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Um livro é…

… um bloco “com vida”. (João)
… uma aventura e um passo na vida. (Beatriz)
… um objeto muito precioso. (Rafael)
… um amigo de folhas. (Edson)
… um mundo à parte, um passaporte para a magia, para a fantasia e para o conhecimento. (Daniela)
… uma aventura especial, num mundo também especial, cheio de surpresas e gozo. (Matheus)
… onde posso viajar sem sair do mesmo lugar. (Calilo)
… algo que me faz sonhar e acreditar que consigo chegar onde quero. (Mónica Neves)
… um lugar onde posso dar asas à minha imaginação. (Mónica Ramos)
… uma lição de vida e um grande-pequeno prémio. (Madna)
… como conhecer um novo amigo. (Ana)

photo credit: Noukka Signe via photopin cc

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Já está disponível na nosso audioteca uma nova obra em audiotexto. Trata-se de «O sapo apaixonado», uma história de amor entre dois seres, um verde e um branco! Vale a pena escutar! Também está disponível no facebook e na página da escola.

A nossa escola acaba de publicar o seu primeiro audiobook no âmbito do projeto de audiotextos que decorre ao longo de todo este ano letivo. Trata-se de uma coletânea de 11 audiotextos sobre o Natal, na maior parte originais escritos pelos alunos (apenas «O Natal das Bruxas» não é original) e gravados pelos próprios alunos. As ilustrações que acompanham cada audiotexto são também originais. Para ouvir aqui.

Conclusão do conto «A Bela Moura» de Alice Vieira:

A Bela Moura reparara que algo estava mal. Então saiu do cavalinho real e, sem saber bem para onde ir, procurou o palácio do pai do Conde Florival.
Finalmente, a princesa encontrara o seu amado e diz-lhe :
– Mas, meu amado, o que fazeis aqui com essa mulher?
– As minhas desculpas. Quem sois, senhora?- pergunta o Conde sem se lembrar.
– Não me quereis explicar porque falais com o meu príncipe?- interrompeu a velha, olhando para uma flor com um sorriso malvado.
Isso deu uma ideia à linda princesa, que arrancou uma flor e cantou :

Eu bem te avisei…
Com carinho esperei.
Mas, sem saberes, o meu coração partiste
E eu fiquei triste,
Mas, agora, eu sei que te vais recordar
Do meu olhar de amor
E, sem dor, te voltarás a lembrar…
O Conde olhou para a Bela Moura e bastou uma palavra para abençoar a felicidade dos dois : AMO-TE .
Alice Silva 6.º 5.ª  n.º1

Quando eu era pequena, a minha mãe lia-me todas as noites o livro “Uma história mágica”.

A história começa num dia de chuva. Lisa queria brincar no jardim com Morgan, o cão, e a Gata, mas a mãe não deixava. Tentou de muitas maneiras ir para a rua mas só armou confusão. A mãe teve a ideia de pendurar duas folhas de papel na parede e Lisa desenhou uma fada. Quando Morgan entrou em casa, encharcado, sacudiu o pelo e molhou o desenho da Lisa. Ela zangou-se, porque a tinta da sua fada estava a escorrer.

Então, a fada ganhou vida e disse à Lisa para não se zangar tanto com o Morgan. Eles tinham que ir procurar o sol. A fada fez um buraco na parede com um dos seus lápis mágicos. E lá foram os quatro à procura do sol. Passaram por um arco-íris e viram um galo com a crista e as penas da cauda brancas, que não os deixava passar. A fada disse à Lisa para o pintar com os seus lápis, e o galo deixou-os passar, abrindo uma passagem secreta. Depois encontraram uma rainha muito curiosa, com uma coroa de papel branco. Lisa pintou a sua coroa. A rainha não se lembrava onde era a passagem secreta, mas a fada encontrou-a. Encontraram, a seguir, muitos sapos, que diziam que eles não podiam passar. Lisa desenhou um grande lago com o seu lápis prateado e os sapos saltaram para a água, esquecendo-se de lhes dizer onde era a passagem secreta. Mais uma vez, a fada encontrou a passagem. Entraram numa casa onde havia muitos bebés. Lisa ficou muito surpreendida. A mãe cegonha perguntou quem se atrevia a incomodar, pois estava a tentar que os bebés fossem adormecessem. Lisa teve uma ideia: desenhou uma cortina e decorou-a com muitas estrelinhas, desenhando cada uma com muito cuidado, até os bebés adormecerem. Saíram pela janela ainda a tempo de verem o pôr-do-sol.
Lisa estava com sono. Desenhou uma colcha e perguntou ao sol se, no dia seguinte, a iria visitar. Todos adormeceram. De manhã, a mãe da Lisa acordou-a. Quando Lisa se levantou, viu o sol a brilhar lá fora à sua espera. Então, Lisa, Morgan e a Gata foram brincar para o jardim.

Marta, nº 17 – 6º5ª

Aqui fica uma recomendação de leitura do Tiago Ferreira, do 6.º 5.ª

O livro que me encantou

O livro que me encantou foi o do Geronimo Stilton, “A Múmia sem Nome”. Este livro é sobre uma aventura do narrador no museu egípcio de Ratázia. Nesta aventura, ele tenta descobrir quem é a “múmia sem nome” e, para isso, tem a ajuda do Benjamim e da sua amiga Pandora.

Este é o meu livro favorito porque eu gostei das descobertas e de todo o mistério que houve no museu.

Também já tinha lido outro livro do Geronimo Stilton, chamado “O Grande Campeonato de Futebol”, mas preferi ler o livro da “Múmia sem nome” pois acontecem mais aventuras interessantes.

Eu recomendo que comprem e leiam os livros de Geronimo Stilton.

Trazemos-te hoje a História «E se de repente… Salvasses uma princesa», da autoria dos alunos do 6º 6.ª (2010-11) da nossa escola, com o Professor João Miguel Alves, publicada na revista «Visão Júnior».

A aventura de Sofia

É uma menina vulgar, de apenas 15 anos, é alta, um pouco gordinha, mas ágil, tem o cabelo pelos ombros, preto e liso, tem os olhos verde-escuros, a boca é ligeiramente pequena e o nariz é médio em tamanho. É uma menina alegre e sorridente, adora aventuras e novas emoções. O nome dela é Sofia.

Era o dia mais quente de verão, parecia que o Sol estava a 10 metros do solo, eram quase 14h da tarde.

Quem estava presente era a mãe de Sofia e a Floco-de-Neve:

– Se precisares de alguma coisa, liga-me – recomendou a mãe.

– Sim, mãe, não se preocupe.

– Até logo, Sofia – diz a mãe dando um beijo na testa de Sofia.

– Até logo, mãe.

Sofia dirigiu-se para a casa de banho, para lavar os dentes, mas quando agarra na escova e a puxa, vê que a escova de dentes está presa ao copo, e o copo está preso ao bidé. Quando olha para trás, fica boquiaberta com o que vê, a parede desaparecera dali, e no seu lugar, havia umas escadas a descer, que pareciam não ter fim. Sofia decide entrar.

E de repente, graças a curiosidade de Sofia, está num mundo completamente diferente do dela, mas completamente igual.

Sofia, nesta aventura, vai acompanhada pela Floco-de-Neve, a sua cadela branca.

Mas quando chega a meio daquele grande túnel, vê uma placa e três botões, amarelo, preto e azul, e a placa dizia “Quem por aqui passar, uma aventura vai achar, mas o botão certo, terá de apertar!”. Sofia não percebeu, mas apertou o botão amarelo, e de repente ao lado dela aparecem duas portas, ela abre uma, mas apenas há uma parede com água à frente, e a outra apenas relva fresca. Sofia entra na porta com relva, mas a Floco-de-Neve começa a puxá-la, pois sabia que ali havia algo fora do normal. Sofia não liga e entra, mas ao seu lado aparece um monstro, que lhe faz uma adivinha:

– O que é que de manhã tem quatro patas, à tarde duas e de noite três? Acerta e sais daqui, erra e para sempre ficam aqui!

Depois de muito pensar, Sofia responde com medo:

– O ser humano. De manhã, é quando é bebé e gatinha, à tarde, é quando é adulto e anda cobre as pernas, e à noite, é a velhice quando usa um apoio!

-Aaaah – ruge ele – acertaste, podes sair.

Sofia sai dali e fecha a porta com toda a força. E entra na outra porta que parecia não ser nada, mas havia a continuação do túnel:

– Anda, Floco-de-Neve.

E a Floco-de-Neve salta para o colo de Sofia cheia de medo.

Ao entrar na porta, Sofia, vê um anel no chão, apanha-o e guarda-o no bolso, caminhando com mais medo do que no início.

Ao chegar ao fim do túnel, vê apenas um mundo igual ao seu, mas contudo diferente, prédios altos e direitos, mas estranhos, estradas de carvão preto, mas algo se passava, os habitantes, andavam tristes e desanimados. Até que quando se virou percebeu o porquê: um robô andava a controlar aquele mundo, obrigando tudo e todos a fazerem o que queria.

Um habitante vem ao encontro dela, acompanhado por uma pobre criança:

– Sofia, por favor, ajuda-nos! Só tu nos podes salvar.

– Eu?! – pergunta admirada.

– Sim, há muito que este povo te esperava.

– A mim? Porquê?

– Sim. Porque tu tens a alma da princesa, que fugiu para dentro de ti.

– Não, isto deve ser um grande engano.

– Não, é real – começa a pobre criança – há cerca de cem anos, aquele enorme robô invadiu o nosso mundo, fazendo o que lhe apetecia, e o rei e a família fugiram, mas foram presos, apenas a princesa conseguiu escapar, refugiando-se em alguém, esse alguém és tu!

– Pronto está bem. Rendo-me, se o que me dizem é verdade, digam-me, o que, tenho de fazer

– Tens de destruir o robô, mas não tenhas medo, nós e a princesa, iremos ajudar-te.

Sofia, cheia de medo, lá foi ao encontro do robô, acompanhada pela Floco-de-Neve, o habitante e a criança.

O robô, tinha dez vezes o tamanho de Sofia, era feito de bronze, tinha uma boca enorme, com dentes muito afiados e grandes, os olhos eram grandes e vermelho-rubros, o corpo era rectangular, com um desenho de uma serra no topo.

Ao chegarem ao castelo, onde o robô habitava, a Sofia gritou com medo, mas com uma voz de valente:

– Eh, tu, seu monte de latas, feio!

– Isso foi para mim? – pergunta ele zangado!

– Sim foi, porquê? Tens problemas?

Sofia, sem mais nada à mão, faz, com o anel, um reflexo vindo do Sol bater no robô, enquanto a Floco-de-Neve lança um ladrar enorme e fica do tamanho do robô.

Sofia, sem saber, diz umas palavras que lhe vêm à cabeça, apontando para o robô:

-Aiamara Sagrala Mocalé!

Ao dizer estas palavras, o robô começa a derreter e a princesa sai do corpo de Sofia, e aparece ao lado dela:

-Arababá Cantála! – diz a princesa, apontando a coroa para o robô.

O robô transforma-se em pó muito fino, que o vento leva com ele.

– Obrigada, Sofia – agradece a princesa.

– De nada. Mas não teríamos conseguido sem a sua ajuda.

– Mas tu ajudaste-nos não só a vencer o robô, como também nos ajudaste a trazer a minha família de volta.

– O quê?

– Olha para trás de ti.

– Obrigado, Sofia – agradece o rei – Como recompensa, dar-te-ei o que quiseres.

– Só queria voltar para casa.

Ao dizer estas palavras, Sofia estava em casa com a Floco-de-Neve, de volta ao normal, e diz:

– Que aventura, mas é bom estar de volta a casa!

E a Floco-de-Neve responde com um ladrar.

– Filha, acorda. São horas de ir para a escola – acorda-a a mãe.

– Sabes, mãe, hoje sonhei contigo.

-Foi? Vá, vai-te vestir.

Sofia levanta-se, veste-se e, quando vai à casa de banho e puxa a escova de dentes, esta está presa:

-Oh não, outra vez não.

Um trabalho da aluna Alice Silva, do 6.º 5.ª.

Decorreu na passada terça-feira, na biblioteca da escola, a cerimónia de entrega do livro Pequenos Autores Notáveis aos respetivos autores, alunos da oficina de escrita criativa do ano lectivo passado. A cerimónia contou com a presença do Sr. Diretor do Agrupamento e dos professores responsáveis pela oficina, Cristina Cunha, Ana Paula Rocha e João Alves. Alguns alunos leram excertos dos seus trabalhos e houve ainda espaço para dois momentos musicais, em que um grupo de alunos do 6.º ano cantou temas publicados no livro. Aqui ficam algumas fotografias do evento:

Aqui ficam algumas frases de autoria dos nossos alunos a propósito da efeméride que se comemorou ontem

Teacher´s day
6º 1

1- A good teacher is someone who has a lot to teach and motivates her students to learn.

2- A good teacher is someone who likes and helps her students.

3- I like my teacher, because she is very funny!

4- I like my teachers, because they are smart and good teachers.

5- My teachers are very good and they are funny.

6- I like my teacher of English, because she is pretty and good for me, and helps all the students.

6º 5

1- My teacher of English has a strong personality. We like her.
2- My teacher is very, very important and good.
3- Our teacher is strict, because she wants us to be good students.
4- This class is learning a lot with our teacher.
5- My teacher is very beautiful!
6- I like my teachers!!!
7- I love my teachers.
8- My teachers are cool.

Dia do Professor
6º 5
1-Eu gosto de todos os meus professores, porque gosto de aprender e é para isso que a escola serve.

2- Os nossos professores não aparecem na televisão, mas são muito importantes.

3-Médicos, engenheiros, advogados, presidentes…Nenhum deles chegou onde está, sem ter passado por um professor.

4-Um bom professor é aquele que ensina quem quer ser ensinado e tenta ensinar quem não quer ser ensinado.

5- UM BOM PROFESSOR É…
Profissional
Rico em conhecimento
O
rdeiro
F
antástico
E
xemplar
S
impático
Sorridente
Original
Rigoroso
6- Um professor que explica até os alunos perceberam, é um professor que nunca desiste.

7- Na escola vou aprender,
Amigos conhecer
E a minha sabedoria enriquecer.

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