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As Brumas de Avalon III – O Rei Veado
de Marion Zimmer Bradley
Difel, 2007
N.º de Páginas: 320

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Sinopse:
Unificada e pacificada a Bretanha, o rei Arthur ocupa agora parte do seu tempo na administração da justiça e do bem-estar dos seus súbditos. Mas não pode descurar a preparação dos seus guerreiros, e é urgente que o povo esqueça rapidamente as antigas práticas pagãs e abrace com fervor a nova religião.
Enquanto isso, Gwenhwyfar não desiste de ter um filho, e a sua esterilidade só pode encontrar explicação nos pecados cometidos por ela ou por Arthur, e que Deus decidiu castigar exemplarmente. Mas que pecados tão graves poderá Arthur ter cometido? Terá sido apenas o seu amor por Gwenhwyfar – que vivia na angústia de não lhe poder dar um herdeiro natural – o que o levou, em noite de Beltane, a juntarem-se os dois e Lancelet na cama onde costumavam dormir?
Mas, afinal, Arthur tem um filho, um filho que não pode ser seu herdeiro e que a moral cristã rejeita. O rei Arthur é o Rei Veado, vítima de O-Dos-Chifres, que o cegou e enganou, e da astúcia de Viviane, a Senhora do Lago, que tudo fez para que os desígnios da Deusa se cumprissem, levando-o, sem saber, a gerar um filho no ventre da meia-irmã Morgaine, no dia em que foi coroado rei na Ilha do Dragão.
Assassinada brutalmente Viviane, é Morgaine quem ressurge com o rejuvenescer da força e da Visão, reencontradas nos braços de um jovem que a faz recordar e cumprir os votos de sacerdotisa. E, tal como Viviane, Morgaine tudo irá fazer para que a Deusa de novo estenda, a partir de Avalon, os seus longos braços por toda a Bretanha. Mas… que será do Rei Veado, quando o jovem veado crescer?

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A Biblioteca está a adquirir semanalmente a colecção Grandes autores de BD que o Jornal Público distribui às quartas-feiras. Até ao momento, temos já três volumes, e todas as semanas, até 19 de Março, poderás ler um novo volume. OS volumes já disponíveis são:
Thorgal (O filhos das estrelas e Alinoë) de Van Hamme e Rosinski

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Titeuf (As Miúdas ficam banzadas e N’é nada Justo) de Zep

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Blacksad (Algures entre as sombras e Artic-Nation) de Canales e Guarnido

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As próximas entregas, serão:
06/02: Iznogoud (Izongoud vê estrelas e Iznogoud e o computador mágico) de Goscinny e Tabary
13/02: A feira dos monstros e O sono do monstro de Bilal
20/02: A estrela do deserto (tomo 1 e 2) de Desberg e Marini
27/02: Destino adiado (tomo 1 e 2) de Gibrat
05/03: Âromm (Destino nómada e Coração da estepe) de Zentner e Pellejero
12/03: A vida é um delírio de Miguelanxo Prado
19/03: O lama branco (O primeiro passo e A segunda visão) de Jodorowski e Bess

Não percas, todas as semanas, novas emoções aos quadradinhos.

Recentemente a Biblioteca adquiriu novos exemplares para a sua colecção de guias de estudo. Eis o que podes encontrar de novo:
Como Preparar testes e exames
Como Ajudar os filhos nos estudos
Como Organizar melhor o estudo
Como Tirar apontamentos e fazer esquemas

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Todos os títulos são da autoria de Manuela Matos Monteiro (Porto Editora) e integram a colecção Sucesso Escolar.

O Pequeno Livro da Puberdade
Darvil, Wendy, Powell, Kelsey, Ed. Bizâncio

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O Pequeno livro da Puberdade fornece às crianças e aos adolescentes informação rigorosa e
actualizada sobre eles próprios, o seu corpo e o seu crescimento. «Com que idade se começa a ter óvulos?» «De que é feito o esperma?» «O que é a ejaculação nocturna?» «Fica-se doente depois de fazer
sexo?» «Como é que o leite chega aos seios?» «Como é que se pede namoro a uma rapariga?»

Guia da Vida Sexual da Malta Nova
Vários Autores, Edições Asa

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O que é estar apaixonado? Como é um rapaz? Como se dá um beijo na boca? Como é uma rapariga? O que é fazer amor? Como nascem os bebés?

O Guia da Vida Sexual da Malta Nova dá respostas a estas e outras questões que os jovens de 9-13 anos costumam fazer com a descoberta do amor e do sexo.
Se bem que este guia se destine sobretudo a eles, é igualmente útil para pais e professores, visto que passa em revista até as mais irreverentes perguntas dos pré-adolescentes acompanhadas das respostas que muitas vezes os adultos não conseguem encontrar imediatamente.

Em plena idade da curiosidade e da descoberta da sexualidade, os mais novos encontrarão neste guia prático, graças aos desenhos de Zep e aos textos de Hélène Bruller, variadíssimos conselhos e informações úteis para os ajudar a compreender os mistérios da vida.

As Brumas de Avalon II – A Rainha Suprema
de Marion Zimmer Bradley
Difel, 2007
N.º de Páginas: 320

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Sinopse:
A Rainha Suprema é a belíssima Gwenhwyfar, que vive dividida entre a fidelidade que deve ao Rei Supremo, o rei Arthur, com quem se casou, e a enorme paixão que sente por Lancelet, cavaleiro invencível, capitão de cavalaria dos exércitos e o amigo mais íntimo do seu marido. E não sabe, Gwenhwyfar, se é o respeito pelo juramento que fez no dia do seu casamento ou o temor de pecar contra os mandamentos de Cristo – de quem é fervorosa seguidora – ou ambos, o que a impede de consumar por actos o que em pensamentos, não consegue evitar. É tão ardente o seu desejo de que Cristo triunfe na Terra que não hesitará em persuadir o rei Arthur a trair o juramento que fizera de lutar sob o estandarte real de Pendragon, tudo fazendo para que a decisiva batalha contra os saxões seja travada unicamente sob o estandarte da Cruz de Cristo, que ela mesma bordou.
Mas maior do que a angústia de uma paixão impossível é o sofrimento em que vive, por não conseguir consumar o seu casamento oferecendo um filho ao rei. Nem os mistérios insondáveis de Deus são conforto suficiente para tanta dor e sofrimento.
E é nesta angústia, ou, quem sabe, na secreta esperança de, sem pecar, poder consumar a sua paixão ardente dando à luz um herdeiro ao reino, que a bela Gwenhwyfar decide entregar-se nas mãos da Deusa. Mas, se são difíceis de compreender os caminhos de Deus, o que poderá acontecer quando se procura modificá-los com encantamentos e magias?
Neste segundo volume da mítica saga As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley continua a maravilhar-nos através de um imaginário ancestral, de uma visão do mágico, do místico, do fantástico, de eras perdidas do mito, só ao alcance dos grandes escritores.

Apresentação electrónica sobre Bibliotecas Digitais, apresentada no encontro interconcelhio de Sintra/Cascais de coordenadores de Bibliotecas Escolares da RBE.

A apresentação sobre a Biblioteca Escolar Digital pode ser encontrada aqui.

No âmbito da comemoração do Dia Europeu da Protecção de Dados, a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) apresenta hoje o Projecto DADUS.

Trata-se de uma iniciativa pioneira a nível europeu, dirigida às escolas do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, com o objectivo de sensibilizar os alunos para as questões de protecção de dados e da privacidade, promover uma utilização consciente das novas tecnologias e desenvolver a consciência cívica dos jovens.

O Projecto DADUS tem duas componentes principais: a escolar, através da disponibilização de conteúdos temáticos aos alunos; e a extra-escolar, através da criação de um blogue para a interacção directa com os alunos.

Para a componente escolar, estão disponíveis no página do projecto Unidades Temáticas de protecção de dados, que contêm uma sistematização dos tópicos a trabalhar, fichas de apoio informativas para os professores, para os habilitar a dar as aulas, sugestões de actividades a dinamizar com os alunos, materiais de trabalho e exercícios de avaliação de conhecimentos, bem como resumos destinados aos alunos.

Reportagem da SIC sobre o projecto Dadus e as questões de (in) segurança na Internet no jornal da noite de ontem.

O jornal “Público” tem hoje como um dos seus temas principais o plágio de trabalhos nas escolas portuguesas com recurso à Internet, problema que afecta todos os níveis de ensino do básico ao superior.

O que dizem os alunos:

«Há quem se gabe de ter conseguido uma “nota máxima” com um trabalho que era apenas o resultado apressado de uma operação de “corta e cola” da Internet – “mas pus lá a fonte!” Uma adolescente com um sorriso traquina explica que vai continuar a arriscar: “Aquilo na Wikipédia [a enciclopédia on-line escrita por cibernautas de todo o mundo] está tudo tão bem escrito que não vale a pena nós mudarmos nada”, diz outra rapariga de 14 anos.” Outra ainda lamenta: “Os meus professores são muito espertos, não posso copiar.”»

«Os olhos de um rapaz de 11 anos abrem-se muito, quase assustados, quando é confrontado com a pergunta: “Não tens medo que a informação que estás a tirar da Net não esteja correcta?” Nunca tinha pensado nisso.»

Sobre os livros:

«Uma coisa é certa, remata uma aluna: “Dos livros em papel não se consegue fazer copy-paste.” Tem que se ler “e escrever tudo”. O que, na sua opinião, é uma grande desvantagem. »

Indicadores preocupantes:

«Um inquérito […] feito na Universidade de Lyon, França, e [que] envolveu 1100 estudantes e 120 professores de três escolas […] revela que quatro em cada cinco estudantes confessam que já recorreram ao “copy/paste”, ou seja, já copiaram um texto da Internet para um trabalho, sem o alterar. Por isso, não é de estranhar que nove em cada dez professores já se tenham confrontado com essa situação. Num inquérito semelhante divulgado em 2006, 70 por cento dos estudantes calculam que um trabalho pode ter, pelo menos, um quarto dos textos copiados da Internet. Entre os que retiram da Internet menos de 25 por cento dos textos para os trabalhos, três em cada cinco dizem que “raramente” recorrem a esse método.
Existe uma confusão entre citar um texto e plagiá-lo, aponta o estudo, pois três em cada cinco professores consideram que as citações estão mal identificadas nos trabalhos.»

A opinião mais sensata:

«A decisão destas escolas [de bloquear o acesso à wikipédia] tem sido motivo de discussão na Internet. Denise Gonzalez-Walker, que escreve no blogue de educação do jornal Seattle Post-Intelligencer, pergunta porque é que não se pode fazer da Wikipédia uma oportunidade para ensinar. É “uma pena” que os professores e bibliotecários não façam desta situação uma oportunidade para pôr os alunos a rever as afirmações da Wikipédia, a investigar o que está escrito; e a discutir e a reflectir sobre os novos meios de comunicação, considera. »

Temos mesmo de reflectir sobre as formas de promover a literacia da informação nas nossas escolas e bibliotecas…

Dois estudos realizados no âmbito do Plano Nacional de Leitura (PNL) mostram que os portugueses estão a ler mais do que há 10 anos e propõem um conjunto de procedimentos a adoptar nos estabelecimentos de ensino. Trata-se de “A Leitura em Portugal”, sob coordenação de Maria de Lurdes Lima dos Santos (disponível aqui), e “Para a Avaliação do Desempenho de Leitura”, sob coordenação de Inês Sim-Sim (disponível aqui).

Segundo o estudo  de Lima dos Santos, verificou-se um aumento do número de leitores de livros na ordem dos 7% , enquanto nas revistas e nos jornais o número de leitores cresceu, respectivamente, 6%. e 20%. Apesar da evolução, Portugal ainda está longe dos patamares europeus, sobretudo no que diz respeito à leitura de livros.

 

De acordo com a tipologia de leitura, confirma-se que o perfil dos leitores é claramente feminizado, mais escolarizado, mais jovem, com uma percentagem elevada de estudantes.

 

O estudo “Para a Avaliação do Desempenho da Leitura”,  procurou dar resposta à necessidade de identificação e avaliação dos instrumentos existentes em Portugal para a aferição do desempenho na área da leitura.

 

Este estudo apresenta um conjunto de procedimentos a adoptar para os estabelecimentos de referências nacionais de aprendizagem da leitura ao longo dos dois primeiros ciclos do ensino básico.

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Óleo sobre tela de autor desconhecido, 1680 x 1280 mm. Casa Cadaval, Muge, Portugal.

Comemoram-se este ano os 400 anos do nascimento daquele que foi um dos maiores escritores da lusofonia e cuja prosa marcou definitivamente a moderna língua portuguesa. Não se adivinham grandes comemorações à volta da data, o que é pena, pois seria uma excelente a oportunidade de dar a conhecer às gerações mais jovens um dos seus mais notáveis antepassados, e demonstrar como a sua genialidade de quase quatro séculos se mantém inapelavelmente actual. Como o demonstra este breve excerto:

«(…) A primeira coisa que me desedifica, peixes, de vós, é que vos comeis uns aos outros. Grande escândalo é este, mas a circunstância o faz ainda maior. Não só vos comeis uns aos outros, senão que os grandes comem os pequenos. Se fora pelo contrário, era menos mal. Se os pequenos comeram os grandes, bastara um grande para muitos pequenos; mas como os grandes comem os pequenos, não bastam cem pequenos, nem mil, para um só grande. (…) Olhai, peixes, lá do mar para a terra. Não, não: não é isso o que vos digo. Vós virais os olhos para os matos e para o sertão? Para cá, para cá: para a cidade é que haveis de olhar. Cuidais que só os Tapuias se comem uns aos outros? Muito maior açougue é o de cá, muito mais se comem os brancos. Vedes vós todo aquele bulir, vedes todo aquele andar, vedes aquele concorrer às praças e cruzar as ruas; vedes aquele subir e descer as calçadas, vedes aquele entrar e sair sem quietação nem sossego? Pois tudo aquilo é andarem buscando os homens como hão-de comer e como se hão-de comer.»
Sermão de Santo António aos Peixes, pregado na cidade de São Luís do Maranhão em 1654

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