You are currently browsing the category archive for the ‘Literacia da informação’ category.

O último vídeo da Common Craft, “Web Search Strategies in Plain English”, ensina-nos, de uma forma divertida como habitualmente nos seus vídeos, a utilizar motores de busca, a busca por frases, a utilização de operadores boleanos, etc. Um excelente recurso.

Anúncios

Aqui fica a apresentação electrónica da sessão de formação com os departamentos curriculares:

A Direcção-Geral do Consumidor disponibiliza o Livro Negro dos Esquemas e Fraudes na Net, um guia de fraudes que regista alguns dos principais esquemas usados na Internet para enganar o consumidor que opta por este canal de aquisição de bens e serviços.
Este livro foi elaborado com base na publicação The Little Black Book of Scams (copyrigth) editado pela
Australian Competition and Consumer Commission, no âmbito de uma colaboração entre entidades
públicas de vários países membros do ICPEN (Internacional Consumer Protection and Enforcement
Network) do qual a Direcção-Geral do Consumidor faz parte.
Esta publicação foi devidamente adaptada à realidade portuguesa, tendo presente o enquadramento
legal existente.

Consulte aqui.

O Jornal de Notícias de hoje divulga um estudo feito junto de 207 alunos dos 6.º e 10.º anos de escolaridade, do Porto,que revela «a ligação afectiva forte que existe entre os adolescentes e os telemóveis e demais parafernália tecnológica. Os investigadores falam mesmo de “obsessão” e “dependência”.»

Artigo completo aqui.

 wildwebwoods.gif

Da responsabilidade do Conselho da Europa, trata-se de um jogo que pretende alertar os mais jovens para os potenciais riscos da Internet. O jogo, chamado “Pelo Bosque Wild Web Woods, pode ser jogado on-line e foi produzido no âmbito do programa “Construir uma Europa Para e Com As Crianças”. Vocacionado para crianças dos 7 aos 10 anos, está disponível em várias línguas, entre as quais o português.

logosid2008.gif

Comemora-se hoje o Dia Europeu da Internet Segura.

Aqui ficam

três regras básicas para navegares em segurança e que nunca deves esquecer seja em que situação for:

  • Nunca reveles o teu nome, número de telefone, endereço, palavras-passe, ou quaisquer outras informações pessoais, mesmo que estas te sejam pedidas nos sítios Web que visitas.
  • Se algo que estás a ler ou a ver no computador te fizer sentir pouco à vontade, desliga-o.
  • Nunca aceites encontrares-te pessoalmente com alguém que conheceste online.

Para mais informação sobre segurança na internet, clica aqui.

Conselhos de
http://www.seguranet.pt

logosid2008.gifNo próximo dia 12 de Fevereiro celebra-se o Dia Europeu da Internet Segura. A nível Europeu irão decorrer actividades de divulgação de informação sobre como deveremos fazer uma navegação na Internet de uma forma segura, positiva e esclarecida. Eis alguns endereços úteis para alunos, pais e professores:

Em português:

http://www.internetsegura.pt

http://www.seguranet.pt

http://www.miudossegurosna.net

http://linhaalerta.internetsegura.pt

http://www.eiclicaqui.com/comissario/default.htm

http://www.cert.pt

http://www.microsoft.com/portugal/athome/security/default.mspx

http://emalerta.blogspot.com

Em inglês:

http://www.saferinternet.org

http://www.wisekids.org.uk/index.htm

http://www.saftonline.org

http://www.safer-internet.net

http://www.childnet-int.org/default.aspx

No âmbito da comemoração do Dia Europeu da Protecção de Dados, a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) apresenta hoje o Projecto DADUS.

Trata-se de uma iniciativa pioneira a nível europeu, dirigida às escolas do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, com o objectivo de sensibilizar os alunos para as questões de protecção de dados e da privacidade, promover uma utilização consciente das novas tecnologias e desenvolver a consciência cívica dos jovens.

O Projecto DADUS tem duas componentes principais: a escolar, através da disponibilização de conteúdos temáticos aos alunos; e a extra-escolar, através da criação de um blogue para a interacção directa com os alunos.

Para a componente escolar, estão disponíveis no página do projecto Unidades Temáticas de protecção de dados, que contêm uma sistematização dos tópicos a trabalhar, fichas de apoio informativas para os professores, para os habilitar a dar as aulas, sugestões de actividades a dinamizar com os alunos, materiais de trabalho e exercícios de avaliação de conhecimentos, bem como resumos destinados aos alunos.

Reportagem da SIC sobre o projecto Dadus e as questões de (in) segurança na Internet no jornal da noite de ontem.

O jornal “Público” tem hoje como um dos seus temas principais o plágio de trabalhos nas escolas portuguesas com recurso à Internet, problema que afecta todos os níveis de ensino do básico ao superior.

O que dizem os alunos:

«Há quem se gabe de ter conseguido uma “nota máxima” com um trabalho que era apenas o resultado apressado de uma operação de “corta e cola” da Internet – “mas pus lá a fonte!” Uma adolescente com um sorriso traquina explica que vai continuar a arriscar: “Aquilo na Wikipédia [a enciclopédia on-line escrita por cibernautas de todo o mundo] está tudo tão bem escrito que não vale a pena nós mudarmos nada”, diz outra rapariga de 14 anos.” Outra ainda lamenta: “Os meus professores são muito espertos, não posso copiar.”»

«Os olhos de um rapaz de 11 anos abrem-se muito, quase assustados, quando é confrontado com a pergunta: “Não tens medo que a informação que estás a tirar da Net não esteja correcta?” Nunca tinha pensado nisso.»

Sobre os livros:

«Uma coisa é certa, remata uma aluna: “Dos livros em papel não se consegue fazer copy-paste.” Tem que se ler “e escrever tudo”. O que, na sua opinião, é uma grande desvantagem. »

Indicadores preocupantes:

«Um inquérito […] feito na Universidade de Lyon, França, e [que] envolveu 1100 estudantes e 120 professores de três escolas […] revela que quatro em cada cinco estudantes confessam que já recorreram ao “copy/paste”, ou seja, já copiaram um texto da Internet para um trabalho, sem o alterar. Por isso, não é de estranhar que nove em cada dez professores já se tenham confrontado com essa situação. Num inquérito semelhante divulgado em 2006, 70 por cento dos estudantes calculam que um trabalho pode ter, pelo menos, um quarto dos textos copiados da Internet. Entre os que retiram da Internet menos de 25 por cento dos textos para os trabalhos, três em cada cinco dizem que “raramente” recorrem a esse método.
Existe uma confusão entre citar um texto e plagiá-lo, aponta o estudo, pois três em cada cinco professores consideram que as citações estão mal identificadas nos trabalhos.»

A opinião mais sensata:

«A decisão destas escolas [de bloquear o acesso à wikipédia] tem sido motivo de discussão na Internet. Denise Gonzalez-Walker, que escreve no blogue de educação do jornal Seattle Post-Intelligencer, pergunta porque é que não se pode fazer da Wikipédia uma oportunidade para ensinar. É “uma pena” que os professores e bibliotecários não façam desta situação uma oportunidade para pôr os alunos a rever as afirmações da Wikipédia, a investigar o que está escrito; e a discutir e a reflectir sobre os novos meios de comunicação, considera. »

Temos mesmo de reflectir sobre as formas de promover a literacia da informação nas nossas escolas e bibliotecas…

logo_be_15-16

Estatística

  • 2.076.194 visitas

Videoteca - DVD para empréstimo na Biblioteca

dvdcolec
melhornet
Bookmark and Share diigo it

Ler ebooks

Arquivos

Julho 2019
S T Q Q S S D
« Dez    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  

Comentários Recentes

SUAN em Provérbios de Maio
khanny merlina em Quantas vezes já pensaste…
joão marcelo nascime… em “Leilão de jardim”…
fhidafhui em Provérbios sobre o São Ma…
Sandy Matos em Provérbios de Setembro
feiradolivro
Anúncios
%d bloggers like this: