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No dia em que se passa mais um aniversário da mais importante batalha travada pelos portugueses no âmbito da I Guerra Mundial – Batalha de La Lys – trazemos-te como sugestão de leitura a história de Aníbal Milhais, conhecido como soldado Milhões.
Na Batalha de La Lys, o soldado Milhões ficou para trás e cobriu a retirada dos camaradas. Durante vários dias vagueou por trincheiras e descampados, sobrevivendo graças à sua metralhadora e a um pacote de amêndoas da Páscoa. Ao regressar ao acampamento, depois de salvar civis e matar militares alemães, foi recebido como um herói.Porém, no regresso a casa, cai no esquecimento, apesar de ter recebido a mais alta condecoração. Só anos mais tarde, o regime decide fazer dele um símbolo do amor à pátria… «A história do Milhões tem qualquer coisa de conto de fadas. Quando o seu filhito tiver idade de ouvir histórias, se alguém o tomar sobre os joelhos e lhe contar a de seu pai, o pequeno tem de abrir uns grandes olhos, como se lhe relatassem o caso do Grão de Milho ou da Gata Borralheira.»André Brun in Diário de Lisboa (1924)

O bullying é um fenómeno interpessoal complexo, que exige uma resposta integrada por parte da família e da escola e onde a relação entre os pares tem a maior importância. Este livro aborda um tema que mantém toda a sua atualidade e tem o objetivo de ajudar os professores e outros agentes educativos a identificar problemas e elaborar e avaliar ações de intervenção, os autores incluem um conjunto de recursos de apoio para professores e alguns instrumentos de avaliação. As propostas de atividades com os alunos levam em linha de conta os aspetos associados ao desenvolvimento e às necessidades diferenciadas de cada ciclo de aprendizagem.

livroscomhistoria
Abriu hoje ao público na nossa Biblioteca a Exposição Itinerante Santillana «Livros que fizeram história». A exposição é composta por doze painéis, que dão a conhecer doze livros mundialmente reconhecidos como importantes contributos, à data da publicação, mas também na atualidade, para a evolução do conhecimento e do pensamento, para a mudança social e para fomentar o prazer de ler.
expo
A exposição estará na nossa escola até à próxima sexcta-feira, 3 de maio, e poderá ser visitada todos os dias entre as 8h e as 17h, no átrio superior do Pavilhão A e na Biblioteca. Algumas turmas visitarão a exposição no âmbito da disciplina de Português.

Aqui fica um breve filme com uma parte dos livros recentemente adquiridos pela biblioteca:

Livros de pelo menos 16 escritores galardoados com o Prémio Nobel de Literatura, entre os quais José Saramago, vão ser lançados até ao final do ano em Portugal, o que constitui, se não uma raridade, uma marca de diferença desta «rentrée» editorial. (Notícia do Diário Digital)



São quase duas dúzias de belíssimas imagens do fotógrafo André Kertész, captando a extraordinária aventura da leitura. A totalidade do portfólio pode ser vista aqui.

O que provoca o mau hálito? E o cheiro a suor? De onde vêm os barulhos estranhos que o estômago produz? De que são feitos os macacos do nariz?

A ciência está em todo o lado e procura a resposta para todas as perguntas… mesmo para estas!

Um livro superdivertido e com ilustrações muito engraçadas que explica aos leitores mais jovens o funcionamento do corpo humano nos seus aspectos mais repugnantes: chichis e cocós, vómitos, gases, pontos negros e cheiros pestilentos. Acompanhado de ilustrações muito sugestivas, é a melhor maneira de introduzir a biologia, bem como hábitos de leitura, aos mais pequenos. Este livro serviu de base à exposição itinerante KNOJO, em exibição no Pavilhão do Conhecimento (onde fica até Agosto) tendo já registado vários milhares de visitantes.


O “Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor” é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril, dia de São Jorge.
Esta data foi escolhida para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas UMA ROSA VERMELHA DE SÃO JORGE (Saint Jordi) e recebem em troca, UM LIVRO.
Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare e Cervantes, falecidos em 1616, exactamente a 23 de Abril.

Na biblioteca, vamos desenvolver várias actividades de comemoração da efeméride, entre as quais um concurso: «O seu a seu dono». Podes participar no concurso também através do blogue. Fica atento, a partir de segunda-feira, às pistas que formos dando…

Este é o título de um interessante artigo de Howard Gardner, especialista em psicologia cognitiva da Universidade de Harvard, reproduzido no suplemento Digital do jornal Público de 1 de Março. O autor começa por fazer um percurso pela história das tecnologias da informação para tentar provar que sempre houve detractores de defensores (sob a forma de « coros caóticos de críticas e elogios») de cada vez que surgiu uma nova técnica. A sua ideia é que qualquer que seja a evolução futura da Internet, a «literacia – ou um conjunto de literacias – irá persistir, mas assumindo formas e formatos que ainda não podemos prever. Acrescenta ainda não estar preocupado «nem por um nanossegundo que a leitura e a escrita possam desaparecer. Mesmo nos novos media digitais, é essencial saber ler e escrever fluentemente e, para quem quer captar atenções, escrever bem. Claro, o significado de “escrever bem” evolui». Afirma ainda que há dois aspectos do livro tradicional que podem estar em perigo. «O primeiro é a capacidade do autor de desenvolver uma argumentação complexa, que requer ao leitor estudar e reler, seguindo um percurso de raciocínio não-linear. […] O outro é a genialidade especial do livro em permitir aos leitores entrar num mundo privado durante horas ou até dias seguidos.» resultado da aparente compulsão dos jovens «para estar permanentemente em contacto uns com os outros», em que «os períodos de silêncio solitário ou de privacidade parecem tóxicos». Termina com uma desafio: para sermos capazes de compreender o que está a acontecer hoje com a literacia temos de «ter em mente as nossas necessidades e os nossos desejos, os meios de comunicação como eles eram e como são, e os meios de comunicação na sua transformação contínua.

Começa a ser vendida com o jornal Correio da Manhã, a partir do próximo dia 6 de Março, a obra Os Anos de Salazar – o que se contava e o que se ocultava durante o Estado Novo. Os seus trinta volumes abrangem um período temporal que vai praticamente do início do segundo quartel do século – 1926, com o início da Ditadura Militar que desembocará no Estado Novo – até ao final do terceiro: 1974, com a revolução democrática de 25 de Abril que lhe põe ponto final.

Uma excelente e económica oportunidade (1.º volume 1€ e restantes 7,95€) de enriquecer o fundo documental da biblioteca sobre uma época histórica fundamental para conhecer o Portugal de hoje.

Eis a lista dos 30 volumes:

  1. 1926/1932 – A ascensão de Salazar
  2. 1933 – A Constituição do Estado Novo
  3. 1934/35 – O fracasso da greve geral de 18 de Janeiro de 1934
  4. 1936/39 – Salazar, retaguarda de Franco
  5. 1940/42 – A Exposição do Mundo Português
  6. 1943/45 – «O governo inglês pediu e o governo português concedeu»
  7. 1946/48 – As oportunidades perdidas da Oposição
  8. 1949/50 – Portugal entre os fundadores do Pacto do Atlântico
  9. 1951 – Extingue-se o «Império Colonial», nascem as «Províncias Ultramarinas»
  10. 1952/53 – «Uma desordem perfumada»
  11. 1954 – Cinco violinos no relvado
  12. 1955 – Portugal é admitido na ONU
  13. 1956 – Nasce a Fundação Calouste Gulbenkian
  14. 1957 – A rainha Isabel II visita Portugal
  15. 1958 – O General Sem Medo
  16. 1959 – «Está inaugurada esta barragem»
  17. 1960 – Fuga do Forte de Peniche
  18. 1961 – O ano de todos os perigos
  19. 1962 – A crise académica
  20. 1963/64 – A guerra estende-se à Guiné e Moçambique
  21. 1965 – Ei-los que partem
  22. 1966 – A nossa batalha de Inglaterra
  23. 1967 – Ballets rose
  24. 1968 – Salazar cai da cadeira, Marcelo senta-se
  25. 1969 – Evolução na continuidade
  26. 1970 – Marcha fúnebre
  27. 1971 – A Ala Liberal da Assembleia Nacional
  28. 1972 – Conversa acabada
  29. 1973 – Nasce o MFA
  30. 1974 – O povo é quem mais ordena
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