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O jornalista da Sic Notícias João Moleira esteve hoje na nossa escola para uma entrevista para o canal de televisão InfoPan.
João Moleira, 33 anos, faz parte do grupo de fundadores da SIC Notícias. Antes de entrar na SIC Notícias, foi redactor do jornal “Notícias de Alverca” e jornalista na Rádio Ateneu (Vila Franca de Xira), Rádio Horizonte Tejo (Sacavém), Rádio Lezíria (Vila Franca de Xira) e no semanário “Vida Ribatejana”.
O percurso na televisão começou no CNL – Canal de Notícias de Lisboa, em Abril de 1999 e prolongou-se até ao fim do projecto, em Junho 2000. Actualmente podemos vê-lo como pivô de Edição da Manhã, da SIC e SIC Notícias.

Na nossa escola, foi entrevistado pelo Martim Machado e pela Maria Inês, numa entrevista que em breve poderás ver no nosso canal de Televisão

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Três chávenas de chá
de D. O. Relin, Greg Mortenson
Edição: 2008
Páginas: 328
Editor: Casa das Letras
ISBN: 9789724618180

Sinopse
A inspiradora história de um Indiana Jones verdadeiro e da sua extraordinária campanha humanitária em terreno talibã.

Em 1993, um alpinista chamado Greg Mortenson foi parar a uma aldeia pobre do Paquistão nas montanhas do Caracórum depois de uma tentativa falhada de chegar ao K2, a montanha mais difícil de escalar em todo o mundo. Sensibilizado com a bondade dos habitantes que o acolhem e lhe sararam as feridas, prometeu regressar e construir uma escola. Três Chávenas de Chá é a história dessa promessa que se tornou numa das campanhas humanitárias mais notáveis dos nossos dias.
Durante a década seguinte, Mortenson construiu não apenas uma, mas cinquenta e cinco escolas – especialmente para raparigas – no terreno proibitivo que deu origem aos talibãs e que serve de refúgio para a Al-Qaeda. A sua história é simultaneamente uma aventura empolgante e um testemunho do poder do espírito humanitário, mostrando o que uma pessoa dedicada e verdadeiramente apaixonada pode fazer no mundo.
Três chávenas de chá de D. O. Relin, Greg Mortenson

Críticas de imprensa
«A missão de Mortenson é admirável, a sua convicção inatacável e o seu território exótico.»
The Washington Post

«Uma narrativa inspiradora… um homem que merecidamente deve ser chamado de herói.»
People Magazine

«Um relato impressionante de como se faz a paz.»
Bloomsburry Review

Sobre o Paquistão.
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Decorreu hoje na nossa escola uma formação sobre audiobooks e a leitura nos novos suportes digitais, intitulada «Livros que falam para todos os sentidos», com as formadoras Ana Oliveira e Teresa Adão da Editora «Edições Esgotadas». Estiveram presentes mais de 20 professores da nossa e de outras escolas. O objectivo desta formação foi sensibilizar e capacitar os professores no sentido de utilização das novas tecnologias na promoção da leitura e no desenvolvimento de competências leitoras em alunos com diferentes características.

A alegria de fazer amigos é:

– Como uma flor a crescer e a dar a sua beleza (Beatriz)

– Inesquecível (Bárbara)

– Sonhar acordado (Priscilla)

– Quando nos sentimos completos (Marta)

– Sentir a pele das pessoas no coração (Mónica Ramos)

 

O caminho da amizade é:

– Um passo em frente (Beatriz)

– De felicidade (Tatiana)

– Longo (Gabriela)

– Um caminho aberto para todos (Mónica Neves)

– Um coração cheio de alegria (Jéssica)

– Ser feliz e saber aceitar o que vem pela frente (Mónica Ramos)

 

Ser amigo de alguém é:

– Uma peça que completa um puzzle (Beatriz)

– Ser o seu guarda-segredos (Calilo)

– Ser fiel (Tatiana)

– Uma janela de felicidade (Iara)

Quando encontrares um amigo:

– Trata-o bem (Bruno)

– Deixa-o ser o herói dessa aventura (Calilo e Beatriz)

– Recebe-o de braços abertos (Calilo)

– Guarda-o bem (Gabriela)

– Guarda-o no teu coração (Priscilla)

Conjunto de textos do arquitecto português Raul Lino (Lisboa, 21 de Novembro de 1879 – 13 de Julho de 1974), reunidos num livro publicado pelo jornal O Independente em 2004.

Excerto:

«Eu desejaria encontrar uma imagem feliz, uma parábola ao jeito evangélico, para por meio dela conseguir impressionar todas as pessoas, fazendo–lhes sentir quanto perdem, não tanto no seu bem-estar físico, como na sua vida espiritual, no seu entretenimento recreativo, por não saberem ou não quererem aproveitar a riqueza posta pela Natureza à sua disposição por via do mais maravilhoso aparelho do nosso corpo que são os olhos! Efectivamente, pelo uso que muita gente faz dos órgãos da vista, bera podiam contentar-se com terem olhos de pau, pintados nas cores naturais…
O arvoredo deve emoldurar os monumentos, aconchegar as construções, encher de manchas adequadas na forma, no porte e na cor as feias peladas, que ainda restam por entre o casario das colinas [de Lisboa]. […] Roma deve em grande parte a sua augusta beleza, a sua aliciante harmonia, ao acorde básico das suas azinheiras, dos seus pinheiros mansos e dos seus ciprestes, que atravessa aquele panorama com a música de uma harpa eólica – dito isto sem literatura!
Quando me defrontei com o Parthénon senti o influxo do seu enfeitiçamento… […] Tive a sorte de sustentar um namoro de quatro dias com este monumento único. Começava em cada dia quando, ainda sentado na cama, eu via pela janela do quarto os primeiros raios do Sol a tingirem de ouro e púrpura o vértice do coroamento triangular do lado nascente do templo dedicado à deusa virgem Atena.»

Raul Lino:
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Hoje é dia 14 de Fevereiro, Dia dos Namorados, e concluímos assim a publicação da reflexão sobre o amor, da autoria de alunos do 6.º ano.

Uma vida sem Amor é como…

Uma vida de dor. (Laura Pereira, 6º1ª)

Um poeta sem ideias. (Beatriz Marques, 6º1ª)

Uma escola sem estudantes, uma casa sem habitantes. (Tiago Martins, 6º1ª)

Uma folha em branco, um livro sem palavras. (André Pires, 6º1ª)

Estar preso numa ilha deserta. (Raul Carvalho, 6º1ª)

Um mar seco. (Rafael Rodrigues, 6º1ª)

Um mundo sem cor. (Margarida Santos, 6º1ª)

Estarmos cegos, mudos, a sofrer em silêncio. (Telma Pessoa, 6º1ª)

Uma vida sem sentido. (Tiago Truta, 6º3ª)

Perder uma parte de si. (Milton Veiga, 6º3ª)

Uma vida perdida. (Bruno Vicente, 6º3ª)

Triste, vazia e sem graça. (Helena Ferreira, 6º3ª)

Uma desilusão. (Arménia Nicolau, 6º3ª)

Uma vida a preto e branco. (Romana Cassamá, 6º3ª)

Escura, sem luz e sem calor. (João Ferreira, 6º3ª)

Um inferno. (Jorge Monteiro, 6º3ª)

Um doce sem açúcar. (Maria Silva, 6º7ª)

Julie & Julia
de Julie Powell
365 dias, 524 receitas, 1 cozinha numas águas-furtadas, a descoberta de uma grande paixão.
Edição: 2009
Páginas: 315
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722520478
Colecção: Histórias de Vida

Sinopse
À beira dos trinta, encurralada num desinteressante trabalho como secretária sem fim à vista e num minúsculo apartamento, Julie Powell resolve recuperar a sua vida, perdida num quotidiano monótono, através da culinária. Ao longo de um ano, experimenta cada uma das 524 receitas da lendária Julia Child. Gradualmente passando dos oeufs en cocotte ao bistek sauté au beurre, começa a perceber que aquele Projecto (acompanhado por blog) está a mudar a sua vida. A sua recompensa é não só um recém-adquirido respeito por fígado de porco e mioleira de vaca, mas uma vida inteiramente nova – e vivida com estilo e muito gosto.

O livro deu origem a um filme com o mesmo título. Aqui fia o trailer:

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Ser boa mãe

Ser boa mãe é, sobretudo, ser a nossa melhor amiga.

Ser boa mãe é ser boa conselheira, aconselhar-nos sobre as decisões que tomamos, é ser carinhosa, atenciosa e cuidar bem de nós, é ser boa ouvinte, para podermos conversar e desabafar.

Ser boa mãe não é bater, mas sim repreender-nos e castigar, quando merecemos.

Ser boa mãe é estar atenta a tudo o que nos rodeia: escola, amigos, atitudes.

Eu, um dia mais tarde, irei recordar todos os momentos importantes e irei dizer: “A minha mãe foi uma boa mãe”.

Bárbara Viegas, 5.º 5.ª

UM BOM PAI

Um bom pai é aquele que é responsável pelo filho, que ajuda nas tarefas escolares, brinca, fala e educa, transmitindo-lhe valores, e também ajuda a mulher.

UMA BOA MÃE

Uma boa mãe é aquela que fala connosco quando mais precisamos, é aquela que nos apoia em tudo, é aquela que orienta a casa.

Rafael Cláudio, 5.º 5.ª

Concluímos hoje a publicação dos textos vencedores do concurso de escrita criativa com o texto vencedor na categoria 2.º ciclo.

A revolta dos perus

Havia uma quinta que tinha imensos perus e estavam todos condenados a morrer naquele mês de Dezembro.

Inconformados com o seu triste destino, os perus decidiram fazer alguma coisa. Conversaram uns com os outros e começaram a gritar:

– Socoooooorrrrrrrroooo!!! – pediam uns.

– Ajudem-nos!!! – imploravam outros.

– Não queremos morrer assados… – lamentavam-se outros tantos.

– Eu quero um advogado… – dizia um dos mais espertos.

Parecia que não havia nada que pudessem fazer para se salvarem. Mas existia no meio deles um super peru que era o macho dominante. Ele era o peru absoluto, o mais forte e o mais inteligente! E teve uma ideia! Resolveu chamar a televisão para gravar um anúncio. A televisão achou que era um assunto tão original que compareceu de imediato na quinta e gravou o tão desejado anúncio que passou em todos os canais:

– Amigos perus, vamos revoltarmo-nos contra o Natal! Abaixo o Natal! Saiam todos à rua no próximo dia 23 de Dezembro. Compareçam na manifestação para decidirmos o nosso destino!

E foi assim que todos os perus do país se juntaram nesse dia para gritar nas ruas: “ Vida, sim! Peru assado, não! Têm fome, comam pão!”

– Amigos perus, concordam? – gritava o líder da manifestação.

– Siiiiiiiiiiiiim! – respondiam em coro os perus.

– Querem fugir? – propôs o chefe.

– Fugimos!!! – gritaram todos.

E foi assim que os perus fugiram todos para longe deixando toda a população a pão no dia de Natal.

 

Pedro Afonso, N.º 17, 6.º 1.ª

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