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A nossa escola fez anos (29!) no passado sábado e hoje procedeu-se à habitual comemoração, com especial destaque para evocação do nosso patrono, o Padre Alberto Neto.

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As festividades iniciaram-se às 9h30, com atividades lúdicas no pátio da escola, e prosseguiram às 10h00 ns biblioteca com conversas à volta do Padre Alberto Neto, tendo como convidada a Dr.ª Filomena Oliveira (sobrinha do nosso patrono).

Às 12h30,  a música, que tanto agradava ao nosso patrono, marcou presença, de novo na Biblioteca, com uma rapsódia de músicas tradicionais portuguesas por alunos da professora Isabel Palha. À hora de almoço,. as comemorações passaram para o refeitório, com os Imprevistos no palco pelos alunos da Professora Ana Cristina Pereira, e pelas 13h00 houve ainda espaço para cantar os parabéns à escola na sala dos professores.

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Os vídeos que documentam a passagem, pela Biblioteca da Escola Secundária de Leal da Câmara, de Gabriel Mithá Ribeiro, autor de O Ensino da História, e o debate «Como ensinar História no século XXI?».

Apresentamos-te o novo logotipo do agrupamento:

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A Biblioteca da Escola Secundária de Leal da Câmara acolheu no 10 de abril, pelas 18h30, o debate «Como ensinar História no século XXI?», com a presença Gabriel Mithá Ribeiro, autor de O Ensino da História, obra recente publicada pela Fundação Franciso Manuel dos Santos. A sessão teve a participação de professores de História do Ensino Básico e Secundário e de professores de outras disciplinas da área das Ciências Sociais e Humanas. Estiveram também presentes alunos de História do ensino secundário e inclusive uma aluna do curso superior de História, ex-aluna da Escola Secundária de Leal da Câmara.

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O autor apresentou a sua obra e expôs sucintamente as principais ideias que atravessam a mesma, nomedamente as debilidades que Mithá Ribeiro aponta às metodologias de ensino da História que durante as últimas décadas têm feito «escola» no sistema de ensino em Portugal. De seguida passou-se à fase do debate, bastante animado e participado, e a sessão terminou com a habitual sessão de autógrafos.

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A sessão foi filmada Fundação Franciso Manuel dos Santos, que a disponibilizará no seu site.


Decorreu hoje à tarde na nossa escola uma sessão Cata Livros, dinamizada pelo animador Miguel Horta. Os destinatários foram uma turma do 4.º ano, que trabalhou a leitura e a escrita numa animada sessão que foi do agrado de todos. Aqui ficam algumas fotos da sessão. Em breve divulgaremos o filme e a opinião e trabalhos dos alunos.

No ano lectivo 2010-2011 celebrou-se o centenário da República Portuguesa e o Departamento de História da da nossa escola resolveu congregar a sua comunidade escolar nesta temática através de um questionário. Este inquérito destinava-se a fazer reflectir os participantes e, especialmente, os professores e os alunos sobre o modo como se identifica o regime político em que vivemos desde há 100 anos. Com a sua matriz realizada pelos docentes de História, o questionário seria distribuído por todos os alunos das turmas do 6.º e do 9.º anos de escolaridade – anos em que o estudo da Primeira República faz parte do currículo académico – a dois dos seus familiares mais velhos. O projecto acabou, não obstante, por se circunscrever apenas a 394 alunos, das turmas em que todos os alunos foram intervenientes. O tratamento estatístico das respostas foi tratado na disciplina de matemática apenas por uma destas turmas, a turma 2 do 6.º ano.
Aqui ficam as conclusões desse projeto, elaborado pelo professor David Luna.

Já está disponível na nosso audioteca uma nova obra em audiotexto. Trata-se de «O sapo apaixonado», uma história de amor entre dois seres, um verde e um branco! Vale a pena escutar! Também está disponível no facebook e na página da escola.

A nossa escola acaba de publicar o seu primeiro audiobook no âmbito do projeto de audiotextos que decorre ao longo de todo este ano letivo. Trata-se de uma coletânea de 11 audiotextos sobre o Natal, na maior parte originais escritos pelos alunos (apenas «O Natal das Bruxas» não é original) e gravados pelos próprios alunos. As ilustrações que acompanham cada audiotexto são também originais. Para ouvir aqui.

Certamente já conheces o projeto de audiotextos que está a decorrer na nossa escola desde o início do ano letivo. Agora chegou a vez da sua apresentação à comunidade, que decorreu no encontro ETerna Biblioteca – 9.º Encontro de Professores e Educadores do Concelho de Sintra sobre Bibliotecas Escolares, onde o diretor do agrupamento deu a conhecer o projeto que tem como principais objetivos:

• Permitir que os alunos cegos e de baixa visão tenham acesso a obras do PNL
• Desenvolver o gosto e a compreensão da leitura de alunos que não dominam a língua portuguesa;
• Promover o gosto pela leitura e pela escrita dos alunos com dificuldades de aprendizagem;
• Desenvolver a responsabilidade de cidadania na realização de atividades que proporcionam instrumentos facilitadores do processo de ensino-aprendizagem.
Deixamos-te aqui o powerpoint da apresentação, o vídeo da mesma e ainda um vídeo com alguns momentos da fase de preparação do projeto.

Trazemos-te hoje a História «E se de repente… Salvasses uma princesa», da autoria dos alunos do 6º 6.ª (2010-11) da nossa escola, com o Professor João Miguel Alves, publicada na revista «Visão Júnior».

A aventura de Sofia

É uma menina vulgar, de apenas 15 anos, é alta, um pouco gordinha, mas ágil, tem o cabelo pelos ombros, preto e liso, tem os olhos verde-escuros, a boca é ligeiramente pequena e o nariz é médio em tamanho. É uma menina alegre e sorridente, adora aventuras e novas emoções. O nome dela é Sofia.

Era o dia mais quente de verão, parecia que o Sol estava a 10 metros do solo, eram quase 14h da tarde.

Quem estava presente era a mãe de Sofia e a Floco-de-Neve:

– Se precisares de alguma coisa, liga-me – recomendou a mãe.

– Sim, mãe, não se preocupe.

– Até logo, Sofia – diz a mãe dando um beijo na testa de Sofia.

– Até logo, mãe.

Sofia dirigiu-se para a casa de banho, para lavar os dentes, mas quando agarra na escova e a puxa, vê que a escova de dentes está presa ao copo, e o copo está preso ao bidé. Quando olha para trás, fica boquiaberta com o que vê, a parede desaparecera dali, e no seu lugar, havia umas escadas a descer, que pareciam não ter fim. Sofia decide entrar.

E de repente, graças a curiosidade de Sofia, está num mundo completamente diferente do dela, mas completamente igual.

Sofia, nesta aventura, vai acompanhada pela Floco-de-Neve, a sua cadela branca.

Mas quando chega a meio daquele grande túnel, vê uma placa e três botões, amarelo, preto e azul, e a placa dizia “Quem por aqui passar, uma aventura vai achar, mas o botão certo, terá de apertar!”. Sofia não percebeu, mas apertou o botão amarelo, e de repente ao lado dela aparecem duas portas, ela abre uma, mas apenas há uma parede com água à frente, e a outra apenas relva fresca. Sofia entra na porta com relva, mas a Floco-de-Neve começa a puxá-la, pois sabia que ali havia algo fora do normal. Sofia não liga e entra, mas ao seu lado aparece um monstro, que lhe faz uma adivinha:

– O que é que de manhã tem quatro patas, à tarde duas e de noite três? Acerta e sais daqui, erra e para sempre ficam aqui!

Depois de muito pensar, Sofia responde com medo:

– O ser humano. De manhã, é quando é bebé e gatinha, à tarde, é quando é adulto e anda cobre as pernas, e à noite, é a velhice quando usa um apoio!

-Aaaah – ruge ele – acertaste, podes sair.

Sofia sai dali e fecha a porta com toda a força. E entra na outra porta que parecia não ser nada, mas havia a continuação do túnel:

– Anda, Floco-de-Neve.

E a Floco-de-Neve salta para o colo de Sofia cheia de medo.

Ao entrar na porta, Sofia, vê um anel no chão, apanha-o e guarda-o no bolso, caminhando com mais medo do que no início.

Ao chegar ao fim do túnel, vê apenas um mundo igual ao seu, mas contudo diferente, prédios altos e direitos, mas estranhos, estradas de carvão preto, mas algo se passava, os habitantes, andavam tristes e desanimados. Até que quando se virou percebeu o porquê: um robô andava a controlar aquele mundo, obrigando tudo e todos a fazerem o que queria.

Um habitante vem ao encontro dela, acompanhado por uma pobre criança:

– Sofia, por favor, ajuda-nos! Só tu nos podes salvar.

– Eu?! – pergunta admirada.

– Sim, há muito que este povo te esperava.

– A mim? Porquê?

– Sim. Porque tu tens a alma da princesa, que fugiu para dentro de ti.

– Não, isto deve ser um grande engano.

– Não, é real – começa a pobre criança – há cerca de cem anos, aquele enorme robô invadiu o nosso mundo, fazendo o que lhe apetecia, e o rei e a família fugiram, mas foram presos, apenas a princesa conseguiu escapar, refugiando-se em alguém, esse alguém és tu!

– Pronto está bem. Rendo-me, se o que me dizem é verdade, digam-me, o que, tenho de fazer

– Tens de destruir o robô, mas não tenhas medo, nós e a princesa, iremos ajudar-te.

Sofia, cheia de medo, lá foi ao encontro do robô, acompanhada pela Floco-de-Neve, o habitante e a criança.

O robô, tinha dez vezes o tamanho de Sofia, era feito de bronze, tinha uma boca enorme, com dentes muito afiados e grandes, os olhos eram grandes e vermelho-rubros, o corpo era rectangular, com um desenho de uma serra no topo.

Ao chegarem ao castelo, onde o robô habitava, a Sofia gritou com medo, mas com uma voz de valente:

– Eh, tu, seu monte de latas, feio!

– Isso foi para mim? – pergunta ele zangado!

– Sim foi, porquê? Tens problemas?

Sofia, sem mais nada à mão, faz, com o anel, um reflexo vindo do Sol bater no robô, enquanto a Floco-de-Neve lança um ladrar enorme e fica do tamanho do robô.

Sofia, sem saber, diz umas palavras que lhe vêm à cabeça, apontando para o robô:

-Aiamara Sagrala Mocalé!

Ao dizer estas palavras, o robô começa a derreter e a princesa sai do corpo de Sofia, e aparece ao lado dela:

-Arababá Cantála! – diz a princesa, apontando a coroa para o robô.

O robô transforma-se em pó muito fino, que o vento leva com ele.

– Obrigada, Sofia – agradece a princesa.

– De nada. Mas não teríamos conseguido sem a sua ajuda.

– Mas tu ajudaste-nos não só a vencer o robô, como também nos ajudaste a trazer a minha família de volta.

– O quê?

– Olha para trás de ti.

– Obrigado, Sofia – agradece o rei – Como recompensa, dar-te-ei o que quiseres.

– Só queria voltar para casa.

Ao dizer estas palavras, Sofia estava em casa com a Floco-de-Neve, de volta ao normal, e diz:

– Que aventura, mas é bom estar de volta a casa!

E a Floco-de-Neve responde com um ladrar.

– Filha, acorda. São horas de ir para a escola – acorda-a a mãe.

– Sabes, mãe, hoje sonhei contigo.

-Foi? Vá, vai-te vestir.

Sofia levanta-se, veste-se e, quando vai à casa de banho e puxa a escova de dentes, esta está presa:

-Oh não, outra vez não.

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