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Na última semana do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares trazemos-te como filme da semna um épico sobre o destino da Biblioteca de Alexandria. Sabe-se que foi a maior biblioteca da Antiguidade, mas desconhece-se ao certo o motivo do seu desaparecimento. Alejandro Amenábar, cineasta espanhol nascido no Chile e que já antes nos trouxe belíssimos filmes como Mar Adentro e Os Outros, apresenta-nos a sua versão dos acontecimentos com a história de Hypatia, uma brilhante astrónoma, que, com a ajuda dos seus discípulos, faz tudo para salvar os documentos da sabedoria do Antigo Mundo, no meio violentos confrontos sociais e religiosos invadem as ruas de Alexandria. Entre os discípulos de Hypatia, encontram-se dois homens que disputam o seu coração: o inteligente e privilegiado Orestes e o jovem Davus, escravo de Hypatia, dividido entre o amor secreto que nutre por ela e a liberdade que poderá ter ao juntar-se à imparável vaga de Cristãos.
Trailer do filme:

Fia aqui também a referência a um livro para compreender o contexto histórico do filme Ágora e conhecer melhor a Alexandria do século IV:

Biblioteca de Alexandria – O Enigma Revelado
de Pablo De Jevenois, 2009
Páginas: 320
Editor: Ésquilo

Reconstituição da Biblioteca de Alexandria (suposição)

Reconstituição da Biblioteca de Alexandria (suposição)

A Biblioteca de Alexandria surge no período helenístico (séc. III a. C.), fundada por Ptolomeu I Sóter, rei do Egipto, e chegou a ter 700.000 volumes (rolos de pergaminho) antes de ser destruída por três incêndios:

  • em 272 d.C., por ordem do imperador romano Aureliano;
  • em 392, por ordem do imperador Teodósio I, juntamente com outros edifícios pagãos;
  • em 640 pelos muçulmanos, sob a chefia do califa Omar I;

Era constituída por uma sala de leitura, uma oficina de copistas e um arquivo para a documentação oficial. Às obras aí guardadas era dedicado um especial cuidado na verificação do conteúdo, sendo anotados o seu número de linhas e outras informações sobre os autores. Essas obras eram compostas essencialmente por rolos de papiro, a que os Gregos chamavam kilindros. Para se referir uma obra composta por vários kilindros usava-se o termo biblion.
O termo theke, designação genérica e sufixo para armário, prateleira ou arrecadação, foi por sua vez associado à forma de organização e arrumação dos biblion, daí resultando o actual termo biblioteca.
Segundo Estrabão, a Biblioteca de Alexandria era “um cenáculo erudito destinado aos homens de letras que trabalhavam na biblioteca”.
No ano 30 a. C. Marco António ofereceu a Cleópatra a Biblioteca de Pérgamo, o que permitiu enriquecer bastante o espólio de Alexandria.

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