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Comemora-se amanhã o Dia Mundial dos Direitos Humanos. O dia 10 de Dezembro foi instituído em Assembleia Geral da ONU como Dia Mundial dos Direitos Humanos relembrando o aniversário da assinatura da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Para além de múltiplos recursos sobre esta efeméride que podes encontrar na Biblioteca, hoje sugerimos-te uma das nossas mais recentes aquisições:
Humanidade
Despertar para a cidadania global solidária
de Fernando Nobre

Aqui fica um excerto do prólogo:
«A razão deste livro é simples: ser um espaço de liberdade e de total frontalidade, onde exprimo, sem constrangimentos nem rodeios ou intermediários, as minhas reflexões e pensamentos mais enraizados sobre os desafios, ameaças e esperanças globais que me interpelam enquanto cidadão do Mundo e português, consciente dos meus deveres de alertar consciências após mais de trinta anos de deambulações pelas quatro partidas do Mundo. Tal responsabilidade obriga-me a dizer e escrever exactamente aquilo que penso em nome da Humanidade, pois só perante ela me sinto obrigado: não posso esperar ter cem anos para o fazer! O meu lema resume-se a uma postura simples: recuso acomodar-me e não aceito inevitabilidades ou fatalismos. Nem em nome do universo, do planeta, da Europa ou de Portugal. Neste Mundo cheio de desafios e ameaças, porque em mudança instável, acelerada e multifacetada, onde o efémero nos quer engolir triturando os nossos valores, as nossas poucas certezas e a nossa ética, ainda há esperanças.»

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Rakushisha
de Adriana Lisboa
Uma história apaixonante passada no Japão mas falada em português.
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 180
Editor: Livros Quetzal

Sinopse
Uma das maiores revelações actuais da literatura portuguesa.

Foi em Rakushisha, nos arredores de Kyoto, que o poeta Matsuo Bashô se hospedou pela última vez e redigiu um dos seus diários. E foi numa carruagem do Metro do Rio de Janeiro que Haruki e Celina se conheceram. Ele folheava um livro em japonês; ela era uma mulher triste e etérea, «pedaço de céu recoberto pela fina epiderme humana», que se aproximou com curiosidade pelo escrito exótico. Unidos pelo acaso e pelo texto de Bashô, em breve partiriam para Kyoto, em busca de coisas indefinidas, fios de teia de aranha, numa viagem de descoberta do Japão moderno e de si próprios.

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