É o título de uma notícia do jornal Público de hoje, que faz o balanço dos primeiros dois anos do Plano Nacional de Leitura (PNL), baseado no Estudo de Avaliação do Plano Nacional de Leitura encomendado ao Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e coordenado António Firmino da Costa. Em declarações ao jornal, António Firmino da Costa reconhece que há “um clima social muito favorável à ideia de que o país precisa de ler mais e melhor”. Noventa e seis por cento dos 1037 inquiridos no estudo consideram os objectivos do PNL “importantes ou muito importantes” . Das 2699 escolas que responderam ao inquérito do ISCTE, 96 por cento desenvolveram actividades de leitura orientada e 65 por cento constataram progressos no domínio da leitura, o que demonstra “o apetite latente por operações de reforço das políticas de promoção da leitura e a capacidade de implantação do PNL”.

Anúncios