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FREDERICO, O GRANDE
Quando existe a possibilidade para procedimento honroso, sejamos homens de honra; quando a simulação for necessária, sejamos patifes. – FREDERICO, O GRANDE
Frederico II, rei da Prússia entre 1740 e 1786, ganhou dos seus contemporâneos o cognome de “o Grande” por uma série de feitos bem delineados: transformou o seu reino numa potência europeia, modernizou a economia e patrocinou as artes e a cultura. Mas, sobretudo, lutou — com sucesso — na maioria das guerras travadas na Europa Central em seu tempo.
Ele preferia ser lembrado como o “rei-filósofo”. Como poeta, músico e intelectual influenciado pelo Iluminismo, Frederico II deu, de facto, sua contribuição à teoria política, defendendo a supremacia do Estado e argumentando que o poder real dependia do consentimento popular, em contrapartida à tradicional crença na bênção divina para as monarquias. À frente de um exército bem treinado, o soberano definiu os padrões de guerra do século XVIII e deu impulso ao militarismo prussiano, com impacto decisivo na história da Alemanha. Estadista, não hesitou em romper tratados e alianças ao sabor de seus interesses de momento — e defendeu, sem pudor, a sabedoria dessa diplomacia pouco ética.
Nascido em 1712, Frederico II chegou ao trono com a morte de seu pai, Frederico Guilherme I, o “rei-sargento”. Era então uma figura ridicularizada por uma adolescência infeliz: o seu pai considerava-o efeminado e espancava-o publicamente. Administrador e general competente, Frederico II conquistou, de espada na mão, o respeito das cortes europeias e a confiança da população de seu reino.

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História cativante de um menino Moçambicano que, ao longo da vida foi encontrando respostas para questões que o desassossegavam…
«…Por vezes, para descontrair, fazia sozinho longos passeios pelo vale. Deleitava-se apreciando as micaias espinhosas com suas flores delicadas de tom amarelado, exalando suave perfume de fazer inveja às rosas. Adorava a estética das suas copas achatadas encimando o tronco masculino e rugoso. Dele derivavam elegantes ramos em direcção à rendilhada folhagem verde-clara. Era impressionante observar como a Natureza tinha conseguido o equilíbrio perfeito entre tronco rude provido de espinhos – no entanto, elegante: ramos também repletos de espinhos protectores a condizerem com o tronco; folhagem frágil e flor de delicadeza indescritível, com peso de pluma. Típica árvore da tela africana, saída da paleta do Criador.»

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