 de Abril – Revolução dos cravos
Paula Cardoso Almeida
A fábula dos feijões cinzentos
José Vaz
Dona Pura e os camaradas de Abril
Germano Almeida
7X25 Histórias de Liberdade
Margarida Fonseca Santos
Viagem à flor de um mês
José Jorge Letria
Vassourinha
António Torrado
A revolução das letras
Vergílio Alberto Vieira
Capitães de Abril
José Jorge Letria
Era uma vez um cravo
José Jorge Letria
Um Fotógrafo em Abril
Sebastião Salgado
25 de Abril: uma aventura para a democracia
Vários
A Revolta dos Guarda-Chuvas
Sidónio Muralha (não é propriamente sobre o 25 de Abril mas aborda a questão da opressão/tirania versus liberdade)
O caso da rua Jau
Mário Castrim (Campo das Letras)
O soldado e o capitão, os cravos e o povão
Valdemar Cruz
Catarina de todos nós
Sidónio Muralha (Caminho)
A revolução das letras – o 25 de Abril explicado às crianças
Vergílio Alberto Vieira (Campo das Letras)
Bichos de Abril
Carlos Pinhão (Caminho)
25 de Abril – Outras Maneiras de Contar a Mesma História
Maria Manuela Cruzeiro e Augusto José Monteiro
Vinte e Cinco de Abril quase como um conto de fadas
Conceição Lopes
O Ladrão de palavras
Francisco Duarte Mangas
Memórias da Revolução de Abril na Literatura para a Infância: diferentes formas de contar a mesma história
Ana Margarida Ramos
Zeca Afonso e a Malta das Cantigas
José Jorge Letria
25 de Abril, Revolução dos Cravos
Paula Cardoso Almeida
(selecção de Manuela Malho
Coordenadora da Biblioteca da EB 2/3 da Madalena)








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