JEFFERSON
Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens foram criados iguais, foram dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade. — THOMAS JEFFERSON, na Declaração da Independência.

Toda honra a Jefferson — ao homem que, durante a pressão de uma luta pela independência nacional, abraçada por um povo singular, teve a calma, a visão e a capacidade de introduzir num simples documento revolucionário uma verdade abstraía, aplicável a todos os homens, em todos os tempos, e preservá-la do esquecimento de tal forma que hoje, e em todos os dias futuros, será um empecilho aos arautos da volta da tirania e da opressão, – ABRAHAM LINCOLN
Em Julho de 1776, um jovem delegado junto ao Congresso Continental da Filadélfia escrevia uma declaração que propunha o estabelecimento de um sistema de governo capaz de tornar todos os homens iguais perante a lei — a Declaração da Independência dos Estados Unidos.
Para Thomas Jefferson, o autor da declaração, o documento no entanto não significava o coroamento de uma carreira, mas o início de uma vida pública plena de realizações. Para o país a que ele servia, a declaração assinalava o nascimento de uma nação independente e forte.
Homem de grande cultura e curiosidade intelectual insaciável, Thomas Jefferson serviu seu país como embaixador na França, secretário de Estado e vice-presidente. Em 1801, tornou-se o terceiro presidente dos Estados Unidos, cargo no qual negociou a compra da Luisiana e patrocinou a expedição de Lewis e Clark, que alcançou, por terra, o litoral do Pacífico.
Na época da sua morte, em 1826, Jefferson já era considerado por seus compatriotas como um gigante entre os grandes homens da nação. Ainda hoje sua figura se destaca entre os maiores líderes norte-americanos e seu nome estará para sempre ligado à formulação dos princípios democráticos que orientam a vida política de diversas democracias em todo o mundo.

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