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No âmbito da comemoração do seu 10.º aniversário em Portugal, a Fnac está a realizar uma votação para eleger os 10 livros, 10 discos e 10 filmes da década. Aos visitantes da página da Fnac é pedido que escolham cinco títulos em cada uma das categorias, a partir de uma lista de 100 exemplares em cada categoria. Sobretudo nos livros, fica-se com a sensação de que faltam algumas obras indiscutíveis, mas é um problema comum a estas listas. Eu já votei, e a minha escolha foi a seguinte (por ordem alfabética):

Livros

  • A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón
  • As Benevolentes, Jonathan Littell
  • Poesia Completa, Miguel Torga
  • Portugal Hoje. O Medo de Existir, José Gil
  • Timbuktu, Paul Auster

Discos

  • Californication, Red Hot Chili Peppers
  • Cinema, Rodrigo Leão
  • Kid A, Radiohead
  • Tribalistas, Tribalistas
  • Voo Nocturno, Jorge Palma

Filmes

  • A Vida é Bela, Roberto Benigni
  • As Vidas dos Outros, Florian Henckel Von Donnersmarck
  • Barreira Invisível, Terence Malick
  • Fala Com Ela, Pedro Almodôvar
  • Diarios De Che Guevara, Walter Salles
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Uma Cana de Pesca para o meu Avô é uma colectânea de seis contos do escritor Gao Xingjian, nascido na China Oriental em 1940, perseguido pelo regime, enviado para um “campo de reeducação” durante a revolução cultural e exilado em Paris desde 1987.
Os contos variam entre o lirismo e o absurdo (foi com a publicação de peças de teatro inspiradas em Becket que Gao Xingiian se afirmou), e neles são visíveis os sinais de exílio e perseguição, as alusões aos tempos terríveis por que os chineses passaram. Mas há também um sinal de esperança e crença na “bondade do coração humano”: “tudo isso pertence ao passado. Temos de aprender a esquecer”.

Estreia na próxima segunda-feira, na RTPN, um novo programa dedicado ao universo dos livros, chamado “LER +, Ler Melhor”. Trata-se uma curta rubrica com apenas cinco minutos, emitida duas vezes por dia (12h50 e 19h50), de segunda a sexta-feira, e tem como objectivos promover a leitura e divulgar as novidades da edição livreira nos mais diversos géneros e para todas as idades.

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O jornal Público inicia hoje uma colecção imperdível para os amantes do cinema. Vinte e cinco livros, cada um dedicado a um conceituado realizador de cinema, acompanhados de um DVD com um dos filmes mais marcantes desse mesmo realizador. A colecção, que se inicia com Chaplin e finaliza com o português Manuel de Oliveira, inclui 25 títulos que abrangem diferentes correntes e tendências e disponibiliza filmes que há muito andavam arredados das prateleiras das lojas. O preço de cada conjunto é de 9,95 €, excepto o primeiro, que custa, 3,99 €. Eis o que podemos encontrar todas as sextas-feiras, até 1 de Agosto:

  1. Charlie Chaplin – O Emigrante + 4 curtas metragens
  2. Steven Spielberg – Relatório Minoritário
  3. Martin Scorcese – Touro Enraivecido
  4. Sergio Leone – O Bom, o Mau e o Vilão
  5. Federico Fellini – Roma
  6. Tim Burton – Eduardo Mãos de Tesoura
  7. Francis Ford Coppola – Apocalipse Now Redux
  8. Jean-Luc Godard – Bando à parte
  9. Woody Allen – Match Point
  10. Ingmar Bergman – A máscara
  11. David Lynch – Veludo Azul
  12. François Truffaut – A noiva estava de luto
  13. Akira Kurosawa – Kagemusha
  14. Fritz Lang – O testamento do Dr. Mabuse
  15. Roberto Rossellini – Viagem em Itália
  16. Buster Keaton – Pamplinas Maquinista
  17. Andrei Tarkovsky – O sacrifício
  18. Billy Wilder – O apartamento
  19. Jean Renoir – A grande ilusão
  20. Orson Welles – O quarto mandamento
  21. Kenji Mizoguchi – O conto dos crisântemos tardios
  22. Stanley Kubrick – Horizontes de glória
  23. Sergei Eisenstein – O Couraçado Potemkin
  24. Michelangelo Antonioni – O eclipse
  25. Manoel de Oliveira – Vale Abraão

As Brumas de Avalon IV – O Prisioneiro da Árvore
de Marion Zimmer Bradley
Difel: 2007
N.º de Páginas: 320

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Sinopse:
Que será do Rei Veado, quando o jovem veado crescer?
São cada vez mais os seguidores de Cristo e, para Morgaine, parece cada vez mais difícil conseguir que os antigos rituais perdurem no espírito dos homens. São tempos de magia, feitiçaria, morte e traição.
A Deusa trabalha sozinha e silenciosa no coração da natureza, mas não pode consumar a sua magia sem a força daquele que corre como o veado e que, com o sol do Verão, fecunda a riqueza do seu útero. As folhas levantam-se e rodopiam e ei-lo que chega! Cai súbita a escuridão, mas é com o regresso da luz que espalha selvaticamente o seu sémen sobre a terra.
Entretanto, é urgente que Arthur seja punido pela sua traição a Avalon. Um traidor não pode usar a espada da Insígnia Sagrada como se fosse um símbolo de Jesus crucificado, nem trazer à cintura a bainha tecida com as malhas da imortalidade. E nem a morte pode ser obstáculo!
Mas eis que um grito dilacerante ecoa por toda a Avalon… Roubaram o cálice da Insígnia Sagrada!… E… traição das traições, alguém se prepara para profanar o cálice da Deusa-Mãe, enchendo-o com o vinho que dizem ser o sangue daquele para quem todos os outros deuses são demónios, em vez da água pura e cristalina da terra sagrada! É terrível o castigo reservado pela Deusa a tão grande traição, mas irá Ela permitir o consumar de tal blasfémia? Que irá acontecer a Arthur, Camelot, Gwenhwyfar, Lancelet e aos restantes companheiros da Távola Redonda? E conseguirá Morgaine que o culto da Deusa perdure numa sociedade em que os homens começam a ditar as suas leis? Conseguirá, ainda, embrenhar-se nas brumas, atravessá-las… e chegar a Avalon?

O jornal “Público” inicia no próximo dia 15 de Fevereiro uma nova colecção, com distribuição semanal à sexta-feira, dedicada aos grandes realizadores de cinema. Designada Cahiers du Cinema – Grandes Realizadores, a colecção inicia-se com Charles Chaplin, e continuará com mais 24 realizadores, de Fellini a Godard, passando por Kurosawa, Spielberg, Coppola, Kubrick… Com cada livro será também distribuído um DVD com uma das obras mais significativas desse realizador (para Chaplin, o título escolhido foi O Emigrante mais 4 curtas-metragens). O preço de cada volume será de 9, 95 € (excepto o primeiro, que custa 3,99 €), pelo que me parece uma excelente oportunidade de enriquecer, não a videoteca, mas também a própria biblioteca com uma área do conhecimento em que os títulos em língua portuguesa não são abundantes.

As Brumas de Avalon III – O Rei Veado
de Marion Zimmer Bradley
Difel, 2007
N.º de Páginas: 320

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Sinopse:
Unificada e pacificada a Bretanha, o rei Arthur ocupa agora parte do seu tempo na administração da justiça e do bem-estar dos seus súbditos. Mas não pode descurar a preparação dos seus guerreiros, e é urgente que o povo esqueça rapidamente as antigas práticas pagãs e abrace com fervor a nova religião.
Enquanto isso, Gwenhwyfar não desiste de ter um filho, e a sua esterilidade só pode encontrar explicação nos pecados cometidos por ela ou por Arthur, e que Deus decidiu castigar exemplarmente. Mas que pecados tão graves poderá Arthur ter cometido? Terá sido apenas o seu amor por Gwenhwyfar – que vivia na angústia de não lhe poder dar um herdeiro natural – o que o levou, em noite de Beltane, a juntarem-se os dois e Lancelet na cama onde costumavam dormir?
Mas, afinal, Arthur tem um filho, um filho que não pode ser seu herdeiro e que a moral cristã rejeita. O rei Arthur é o Rei Veado, vítima de O-Dos-Chifres, que o cegou e enganou, e da astúcia de Viviane, a Senhora do Lago, que tudo fez para que os desígnios da Deusa se cumprissem, levando-o, sem saber, a gerar um filho no ventre da meia-irmã Morgaine, no dia em que foi coroado rei na Ilha do Dragão.
Assassinada brutalmente Viviane, é Morgaine quem ressurge com o rejuvenescer da força e da Visão, reencontradas nos braços de um jovem que a faz recordar e cumprir os votos de sacerdotisa. E, tal como Viviane, Morgaine tudo irá fazer para que a Deusa de novo estenda, a partir de Avalon, os seus longos braços por toda a Bretanha. Mas… que será do Rei Veado, quando o jovem veado crescer?

As Brumas de Avalon II – A Rainha Suprema
de Marion Zimmer Bradley
Difel, 2007
N.º de Páginas: 320

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Sinopse:
A Rainha Suprema é a belíssima Gwenhwyfar, que vive dividida entre a fidelidade que deve ao Rei Supremo, o rei Arthur, com quem se casou, e a enorme paixão que sente por Lancelet, cavaleiro invencível, capitão de cavalaria dos exércitos e o amigo mais íntimo do seu marido. E não sabe, Gwenhwyfar, se é o respeito pelo juramento que fez no dia do seu casamento ou o temor de pecar contra os mandamentos de Cristo – de quem é fervorosa seguidora – ou ambos, o que a impede de consumar por actos o que em pensamentos, não consegue evitar. É tão ardente o seu desejo de que Cristo triunfe na Terra que não hesitará em persuadir o rei Arthur a trair o juramento que fizera de lutar sob o estandarte real de Pendragon, tudo fazendo para que a decisiva batalha contra os saxões seja travada unicamente sob o estandarte da Cruz de Cristo, que ela mesma bordou.
Mas maior do que a angústia de uma paixão impossível é o sofrimento em que vive, por não conseguir consumar o seu casamento oferecendo um filho ao rei. Nem os mistérios insondáveis de Deus são conforto suficiente para tanta dor e sofrimento.
E é nesta angústia, ou, quem sabe, na secreta esperança de, sem pecar, poder consumar a sua paixão ardente dando à luz um herdeiro ao reino, que a bela Gwenhwyfar decide entregar-se nas mãos da Deusa. Mas, se são difíceis de compreender os caminhos de Deus, o que poderá acontecer quando se procura modificá-los com encantamentos e magias?
Neste segundo volume da mítica saga As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley continua a maravilhar-nos através de um imaginário ancestral, de uma visão do mágico, do místico, do fantástico, de eras perdidas do mito, só ao alcance dos grandes escritores.

As Brumas de Avalon I – A Senhora da Magia
de Marion Zimmer Bradley
Difel, 2007
N.º de Páginas: 320

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Sinopse:
As Brumas de Avalon é um dos mais fantásticos épicos medievais alguma vez escrito, no qual Marion Zimmer Bradley recria as lendas arturianas, desta vez narrado através do olhar das mulheres que, por detrás do trono, governaram os próprios actos masculinos e foram as verdadeiras detentoras do poder.
Num universo paralelo à Grã-Bretanha celta, a enigmática ilha de Avalon é a guardiã dos grandes mistérios eternos e sagrados. E os que estão destinados a viver nos dois mundos são, passo a passo, confrontados com as antigas tradições ligadas à Natureza, e às suas forças obscuras, e à nova fé cristã que procura espalhar-se no território.
No centro de A Senhora da Magia, primeiro dos quatro volumes desta saga, está Morgaine, a meia-irmã de Arthur, que se encontra num processo de iniciação para se tornar Grã-Sacerdotisa de Avalon. O seu grande objectivo é afastar a Bretanha da nova religião que encara a mulher como portadora do pecado original, ao mesmo tempo que desenvolve todos os esforços para colocar o seu meio-irmão no poder, como símbolo e líder da Bretanha unificada, sob a égide de Avalon e da Espada Mágica, Excalibur.
Num ambiente verdadeiramente mágico de paganismo, cristianismo, rituais mágicos e visões, sensualidade e realidade, A Senhora da Magia introduz-nos no mundo lendário do Rei Arthur, dos Cavaleiros da Távola Redonda e das Cruzadas. É o olhar feminino sobre o tempo da busca da paz e da unificação da Bretanha: cheio de inesperadas cintilações e magias, repleto de penumbras, brumas e rituais femininos. Uma perspectiva alucinante e vertiginosa de uma época onde tudo era possível através dos poderes das mulheres.

O Telescópio de Âmbar
de Philip Pullman
Editorial Presença, 2003
N.º de Páginas: 448

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Sinopse:
O último título da trilogia «Mundos Paralelos» – «O Telescópio de Âmbar»- consagra Philip Pullman como um escritor que alia a popularidade à qualidade literária. Assim, com este livro Pullman foi o primeiro autor de literatura infantil a ser distinguido com o ‘Whitbread Book of The Year Award’, inaugurando este galardão com o primeiro romance para crianças. Mas na verdade, o público alvo desta trilogia é mais juvenil, já que o universo da acção se desenrola num mundo adulto, sendo os adolescentes os leitores mais receptivos a esta saga. O «Telescópio de Âmbar» recebeu ainda o ‘Children’s Book of The Year Award’ e foi nomeado para o ‘Booker Prize’.
Traduzido para mais de 20 línguas em todo o mundo, este terceiro volume, considerado por muitos uma obra-prima, completa esta trilogia revelando-a como um incontornável clássico, que será adaptado ao cinema.

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