Um registo de leituras

Uma Casa na Escuridão, José Luís Peixoto

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Alfreda ou a Quimera, Vasco Graça Moura

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Morreste-me, José Luís Peixoto

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Na Praia de Chesil, Ian McEwan

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Cemitério de Pianos, José Luís Peixoto

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Cal, José Luís Peixoto

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Rosa Vermelha em Quarto Escuro, de Pedro Paixão

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O Carrossel de Lúcifer, de Victor Eustáquio.
Um thriller psicológico sobre o mal e outras maldades.

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Um Escritor Confessa-se, Aquilino Ribeiro

A vida de Aquilino é absolutamente cinematográfica, digna de um superprodução de Hollywood. Entretanto vou relendo dispersos do Padre António Vieira, o imperador da língua portuguesa (poucas vezes uma frase feita teve tão justa aplicação).

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As Benevolentes, de Jonathan Littell
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Depois do furor em França, onde ganhou o Prémio Goncourt, um dos mais importantes prémios literários, foi finalmente publicada a tradução portuguesa daquele que alguns já consideram o primeiro clássico do século XXI. Presente de Natal - ainda há quem dê livros a quem gosta de ler - capa vermelha a condizer com a quadra, comecei a leitura interrompendo outras menos urgentes. E a urgência são quase novecentas páginas em letra pequenina sobre um carrasco nazi encarregado de exterminar todos os que lhe punham à frente. Um romance sobre a natureza mal, ou, nas palavras do próprio autor, sobre natureza do crime de Estado.

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O suplemento «Ipsílon» do jornal Público de hoje (28 de Dezembro) dedica ao autor e ao livro um destaque de oito páginas. Gostei sobretudo da excelente entrevista (do jornal espanhol El Pais) com o autor, onde ele manifesta a sua aversão a prémios e ao marketing da literatura e pondera a hipótese de não escrever mais nenhum livro.

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Acabo de saber que “As Benevolentes” esgotaram em 15 dias. Quem diria?

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Outras leituras recentes de que gostei :

Guerra na Escola, de Nora Rodríguez
A Portuguesa de Nápoles, de Enzo Striano
D. Sebastião e o Vidente, de Deana Barroqueiro
Os Sonetos de Shakespeare, de Vasco Graça Moura (trad.)
O Papel e o Pixel, de José Afonso Furtado