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E foi este o resultado da votação que  decorreu em todas as turmas do 2.º e 3.º ciclos acerca das frases do Padre Alberto Neto sobre a escola nova:

A Escola Nova é:


Frases feitas por alguns alunos dos Cursos EFA e duma Turma de UFCD (Unidade Formação Curta Duração) a partir duma proposta da professora de Linguagem e Comunicação (entre os dias 8 e 24 de Fevereiro):

” Inspirando-te na figura do nosso patrono, o Padre Alberto Neto, e tendo em conta o lema da nossa escola, escreve uma frase que transmita o que sentes pela nossa escola. Podes iniciar, por exemplo, com: “A nossa escola para mim é ….”, Ou “Voltar à Escola para mim foi …” ou de qualquer outra forma à tua escolha.”

1. “Voltar à Escola para mim foi como renascer de novo, sentir a emoção de ser estudante, de aprender, de mostrar a mim mesma que sou capaz de dar muito mais de mim, que posso chegar longe. Sinto-me muito feliz por estudar aqui nesta escola, onde não há distinções, somos todos iguais e todos diferentes. Escola esta onde todos aprendemos a ser solidários, humanos e sinceros! Vale a pena estudar na nossa escola!”
Maria Celestina Fernandes, Turma EFA BC

2. “Voltar à escola para mim foi o reencontro de tudo aquilo que nos anos passados ficou para trás por razões financeiras!”
Adelino Viegas, Turma EFA BC

3. “Voltar à Escola, para mim, representou conhecer novas pessoas, relembrar e também aprender novas coisas, coisas importantes e úteis no nosso dia-a-dia, bem como para o nosso futuro. A escola ajuda-nos a ser melhores pessoas, cultas e com boas profissões, também é importante para a nossa auto-estima.
Carla Pinheiro Lima, Turma EFA BC

4. “Voltar à Escola, para mim, passados tantos anos, foi um acto de coragem! Também a realização de uma vontade, que já tinha desde os meus 18 anos, bem como a necessidade de aprender mais!
Filomena Martins Dias, Turma EFA BC

5. “Voltar à Escola para mim foi a realização de um sonho antigo porque é muito importante para mim tirar o 12º ano, ter um Curso Superior … então …”.
Maria Augusta Monteiro, Turma EFA BC

6. “Gostei muito de voltar à Escola; só tenho pena de não ter tido outras possibilidades na altura em que era pequena. Agora, com 53 anos, já é muito difícil!”
Maria Madalena Gonçalves, Turma EFA BC

7.”Voltar à Escola foi, para mim, voltar a crescer! A nossa Escola é, para mim, a minha segunda casa porque a Escola é a base da vida em sociedade. Cada aula é um passo e cada ano é um avanço. Nunca é tarde para aprender porque aqui não se aprende apenas a ler e a escrever, aprende-se a VIVER!”
Joel Brandão Capita, Turma EFA BG

8. “Voltar à Escola foi como uma segunda oportunidade para aprender a crescer!”
Bruno Pereira, Turma EFA BG

9. “Voltar à Escola para mim foi um grande recomeço! Estudar é, para mim, um grande início de tudo!”
Fatumata Binta Bari, Turma EFA BG

10. “A nossa escola é, para mim, como uma segunda casa; aprendo e esforço-me muito, quando tenho dúvidas ou estou em baixo são os meus amigos da Escola que me levantam o moral. Voltar para a Escola outra vez é uma sensação diferente! Eu vejo que mudei muito! Agora, na Escola, aprendo a ser mais responsável, conheço novas pessoas, tento lidar com tudo da melhor maneira possível. É um ambiente diferente do que estava habituado antes. Gosto desta Escola!”
Denilson Monteiro, Turma EFA BG

11. “Desde que estou na Escola de Rio de Mouro sinto-me mais seguro, tanto ao nível dos conhecimentos, como na relação com os professores, em geral.”
Santos Pedro Holanda, Turma UFCD de LC

12. “O que eu sinto por esta Escola é uma grande “paixão”! Esta Escola é, para mim, muito importante, tal como foi o Homem que ajudou a construir o seu projecto – o Padre Alberto Neto”.
Patrício Mendes, Turma UFCD de LC

13. “A nossa Escola é muito importante para mim porque me ajudou a concretizar o meu sonho! Este é o primeiro ano que estudo nesta Escola mas sinto que é uma Escola muito “fixe” e muito bem organizada. É uma escola importante para eu dar passos para o meu futuro!”
Frederico Mendes, Turma UFCD de LC

14. “A nossa escola é, para mim, um centro de Educação, ainda bem que pude voltar à Escola. Era um objectivo muito antigo! Havia de haver muitos Padres Alberto Neto para espalhar a força e para ajudar os jovens e os mais carenciados a lutar por uma vida melhor! A escolha do seu nome para Patrono foi muito bem feita porque ele foi um ser humano como há poucos! Foi pena ter morrido pela Liberdade e por ensinar a Justiça e o Amor!”
Rosa Alpande, Turma UFCD de LC

15. “Voltar à Escola para mim foi muito bom! É uma grande honra para mim estudar numa Escola como esta. Padre Alberto Neto, muito obrigado pela sua dedicação!”
Deolinda Mucumbi, Turma UFCD de LC

16. “Considero esta Escola importante porque é acolhedora, segura e oferece estabilidade aos seus alunos!”
Florença Essenje, Turma UFCD de LC

17. “Para mim, voltar a estudar foi uma escolha muito importante. É bom aprender as coisas que ainda não sei. Gosto de estar nesta Escola porque me sinto bem. Obrigado Padre Alberto Neto por ter existido!”
Joana Neto, Turma UFCD de LC

18. “A minha volta à Escola foi um dos acontecimentos mais importantes da minha vida! Assim que retornei à Escola comecei a ser uma outra pessoa no meio dos meus filhos e das outras pessoas. Foi ainda mais difícil quando tive as primeiras aulas porque nunca tinha estudado em Portugal. Agora sinto que foi muito bom porque já falo sem receios. Foi uma grande honra na minha vida ter tido professores que tiveram muito trabalho para me ajudar; hoje em dia quando há debates nas aulas já falo.
Já sofri muitas ofensas na vida porque não sabia falar nem escrever bem. Mas esta Escola deu-me uma vida nova – agora já posso dizer que nunca é tarde para o meu sonho se realizar! Esta é a verdade!”
Jovita Kassungo, Turma UFCD de LC

Aqui ficam alguns trabalhos realizados por alunos da propósito das actividades do dia do patrono. Clica para veres maior.

No dia 11 de Fevereiro, dia do Patrono, decorreu na biblioteca um ciclo de palestras com um conjunto de convidados e que tiveram como público alvo alunos do 5.º ano (8 turmas, divididas por quatro sessões). estiveram presentes a Prof Leonor Amaral (ex-professora da nossa escola), o ex-professor universitário Fernando Catarino (e ex-director do Jardim Botânico), a irmã do Padre Alberto Neto, e o Dr. José Manuel Cymbron, da Fundação Aristides de Sousa Mendes. A conversa girou à volta das memórias do Padre Alberto Neto, dos valores que defendia, e da Escola Nova com que sonhava. Alunos do 7.º ano interpretaram o «Hino da Esperança», cuja letra em português é da autoria do Padre Alberto Neto, e recitaram várias poesias sobre a temática dos Direitos Humanos. Esteve também patente uma pequena exposição de trabalhos de alunos sobre o patrono. O professor Fernando Catarino ofereceu um carvalho à escola, que será plantado no Dia da Árvore, numa cerimónia que será também um pretexto para evocar a República.
Aqui ficam algumas fotos (clica para ver maior):
Para veres as mais fotos com as respectivas legendas, clica aqui ou consulta a página da biblioteca.

No âmbito das comemorações do dia do patrono, cujo ponto alto do programa decorrerá amanhã, na Biblioteca e no palco da escola, está a decorrer desde o início da semana a Exposição «Violência – dá-lhe a volta», organizada pelo subdepartamento de EMRC. A exposição é constituída por diversos painéis, que se encontram distribuídos pelo átrio da biblioteca e pela escadaria de acesso à mesma. Aqui ficam alguns exemplos:

A propósito do Dia do Patrono, que se comemora de hoje a uma semana:

Padre Alberto Neto

Padre Alberto Neto

ALBERTO NETO SIMÕES DIAS nasceu em Souto da Casa (Fundão) no dia 11 de Fevereiro de 1931, filho de Eurico Ramos Simões Dias e de D. Genoveva Maria Correia Neto, ambos professores.
Aos 16 anos, a leitura de uma revista missionária sobre uma leprosaria do Norte de África, despertou nele a vocação missionária e o interesse por uma série de questões fundamentais.
Vencida a primeira oposição dos pais à sua vocação e concluído o ensino secundário, entrou para o Seminário de Almada, a 3 de Outubro de 1949. Após oito anos de estudos foi ordenado sacerdote (a 15. 08.1957), iniciando o seu múnus sacerdotal como coadjutor da Paróquia de Santa Maria de Belém (Jerónimos).
Em 1959 começou também a leccionar, fazendo-o em várias escolas (liceus) da área de Lisboa.
Em 1961 foi nomeado capelão da Capela do Rato, lugar de concentração e de reflexão intelectual e cristã e onde, com as suas homilias, denunciava as injustiças e alertava as consciências, despertando o sentimento de que devia haver coerência entre o pensar e o agir e de que era necessário agir para mudar. Este seu empenhamento havia de lhe causar problemas com a, então chamada, PIDE (polícia secreta).
Em 1979 foi nomeado pároco de Belas, passando também a exercer funções docentes em Queluz.
Em 1984 foi a vez de Rio de Mouro o passar a ter como pároco, ali exercendo a sua acção exemplar e dinâmica até à sua morte, que ocorreu, de modo ainda pouco claro, no dia 3 de Julho de 1987, a 3 Km de Setúbal e a poucos metros da estrada, em Águas de Moura, tudo indicando ter sido assassinado, a tiro, por desconhecidos, quando regressava do Algarve para Lisboa. A sua morte chocou pelo modo como ocorreu e pelo vazio que parecia deixar no meio daqueles que com ele tinham qualquer elo de ligação…

A escolha do P.e Alberto Neto como “patrono” da nossa escola aberta ficou a dever-se ao facto de ele ser uma figura de grande dedicação à Comunidade de Rio de Mouro e de ter dedicado grande parte da sua vida à causa da educação e do ensino, nomeadamente no trabalho com os jovens e pessoas carenciadas e e demonstrando, na prática, uma pedagogia activa centrada no jovem e preocupada com a sua formação integral, valores que norteiam o nosso projecto educativo.

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Comemorou-se hoje o 20.º aniversário da nossa escola. Não porque a escola tenha iniciado as suas funções faz hoje 20 anos (pois nesse caso tê-lo-íamos celebrado Setembro de 2007), mas porque se comemora hoje o aniversário de nascimento do nosso patrono, Padre Alberto Neto. Assim, institui-se o dia 11 de Fevereiro como o dia do patrono, e o dia de hoje foi um dia especial na escola, cheio de actividades desportivas, culturais e artísticas, de que daremos conta em entradas posteriores. Na Biblioteca e na  Galeria de Exposições decorreu  uma exposição de trabalhos de alunos e vários documentos relacionados com o patrono. O padre Alberto Neto, pároco de Rio de Mouro à data da sua morte (num crime hediondo ainda por resolver), além de um sacerdote de eleição, foi um pedagogo admirável, preocupado com a educação integral do ser humano, e com a promoção de valores éticos fundamentais.

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Decorreu na nossa escola, na passada sexta-feira, o colóquio “Alberto Neto e os escritores de 1907″, com a presença dos professores universitários Fernando Catarino e José Manuel Cymbron, no âmbito das comemorações do 20.º aniversário da nossa escola. A conversa decorreu em torno do Padre Alberto Neto, patrono da escola, e dos escritores Miguel Torga, Jorge Dias e Carlos Queiroz, cujo centenário do nascimento se comemora este ano. O evento contou ainda com dois momentos musicais e concluiu-se com a colocação, no exterior da escola, dos ninhos de poemas que estiveram em exposição na Biblioteca.

Deixamos aqui os textos que serviram de inspiração ao colóquio:

Cercadas de abismos
Por todos os lados
As almas são ilhas
Em nós sepultadas.
Ilhas solitárias
Sem pontes, sem túneis,
Sem possível tráfego
De umas para as outras.
Ilhas assombradas
As almas parecem.
Deus se compadeça
Do nosso arquipélago!

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É urgente descobrir
Na flora da fantasia
Uma espécie de semente
Que gere a pura alegria
E se possa produzir
Nas almas de toda a gente

Carlos Queiroz

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MENSAGEM

Vinde à terra do vinho, deuses novos!
Vinde, porque é de mosto
O sorriso dos deuses e dos povos
Quando a verdade lhes deslumbra o rosto.

Houve Olimpos onde houve mar e montes.
Onde a flor da madrugada deu perfume.
Onde a concha da mão tirou das fontes
Uma frescura que sabia a lume.

Vinde, amados senhores da juventude!
Tendes aqui o louro da virtude,
A oliveira da paz e o lírio agreste…

E carvalhos, e velhos castanheiros,
A cuja sombra um dormitar celeste
Pode tornar os sonhos verdadeiros.

———————————

PARA A VIAGEM
Apresta o coração como um veleiro
Que vai atravessar o tormentoso.
Luz contra o nevoeiro,
E a bandeira de um sonho generoso
Mais alta do que os gritos do gajeiro

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ESTRELA DO OCIDENTE

Por teus olhos acesos de inocência
Me vou guiando agora, que anoitece.
Rei Mago que procura e desconhece
O caminho,
Sigo aquele que adivinho
Anunciado
Nessa luz só de luz adivinhada,
Infância humana, humana madrugada.

Presépio é qualquer berço
Onde a nudez do mundo tem calor
E o amor
Recomeça.
Leva-me, pois, depressa,
Através do deserto desta vida,
À Belém prometida…
Ou és tu a promessa?

———————————-
A S. FRANCISCO DE ASSIS

Louvado sejas, meu irmão poeta,
Pela beleza excelsa do teu canto,
O mais singelo,
Singular
E santo
De quantos se entoaram neste mundo.
Louvado sejas pelo profundo
Sentimento de paz
Que nele nos dás, cego a exaltar o sol,
Podre a exaltar a vida,
E até rendido aos pés da própria morte,
Nossa nocturna irmã sem caridade.
E louvado também pela humildade
Tutelar
Da tua inspiração,
Que soube, humanamente, ser do chão,
Mesmo erguida nas asas e a voar…

SEI UM NINHO
Sei um ninho.
E o ninho tem um ovo.
E o ovo, redondinho,
Tem lá dentro um passarinho
Novo.

Mas escusam de me atentar:
Nem o tiro, nem o ensino.
Quero ser um bom menino
E guardar
Este segredo comigo.
E ter depois um amigo
Que faça o pino
A voar…

Miguel Torga

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«Um vez, um home de Rio de Onor, que tinha um filho a fazer serviço num regimento de Bragança, precisou dele para o ajudar na segada do centeio. Meteu-se ao caminho e, quando chegou a Bragança, dirigiu-se ao quartel e disse que queria que lhe dessem licença para o filho vir ajudar à segada. Responderam-lhe que só o comandante podia fazer tal coisa. Dise então que queria falar com o comandante. Mas como o informassem de que este não estava, insistiu em falar com ele, estivesse onde estivesse. Disseram-lhe então que fosse a uma determinada praça da cidade, onde costumava estar àquela hora a conversar com os amigos, e que o reconheceri facvilmente, porque era um oficial alto e já idoso. O homem lá foi. Chegou à praça e viu um oficial como o que lhe descreveram, e ditrigiu-se-lhe nos seguintes termos:
Tu de la correia, tu sôs quên manda nus soldaus?
O comandante disse-lhe que sim e perguntou-lhe o que queria.
Tengo un fio qui iè soldau que benga pa cassa a facer a segada.
O comandante achou graça àquela franqueza rude, pediu o número do rapaz e deu-lhe a licença desejada.»

Jorge Dias

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«A primeira grande virtude do educador é não ter demasiadas certezas. (…) a única certeza que pode ter é de que, nas questões da vida e do amor, e de todos estes grandes mistérios vitais, a grande sabedoria é a capacidade de procura e de pesquisa permanente (…)»

«É muito fácil dizer ao inferior: “sim, sim; não, não”. Mas é tão difícil dizer ao superior, com a mesma simplicidade: “Não é verdade”.

Padre Alberto Neto

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Poema cantado pelos alunos:

APRENDER A ESTUDAR

Estudar é muito importante,

mas pode-se estudar de várias maneiras….

Muitas vezes estudar não é só aprender

o que vem nos livros.

Estudar não é só ler nos livros

que há nas escolas.

E também aprender a ser livre,

sem ideias tolas.

Ler um livro é muito importante,

ás vezes urgente.

Mas os livros não são o bastante

para a gente ser gente.

É preciso aprender a escrever, mas também a viver, mas também a sonhar.

É preciso aprender a crescer,

aprender a estudar.

Aprender a crescer quer dizer:

aprender a estudar, a conhecer os outros,

a ajudar os outros,

a viver com os outros.

E quem aprende a viver com os outros

aprende sempre a viver bem consigo próprio.

Não merecer um castigo é estudar.

Estar contente consigo é estudar.

Aprender a terra, aprender o trigo

e ter um amigo também é estudar.

Estudar também é repartir,

também é saber dar

o que a gente souber dividir

para multiplicar.

Estudar é escrever um ditado

sem ninguém nos ditar;

e se um erro nos fôr apontado

é sabê-lo emendar.

É preciso em vez de um tinteiro,

ter uma cabeça que saiba pensar,

pois, na escola da vida, primeiro está saber estudar.

Cantar todas as papoilas de um trigal

é a mais linda conta que se pode fazer.

Dizer apenas música,

quando se ouve um pássaro,

pode ser a mais bela redacção do mundo…

mas pensar é tudo!

Ary dos Santos

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