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E foi este o resultado da votação que  decorreu em todas as turmas do 2.º e 3.º ciclos acerca das frases do Padre Alberto Neto sobre a escola nova:

A Escola Nova é:

Quem quer ser bilionário
“Slumdog Millionaire” (2008 – 116m)


Hoje sugerimos-te como filme da semana o grande vencedor dos Óscares da Academia de Hollywood do ano passado, num total de oito estatuetas, incluindo a de MELHOR FILME e MELHOR REALIZADOR

Jamal Malik está apenas a uma pergunta de ganhar uma fortuna na versão indiana de “Quem Quer Ser Milionário?”.
Mas como conseguiu este jovem oriundo dos bairros de lata de Bombaim responder correctamente às questões que eliminaram inúmeros eruditos que por ali passaram? Irá Jamal ganhar ou perder tudo, incluindo o seu grande amor?

REALIZADOR: Danny Boyle

INTÉRPRETES: Dev Patel, Freida Pinto, Mia Drake, Imran Hasnee, Anil Kapoor, Irfan Khan.

Trailer:


1.

Ser Portuguesa …

“Ser portuguesa é saber apreciar um bom café acompanhado de um maravilhoso pastel de nata;

Comer um bacalhau regado com azeite e ouvir um fado;

Fazer tudo à ultima da hora;

É ter orgulho em ser cidadão;

É ir ao baile e comer uma fartura;

É ver alguém necessitado e tentar ajudar;

É ir as compras, não saber o que levar e por fim ir-se embora de mãos a abanar;

É beber umas quantas cervejas, comer uns tremoços e ver o jogo de Portugal;

Enfim, ser Portuguesa é isso tudo e mais alguma coisa,

Ser portuguesa é nunca desistir de nada, pois tudo vale a pena!!”

Carla Lima, EFA BC

2.

Ser Cabo-Verdiana … em Portugal

“Sou Cabo – Verdiana

Em Portugal …

Vim de terra longínquas,

Atravessei águas,

Deixei lágrimas

À procura de enigmas …

Sou Cabo – Verdiana

Em Portugal …

À procura de sonhos,

À procura de imaginação

Por entre as mãos …

Sou Cabo – Verdiana

Aqui!

Onde sinto o cheiro

A Liberdade,

O cheiro da felicidade,

Labutando pela

Igualdade!

Sou Cabo – Verdiana

Em Portugal …

De mãos calejadas

Por entre as geadas

Estou aqui

Sou Cabo-verdiana

Em Portugal …!”

Maria Celestina Fernandes, EFA BC

3.

“Ser portuguesa … hoje …

Eu sou portuguesa de todo o coração!

Tenho muitas saudades … quando me lembro dos meus irmãos …

Pai e mãe já não tenho,

Com muita tristeza o digo,

Pois já não tenho palavras,

Porque com muita tristeza fico!

Eu sou de Trás – os – Montes,

De uma terra encantadora,

Que muito novinha deixei,

Para vir para Lisboa!

Gostava muito quando lá voltava de férias,

Quando ainda tinha os meus pais!

Desde que eles morreram, nunca mais voltei!

Fui criada no Minho, que tem todas as maravilhas!

Ainda me lembro das traquinices de menina,

Da minha avó que me criou,

Ai saudades da infância!”

Maria Madalena Gonçalves, EFA BC

4.

“Ser Cabo-Verdiana aqui …

Ser Cabo-Verdiana aqui significa, para mim, uma melhor oportunidade pois tudo o que tenho conquistado aqui nunca teria lá …mas isso são coisas materiais …

Cá dentro de mim ficaram as saudades,

Saudades de … ao acordar … ver a serra vestida com nuvens da cor do algodão…

Saudades das ondas do mar que batiam na área e apagavam as nossas brincadeiras …

Saudades de uma mãe lutadora,

Que hoje esta lá … mas esta só!

Saudades da minha infância, infância feliz que fez de mim a mulher que sou hoje!”

Maria Augusta Monteiro, EFA BC

5.

“Ser Portuguesa … aqui … hoje …

É sentir orgulho do meu país!

É admirar a beleza dos campos quando estão floridos, e o pôr – do – sol ao cair da noite!

Também é recordar a ribeira da Sertã as suas águas límpidas, nas quais se podiam ver alguns peixes!

Sentir saudade das festas de arraial e da doçaria tradicional que lá se vendia!

Ser portuguesa … e Beirã … é ir à missa e, se bem me lembro, no final toda a juventude se reunia no largo a conversar!

Hoje sinto alguma nostalgia dos tempos passados com as minhas irmãs e do quanto nos divertíamos.

Ser Portuguesa …hoje … aqui …

É estar a sofrer por dentro … mas ter sempre um sorriso no olhar!”

Filomena Martins Dias, EFA BC

6.
“Ser Santomense … aqui … hoje …

É sentir saudades da terra onde nasci!

É sentir saudades da casa de madeira, com telhado de zinco, onde nos dias de chuva tropical, adormecia ao som das gotas gigantescas!

É sentir saudades da minha avó, com os seus petiscos e doces tradicionais!

É sentir saudades dos riachos onde se lava a roupa!

É sentir saudades das músicas tradicionais., das praias perigosas, dos passeios de Domingo pelas matas verdes, dos carrinhos de lata e de arame que serviam de mote a concurso entre bairros!

Mais saudades sinto … quando vejo imagens e oiço relatos dos que partem à procurura de melhores oportunidades!”

Adelino Ramos Viegas, EFA BC

7.

“Ser Português … aqui … hoje …

Que triste momento este,

Lembrar a adolescência amarga como o limão,

Como eu queria esquecer,

Para não mais doer o coração!

Quem me dera ser criança,

Para não ouvir, falar e ver,

Para deixar de existir e voltar a viver!

Que português sou eu,

Que vive o orgulho da sua história,

E a tristeza do presente estado,

Que tudo teve e agora está estagnado!

Que Portugal este,

Que me tirou a inocência,

E obrigou a crescer e a viver fora do tempo,

Tempos que já lá vão, que não voltam,

E que agora são só recordações!

Que mais posso eu dizer? Nada …

Lembrar é uma dor que não quero voltar a ter!

Que posso eu fazer?

Apenas lutar e acreditar que é possível lá chegar!”

Mário Miguel Martins, EFA BC

8.

“SER DE SÃO TOMÉ… AQUI … HOJE!

TENHO SAUDADES DA MINHA TERRA!

O LOCAL ONDE NASCI ….

SOU DE SÃO TOMÉ!

GOSTO DESTA ILHA,

ELA É UMA MARAVILHA!

QUANDO FECHO OS OLHOS,

VEJO O JARDIM DO MEU BAIRRO,

TENHO SAUDADES DOS MEUS AMIGOS E FAMÍLIA!

QUANDO FECHO OS OLHOS PENSO QUE ESTOU NAQUUELAS PRAIAS,

GOSTAVA DAS FESTAS DA MINHA ZONA!

PENSO QUE ESTOU COM OS AMIGOS E TENHO SAUDADES DOS FRUTOS COMO A JACA, A CARAMBOLA, …

PENSEI QUE NUNCA DEIXARIA A CASA DA MINHA MÃE!

SÃO TOME É UM PAIS MARAVILHOSO!

A NATUREZA E AS PAISAGENS SÃO LINDAS!
TEMOS ROÇAS, O ILHÉU DAS ROLAS E O MONTE

FORTE!

PENSEI QUE NUNCA VIAJARIA PARA LONGE, DEIXAR A MINHA MÃE!

SÃO TOMÉ, TERRA LINDA, TEM BELEZA NATURAL

SÃO TOMÉ, TENHO SAUDADES DE TI, ADORO-TE!”

Daisy Guadalupe Glória, EFA BC

9. “Ser Angolano em Portugal é…

Ser angolano em Portugal é, hoje em dia, melhor do que há 20 anos atrás, mas mesmo assim não deixa de ser mau,

Como por exemplo, quando vamos procurar um emprego, mesmo antes de nos conhecerem julgam-nos logo pela raça. Isso não acontece só com os angolanos, mas sim com todos os africanos. E é por isso que o emprego mais decente que os angolanos podem arranjar cá em Portugal é nas obras.

Os portugueses pensam que a única coisa que os angolanos sabem fazer é dançar e falar mal português, mas esquecem que nem todas as pessoas são iguais e, por isso, não nos dão o devido valor.

Mas umas das boas coisas que Portugal tem para os angolanos são os estudos e a organização do país, é que os estudos de cá são muito melhores que os de lá, e o facto de o país ser mais organizado também faz com que seja mais desenvolvido e isso é uma coisa boa, claro!”

Mauro Herculano Vanduno, EFA BC

10.

“Ser Angolana … aqui em Portugal …

Para mim tem sido uma experiência de vida. Já tive momentos bons e maus. Sinto saudades dos velhos amigos que lá deixei,

Saudades dos almoços que os meus pais realizavam aos fins de semana…

A música é … a que mais saudades me trazem ….

Acima de tudo …

Ser Angolana em Portugal é fascinante pois a língua é a mesma!

Foi fácil adaptar-me, apesar da nostalgia me consumir de vez em quando …

Outras vezes são as saudades da praia da ilha de Luanda!”

Judith Cuta, EFA BC


Frases feitas por alguns alunos dos Cursos EFA e duma Turma de UFCD (Unidade Formação Curta Duração) a partir duma proposta da professora de Linguagem e Comunicação (entre os dias 8 e 24 de Fevereiro):

” Inspirando-te na figura do nosso patrono, o Padre Alberto Neto, e tendo em conta o lema da nossa escola, escreve uma frase que transmita o que sentes pela nossa escola. Podes iniciar, por exemplo, com: “A nossa escola para mim é ….”, Ou “Voltar à Escola para mim foi …” ou de qualquer outra forma à tua escolha.”

1. “Voltar à Escola para mim foi como renascer de novo, sentir a emoção de ser estudante, de aprender, de mostrar a mim mesma que sou capaz de dar muito mais de mim, que posso chegar longe. Sinto-me muito feliz por estudar aqui nesta escola, onde não há distinções, somos todos iguais e todos diferentes. Escola esta onde todos aprendemos a ser solidários, humanos e sinceros! Vale a pena estudar na nossa escola!”
Maria Celestina Fernandes, Turma EFA BC

2. “Voltar à escola para mim foi o reencontro de tudo aquilo que nos anos passados ficou para trás por razões financeiras!”
Adelino Viegas, Turma EFA BC

3. “Voltar à Escola, para mim, representou conhecer novas pessoas, relembrar e também aprender novas coisas, coisas importantes e úteis no nosso dia-a-dia, bem como para o nosso futuro. A escola ajuda-nos a ser melhores pessoas, cultas e com boas profissões, também é importante para a nossa auto-estima.
Carla Pinheiro Lima, Turma EFA BC

4. “Voltar à Escola, para mim, passados tantos anos, foi um acto de coragem! Também a realização de uma vontade, que já tinha desde os meus 18 anos, bem como a necessidade de aprender mais!
Filomena Martins Dias, Turma EFA BC

5. “Voltar à Escola para mim foi a realização de um sonho antigo porque é muito importante para mim tirar o 12º ano, ter um Curso Superior … então …”.
Maria Augusta Monteiro, Turma EFA BC

6. “Gostei muito de voltar à Escola; só tenho pena de não ter tido outras possibilidades na altura em que era pequena. Agora, com 53 anos, já é muito difícil!”
Maria Madalena Gonçalves, Turma EFA BC

7.”Voltar à Escola foi, para mim, voltar a crescer! A nossa Escola é, para mim, a minha segunda casa porque a Escola é a base da vida em sociedade. Cada aula é um passo e cada ano é um avanço. Nunca é tarde para aprender porque aqui não se aprende apenas a ler e a escrever, aprende-se a VIVER!”
Joel Brandão Capita, Turma EFA BG

8. “Voltar à Escola foi como uma segunda oportunidade para aprender a crescer!”
Bruno Pereira, Turma EFA BG

9. “Voltar à Escola para mim foi um grande recomeço! Estudar é, para mim, um grande início de tudo!”
Fatumata Binta Bari, Turma EFA BG

10. “A nossa escola é, para mim, como uma segunda casa; aprendo e esforço-me muito, quando tenho dúvidas ou estou em baixo são os meus amigos da Escola que me levantam o moral. Voltar para a Escola outra vez é uma sensação diferente! Eu vejo que mudei muito! Agora, na Escola, aprendo a ser mais responsável, conheço novas pessoas, tento lidar com tudo da melhor maneira possível. É um ambiente diferente do que estava habituado antes. Gosto desta Escola!”
Denilson Monteiro, Turma EFA BG

11. “Desde que estou na Escola de Rio de Mouro sinto-me mais seguro, tanto ao nível dos conhecimentos, como na relação com os professores, em geral.”
Santos Pedro Holanda, Turma UFCD de LC

12. “O que eu sinto por esta Escola é uma grande “paixão”! Esta Escola é, para mim, muito importante, tal como foi o Homem que ajudou a construir o seu projecto – o Padre Alberto Neto”.
Patrício Mendes, Turma UFCD de LC

13. “A nossa Escola é muito importante para mim porque me ajudou a concretizar o meu sonho! Este é o primeiro ano que estudo nesta Escola mas sinto que é uma Escola muito “fixe” e muito bem organizada. É uma escola importante para eu dar passos para o meu futuro!”
Frederico Mendes, Turma UFCD de LC

14. “A nossa escola é, para mim, um centro de Educação, ainda bem que pude voltar à Escola. Era um objectivo muito antigo! Havia de haver muitos Padres Alberto Neto para espalhar a força e para ajudar os jovens e os mais carenciados a lutar por uma vida melhor! A escolha do seu nome para Patrono foi muito bem feita porque ele foi um ser humano como há poucos! Foi pena ter morrido pela Liberdade e por ensinar a Justiça e o Amor!”
Rosa Alpande, Turma UFCD de LC

15. “Voltar à Escola para mim foi muito bom! É uma grande honra para mim estudar numa Escola como esta. Padre Alberto Neto, muito obrigado pela sua dedicação!”
Deolinda Mucumbi, Turma UFCD de LC

16. “Considero esta Escola importante porque é acolhedora, segura e oferece estabilidade aos seus alunos!”
Florença Essenje, Turma UFCD de LC

17. “Para mim, voltar a estudar foi uma escolha muito importante. É bom aprender as coisas que ainda não sei. Gosto de estar nesta Escola porque me sinto bem. Obrigado Padre Alberto Neto por ter existido!”
Joana Neto, Turma UFCD de LC

18. “A minha volta à Escola foi um dos acontecimentos mais importantes da minha vida! Assim que retornei à Escola comecei a ser uma outra pessoa no meio dos meus filhos e das outras pessoas. Foi ainda mais difícil quando tive as primeiras aulas porque nunca tinha estudado em Portugal. Agora sinto que foi muito bom porque já falo sem receios. Foi uma grande honra na minha vida ter tido professores que tiveram muito trabalho para me ajudar; hoje em dia quando há debates nas aulas já falo.
Já sofri muitas ofensas na vida porque não sabia falar nem escrever bem. Mas esta Escola deu-me uma vida nova – agora já posso dizer que nunca é tarde para o meu sonho se realizar! Esta é a verdade!”
Jovita Kassungo, Turma UFCD de LC

Integrado no programa de comemorações do Dia da Árvore e do Dia da Poesia, continuamos hoje com publicação de uma colectânea de 20 poemas sobre a árvore ou a natureza, maioritariamente de autores portugueses.

A Um Carvalho

Eis o pai da montanha, o bíblico Moisés

Vegetal!

Falou com Deus também,

E debaixo dos pés, inominada, tem

A lei da vida em pedra natural!

Forte como um destino,

Calmo como um pastor,

E sempre pontual e matutino

A receber o frio e o calor!

Barbas, rugas e veias

De gigante.

Mas, sobretudo, braços!

Longos e negros desmedidos traços,

Gestos solenes duma fé constante…

Folhas verdes à volta do desejo

Que amadurece.

E nos olha a prece

Da eternidade

Eis o pai da montanha, o fálico pagão

Que se veste de neve e guarda a mocidade

No coração!

Miguel Torga


Na altura em que se estreia o filme homónimo de Tim Burton, escolhemos para livro da semana o clássico de Lewis Carroll que tem encantado gerações de crianças há quase 150 anos

Esta pequena obra-prima da literatura mundial, que foi escrita para entreter uma menina chamada Alice Liddell, durante um calmo passeio de barco no Tamisa, durante uma tarde quente de Julho de 1862, é uma das mais extraordinárias histórias de sempre, onde a imaginação reina como senhora absoluta, o absurdo e o nonsense delirante dominam e onde tudo é possível. O Coelho Branco, o Gato de Cheshire, a Lebre de Março, o Chapeleiro Maluco, a Rainha de Copas…e, claro, Alice…Quem não se lembra das personagens que Lewis Carroll imortalizou e que fazem parte do imaginário de várias gerações?

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