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Totais mensais

O mês de Novembro que hoje chega ao fim foi um mês de recordes para o Ler para Crer, confirmando uma tendência de crescimento desde o início do ano lectivo.  Pela primeira vez, ultrapassámos a média de MIL visitas diárias, com um total mensal acima das 32 mil visitas. Foi também o mês da semana mais activa (segunda semana de Novembro, com 9202 visitas) e o dia com mais visitas (10 de Novembro, com 1663 visitas). A todos, o nosso obrigado!

Totais semanais

Foi adquirido um novo conjunto de títulos para o PNL na nossa escola:

A Cerejeira da Lua e Outras Histórias Chinesas
de António Torrado
Páginas: 62
Editor: Edições Asa

A Cerejeira da Lua e outras Histórias Chinesas reúne um total de 4 histórias, sendo uma delas inédita e tendo as restantes três sido já publicadas separadamente, em 1990, pelo Instituto Cultural de Macau. As ilustrações, realizadas propositadamente para esta edição, são de Alain Corbel, ilustrador francês residente em Portugal e galardoado com o Prémio Nacional de Ilustração relativo a 2002.


«A história dos homens é a história dos seus desentendimentos com deus, nem ele nos entende a nós, nem nós o entendemos a ele.»
José Saramago

Caim
Autor: José Saramago
Editora: Editorial Caminho


O Templo do Rubi de Fogo
Colecção: Geronimo Stilton
N.º na Colecção: 19
Sinopse: «Parto em busca do Rubi de Fogo no submarino amarelo do professor Volt. Quantos perigos na misteriosa floresta amazónica! Formigas gigantes, aranhas peludas, piranhas esfomeadas, plantas carnívoras… Ajudado pelos descendentes dos Incas, conseguirei derrotar uma quadrilha de roedores sem escrúpulos que destrói a preciosa floresta!»

Max é um rapaz que está a crescer e a entrar num mundo que não consegue controlar. O pai foi-se embora; a mãe passa cada vez mais tempo com o namorado; e a irmã a chegar à adolescência. Ele, por seu turno, refugia-se no interior do seu fato de lobo e entrega-se aos acessos de braveza de que é frequentemente acometido. Um dia, fugindo de uma discussão em casa, encontra um barco e, navegando nele, descobre uma ilha habitada por criaturas selvagens e monstruosas, de que se tornará rei.

Título: O Sítio das Coisas Selvagens

Autor: Dave Eggers

Editora: Quetzal

Hoje apresentamos-te uma ferramenta da web que permite criares texto decorativo a partir de centenas de tipos de letra e de combinações de estilo. Chama-se Cool text, é gratuita, muito rápida e os resultados excelentes, como podes ver por estes exemplos:

Aqui fica um poema do escritor que vai estar connosco no dia 10 de Dezembro:

AMIGO CAJUEIRO
Procurava-te ansioso…
Procurava avidamente a tua grande copa.
A Nela nota a minha inquietação e pergunta:
Que procuras, meu amor, porque estás ansioso?
Eu sorrio… Um sorriso nervoso.
Que procuras, meu amor…?, insiste.
Um amigo, respondo.
Um amigo carinhoso,
Um amigo que ainda não viste.
Certamente, estarei enganado.
Este não será o meu terreno…
Onde, em pequeno, brinquei e vivi.
Onde sem te conhecer, para ti sorri.
Não, este não é certamente…
Falta-lhe o meu amigo carinhoso.
Quem procuras, meu amor?
Procuro o meu cajueiro amigo.
Que desabrochava em flor.
O meu companheiro de brincadeiras
Que, apesar de tantas asneiras,
Sempre me deu amor.
Para um ou outro fruto colher,
Até pedras lhe arremessava.
Mas nunca deixou de me receber
Em seus braços quando eu chegava!
Quando me conheci, já ele adulto era.
Nunca igual vi: ponderado, cheio de paciência.
Sempre à minha espera.
Até que um dia parti.
Quase sem me despedir…
Quase a fugir.
Parti.
Que indecência… não pensei na sua dor!
Tem calma, meu amor, dizia-me Nela.
E eu, num torpor, olhava p’ra ela.
Não, não posso crer…
O meu amigo morreu!
Ai o que ele sofreu…
Ai o que os meus olhos estão vendo, Nela!
Tem calma, meu amor, dizia-me ela.
Suporta a dor.
A vida é efémera… É a realidade!
Eu sei que é verdade.
Deixo-te esta flor ingénua,
Amigo cajueiro.
Que, na minha infância, foste o primeiro!

Comemora-se amanhã, 24 de Novembro, o Dia Nacional da Cultura Científica, dia escolhido por ser o do nascimento de Rómulo de Carvalho (1906-1977).
Para assinalar este dia, deixamos-te aqui um vídeo de um poema de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho), chamado Poema Para Galileu, dito por Mário Viegas, e ainda um dos poemas mais conhecidos do poeta e cientista:

Lágrima de Preta

Encontrei uma preta

que estava a chorar,

pedi-lhe uma lágrima para a analisar.

Recolhi a lágrima

com todo o cuidado

num tubo de ensaio

bem esterilizado.

Olhei-a de um lado,

do outro e de frente:

tinha um ar de gota

muito transparente.

Mandei vir os ácidos,

as bases e os sais,

as drogas usadas

em casos que tais.

Ensaiei a frio,

experimentei ao lume,

de todas as vezes

deu-me o que é costume:

nem sinais de negro,

nem vestígios de ódio.

Água (quase tudo)

e cloreto de sódio.


Os Primos partem com os embaixadores Torres para uma semana de férias em Valência, Espanha, durante a final da Taça América, a bordo de um magnífico veleiro. Com eles encontra-se o jovem americano Richard Grant e o espanhol Javier, filho do skipper, Alonso. Pouco antes de assistirem à primeira regata, os Primos observam um saco preto a boiar na água e recolhem-no. Estranhando as reacções dos adultos, decidem abrir o saco pela calada da noite, mas alguém consegue antecipar-se. No dia seguinte, descobrem quatro misteriosas cópias do cálice mais desejado do mundo, o Santo Graal, e convencem-se de que existe um mistério a resolver. As desconfianças entre os passageiros começam a vir ao de cima: os Primos conhecem o passado de Alonso e desconfiam dele, mas os Grant também não lhes inspiram confiança. As dificuldades e as surpresas aumentam, quando um estranho veleiro sem tripulação quase abalroa o Mi Vida para desaparecer subitamente a coberto do intenso nevoeiro. Os Primos decidem ter uma reunião no mar, fora do espaço restrito do barco, mas são atacados por quatro tubarões e Ana é ferida. O motor e o rádio não funcionam, não há comida a bordo e ninguém responde ao SOS. Por fim aparece o enigmático capitão Pizarro que, depois de manter como reféns todos os adultos, lhes fala de um incrível tesouro escondido num galeão no fundo do mar…

Título: O Tesouro do Veleiro Espanhol
Autor: Mafalda Moutinho
Ilustrações: Umberto Stagni
Editora: D. Quixote

Mais sobre a colecção os primos em: http://www.osprimos.com

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