A partir de Setembro deste ano, a nossa escola, à semelhança das outras escolas de Portugal, vai passar a utilizar as normas do Acordo Ortográfico em todos os documentos. Para te ires habituando ao que vai mudar, iniciaremos hoje no blogue uma rubrica com as principais mudanças introduzidas pelo Acordo Ortográfico.

O Alfabeto

O alfabeto da língua portuguesa passa a ser oficialmente composto por 26 letras, com a integração de k (capa ou cá), w (dâblio ou dáblio) e y (ípsilon). Estas letras são usadas  apenas em casos especiais, como em abreviaturas, siglas, símbolos, nomes próprios,
palavras estrangeiras e seus derivados:

a) Em antropónimos originários de outras línguas e seus derivados (nomes próprios, sobrenomes ou apelidos e suas derivações): Franklin, frankliniano; Kant, kantismo; Darwin, darwinismo; Wagner, wagneriano; Byron, byroniano; Taylor, taylorista.

b) Em topónimos originários de outras línguas e seus derivados (nome geográfico próprio de região, cidade, vila, povoação, lugar, rio, logradouro público, etc.): Kuwait, kuwaitano; Malawi, malawiano; Seychelles, seychellense; Okinawa, okinawano; Washington, washingtoniano; Yorkshire, yorkshiriano

c) Em siglas, símbolos, unidades de medidas de abrangência internacional: TWA, KLM, K – potássio (de kalium), W – oeste (de west), kg – quilograma, km – quilómetro, kW – quilowatt , yd – jarda (de yard), watt.

d) Em estrangeirismos de uso corrente: estrangeirismos de uso corrente:  kart, workshop, software

Recomenda-se a substituição, sempre que possível, dos topónimos estrangeiros pelas formas vernáculas (linguagem sem estrangeirismos na pronúncia) correspondentes:
De Anvers por Antuérpia
De Milano por Milão
De Zürich por Zurique
De München por Munique
De Géneve por Genebra
De Torino por Turim
De London por Londres
De Shangai por Xangai