Continuação da história de Ulisses, de Maria Alberta Menéres

A ILHA DOS INFERNOS

Depois de Ulisses regressar a Ítaca teve uma emergência de última hora. Chegou uma carta a pedir-lhe que aprisionasse todos os mortos da Ilha dos Infernos, porque houve uma fuga. O Cérbero ficou doente, então os mortos aproveitaram a oportunidade e fugiram.
Ulisses lá partiu à aventura. Recrutou alguns marinheiros e soldados para não ir sozinho, subiram todos no barco novo e foram para a missão.
A viagem durou cerca de quarenta dias, mas eles nem deram por ela. Aportaram na Ilha dos Infernos e, para seu espanto, não viram ninguém. Só o pobre Cérbero, o cão de três cabeças, ladrava tristemente por causa da sua barriga. Imaginem que o Cérbero, o cão de três cabeças, foi lá para dentro dos Infernos e comeu carne de ovelha negra, que lhe fez mal ao estômago. Então, a primeira coisa que os marinheiros fizeram foi tratar dele.
Depois de o tratarem foram procurar os mortos desaparecidos, mas não tiveram sucesso. Foi nessa altura que Ulisses ouviu vozes vindas de uma gruta.
Quando entraram na gruta, os mortos planeavam recuperar os seus corpos, mas Ulisses não o permitiu. Foi então que apareceu a feiticeira Circe que conseguiu aprisionar todos os mortos novamente no seu lugar.
Depois desta grande aventura, Ulisses voltou para casa com um cão novo, o Cérbero. E foi a partir daí que viveram todos felizes para sempre.
Emilian Bizgu, n.º 4, 6.º  7.ª
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