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A Escrava de Córdova
de Alberto S. Santos
Edição: 2010
Páginas: 472
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04166-1

Sinopse
Conseguirá o amor vencer as barreiras da religião?

A Escrava de Córdova segue a vida de Ouroana, uma jovem cristã em demanda pela liberdade e pelo seu lugar especial no mundo. Confrontada com as adversidades do tempo em que lhe foi concedido viver, e em nome do coração, a jovem terá de questionar a educação, as convicções e a fé que sempre orientaram a sua existência. Será, por entre a efervescência das mesquitas e o recato das igrejas graníticas da sua terra, que a revelação por que tanto almeja a iluminará.
Uma história inolvidável de busca de felicidade que tem lugar nos séculos X-XI, numa época pouco tratada pela Historiografia oficial e mesmo pela ficção romanceada. Um pretexto para uma brilhante explicação sobre o caldo cultural e civilizacional celto-muçulmano dos actuais povos peninsulares e uma profunda explanação sobre as origens, fundamentos e consequências da conflituosidade étnico-religiosa que hoje, tal como no distante ano 1000, ainda grassa no mundo.
Alberto S. Santos, com rigor histórico e descrições impressivas, revela-nos a mentalidade, a geografia, o quotidiano urbano, as concepções religiosas, a fremente História do dobrar do primeiro milénio, e, sobretudo, a intensidade com que se vivia na terra onde, mais tarde, nasceram Espanha e Portugal. Dá-nos ainda a conhecer o ângulo mais brilhante, mas também o mais duro e cruel, da civilização muçulmana do al-Andalus.
Apresentação do livro:

Entrevista com o autor

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Comemora-se no próximo sábado, dia 2 de Abril, o Dia Internacional do Livro Infantil. Para assinalar essa data, publicaremos todos os dias uma fábula. Hoje é a segunda:

O corvo e a raposa

 

E fama que estava o corvo

Sobre uma árvore pousado,

E que no sôfrego bico

Tinha um queijo atravessado.

 

Pelo faro àquele sítio

Veio a raposa matreira,

A qual, pouco mais ou menos,

Lhe falou desta maneira:

 

— Bons dias, meu lindo corvo;

És glória desta espessura;

És outra fénix, se acaso

Tens a voz como a figura!

 

A tais palavras o corvo

Com louca, estranha afoiteza,

Por mostrar que é bom cantor

Abre o bico, e solta a presa.

 

Lança-lhe a mestra o gadanho,

E diz: — Meu amigo, aprende

Como vive o lisonjeiro

A custa de quem o atende.

 

Esta lição vale um queijo,

Tem destas para teu uso.

Rosna então consigo o corvo,

Envergonhado e confuso:

— Velhaca! Deixou-me em branco,

Fui tolo em fiar-me dela;

Mas este logro me livra

De cair noutra esparrela.

(Trad. de Bocage)

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