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“Quem tarde vier, come do que trouxer”

pao

É já este mês que se comemora o Dia Mundial da Alimentação. A propósito dessa efeméride, deixamos-te aqui algumas dezenas de provérbios relacionados com a alimentação:

Dos que não comem mel, livre Deus minha colmeia.
Doze galinhas e um galo, comem como um cavalo.
É como S. Benedito: não come nem bebe e está sempre gordito.
É grande saber, calar e comer.
Quem só come o que é seu, não faz escarcéu.
Quem tarde vier, come do que trouxer.
Quem tripas comeu e com viúva casou, nunca esquece o que lá passou.
Quem uma ovelha tem, cem cães lha comem.
Quem vende sardinha, come galinha.
Renego o amigo que come o seu só e o meu comigo.
Sardinha sem pão é comer de ladrão.
Depois de comer, não é preciso colher.
Dizem em Roma que a dama fie e coma.
Dizer e fazer não comem à mesma mesa.
Filho alheio come muito e chora feio.
Fraco é o cão que não come a carne que lhe dão.
Gaiola bonita não dá de comer ao canário.
Galinha de casa mais come do que vale.
Galinha pedrês, não a comas, não a vendas, não a dês.
Gato pede miando e come rosnando.
Gente do Minho veste pano de linho, bebe vinho de enforcado e come pão de passarinho.
Grande prazer, não escusa comer.
Guarda que comer, não guardes que fazer.
Guardado está o bocado para quem o há-de comer.
Homem pobre, a dobrado custo come.
Ir-se-ão os hóspedes, comeremos o pato.
Se muito come o tolo, mais tolo é quem lho dá.
Se queres cedo engordar, dorme com fome e come devagar.
Mais vale comer na rua que morrer de fome em casa.
Tem má ceia quem come por mão alheia.
Vaca que não come com bois ou comeu antes ou come depois.
Vinte galinhas e um galo comem tanto como um cavalo.
A bebida quer-se comida e a comida bebida.
Mulher magra sem ser de fome, foge dela que te come.
Não assines sem ler, nem bebas sem comer.
Não comas lampreia, que tem a boca feia.
Não comer por ter comido não é doença de perigo.
A ovelha lazarenta gosta de comer na nascente.
A perdiz é perdida se quente não for comida.
Nem amigo reconciliado, nem comer duas vezes guisado.
A bem comer ou mal comer três vezes beber.
A fiar e a tecer ganha a mulher de comer.
À hora de comer sempre o diabo traz mais um.
A hora de comer é mais pequena.
No tempo em que se come, não se envelhece.
O cão e o gato comem o mal guardado.
Cear sem pão é comida de lambão.
Em casa do sisudo faz-se o pão miúdo.
O que a minha vizinha come não aproveita a mim.
Osso que acabas de comer, não o tornes a roer.
Anda quente, come pouco, bebe assaz e viverás.
Sardinha sem pão é comer de ladrão.
Aonde comem dois, comem três.
Fraco é o padeiro que diz mal do seu pão.
Apressado come cru.
Não há comida abaixo da sardinha nem burro abaixo da jumenta.
Água e pão, comida de cão.
Queijo com pão, comida de vilão.
Com maus cozinheiros, queima-se a comida.
Comida feita, companhia desfeita.
Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
Sardinha de S. João pinga no pão.
Leitão sem pão até à porta vai.
Fidalgo sem pão é vilão.
Filho da minha filha, toma pão e senta-te aqui; filho da minha nora, toma o pão e vai-te embora.
Guarda pão para Maio, lenha para Abril, o melhor bicão para o São João.
Inverno com nevão, ano de pão.
Lágrimas com pão, ligeiras são.
Sem pão não se fazem formigos.
Maio frio, Junho quente, bom pão, vinho valente.
Mais vale pedaço de pão com amor que galinha com dor.
Uvas, pão e queijo, sabem a beijo.
Vinho pela cor, pão pelo sabor.
Vinho turvo e pão quente, são inimigos da gente.
Meia vida é a candeia e pão e vinho a outra meia.
Na casinha portuguesa, pão e vinho sobre a mesa.
A quem não sobra pão, não cria cão.
Não há amor como o primeiro, nem pão como o alvo, nem carne como a de carneiro.
Nem só de pão vive o homem.
A chuvinha da Ascensão todo o ano dará pão.
Neste mundo mesquinho quando há para pão, nunca há para vinho.
No São João pinga a sardinha no pão.
O pão pela cor e o vinho pelo sabor.
Água e pão, comida de cão.
Água fria e pão quente, nunca fizeram bom ventre.
Antes de morder, vê com atenção se é pedra, se é pão.
Pão achado não tem dono.
Pão de hoje, carne de ontem e vinho do outro Verão fazem o homem são.
Pão de padeira não farta nem governa.
Pão do vizinho sabe mais um bocadinho.
Pão duro é melhor que figo maduro.
Pão e vinho andam caminho que não moço ardido.
Pão e vinho um ano meu, outro do meu vizinho.
Pão mole e uvas, às moças põem mudas e às velhas tiram as rugas.
Pão que sobre, carne que baste, vinho que falte.
Pão quente faz mal ao ventre.
Pão quente, muito na despensa e pouco no ventre.
Para a fome não há pão duro.
Bocado de mau pão não o comas nem dês ao teu irmão.
Carne de hoje, pão de ontem e vinho de outro Verão fazem o homem são.
Poda tardio, semeia temporão, terás vinho e pão.
Quando não há pão, até migalhas vão.
Batata e pão, juntos dão má digestão.
Bem estou com meu amigo, que come seu pão comigo.
Queijo com pão, comida de vilão.
Queijo com pão, faz o homem são.
Carne que baste, vinho que farte e pão que sobre.
Cartas, mulheres e carradas de pão, para onde pendem para aí vão.
Cear sem pão é comida de lambão.
Quem compra pão de praça e vinho de taverna, filhos alheios governa.
Quem dá o pão, dá a educação.
Quem dá o pão e não dá o castigo, não viu a sombra do paraíso.
Quem me vir e ouvir, guarde pão para Maio e lenha para Abril.
Quem mói no seu moinho e coze no seu forno, come o seu pão todo.
De mau grão, nunca bom pão.
Quem poda tardio e semeia temporão, tem vinho e pão.
Para comer convida-se uma vez, para trabalhar espera-se até chegar.
Queijo de ovelha, leite de cabra, manteiga de vaca.
Bocado comido não ganha amigo.
Das mulheres a rainha, das maçãs a chainha.
Bocado de mau pão não o comas nem dês ao teu irmão.
Queijo de Outono, é para seu dono.
Bom rei, se queres que vos sirva, dai-me de comer.
Burro com fome, cardos come.
Cães e lobos comem todos.
Perdiz é perdida se quente não for comida.
Perto de quem come, longe de quem trabalha.
Pica-pau não tem machado e come abelhas e formigas.
Por cima de comer, nem um escrito ler.
Pouco comer, pouco rezar e não pecar levam a gente a bom lugar.
Arrenego o amigo que come o meu comigo e o seu consigo.
Asno com fome, cardos come.
Bem estou com meu amigo, que come seu pão comigo.
Bem mal ceia quem come de mão alheia.
Quando o pardal tem fome, vem abaixo e come.
Quem à mesa alheia come, janta e ceia com fome.
Quem a truta come assada e cozida a perdiz, não sabe o que faz e menos o que diz.
Quem ao longe faz a boda, pelo caminho a come toda.
Coitadinho de quem morre, ao paraíso não vai; quem cá fica, come e bebe, logo a pena se vai.
Com o teu amo não jogues as peras; ele come as maduras e deixa-te as verdes.
Come caldo, vive em alto, anda quente, viverás longamente.
Comer até adoecer e jejuar até sarar.
Quem come a correr, do estômago vem a sofrer.
Quem come cedo, cria carne e sebo.
Quem come da taverna, duas casas governa.
Quem come, melhor dorme.
Quem come salgado, bebe dobrado.
Quem come tarde, não cria sebo nem carne.
Quem come tudo num dia, no outro assobia.
Quem comeu a carne, que lhe roa os ossos.
Quem mói no seu moinho e coze no seu forno, come o seu pão todo.
Comer e beber, só o que apetecer.
Comido o Natal, à segunda-feira tem o lavrador que alugar a eira.
Conforme comermos, assim seremos.
De comer até o porco se enche.
Quem não come por ter comido, o mal não é de perigo.
Quem não é para comer, não é para trabalhar.
Quem não se farta de comer, não se farta de lamber.
Quem quiser comer sem sal, vá para o hospital.

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E aqui estão os esperados resultados, depois um imensa participação:

proverbios

1º LUGAR – 5º ANO

Amigo disfarçado, segredo contado.

Raquel Honório, 5º 7ª

Menções honrosas

Quem se porta bem, aprende também.

Diogo Alcaide, 5º 6ª

Deitar cedo e cedo erguer, as novelas não dá para ver.

Ana Lopes, 5º 3ª

1º LUGAR – 6º ANO

Mais vale bem comportar do que ao AGIR ir parar.

Liliana Moreira, 6º 2ª

Menções honrosas

Quem em novo não trabalha, em velho não tem reforma.

Catarina Anacleto, 6º 5ª

Mais vale estudar do que mais tarde roubar.

Artinísio Cá, 6º 11

1º LUGAR – 7º ANO

Em terra de desesperados, quem tem sonhos é rei.

Rita Pedro, 7º 9ª

Menções honrosas

Juntam-se as comadres, perdem-se as tardes.

Mariana Paulos, 7º 1ª

Em terra de cegos, quem tem um olho é vesgo.

André Cara D’Anjo, 7º 1ª

1º LUGAR – 8º ANO

Mãos frias, coração quente… É febre. Estou doente!

Catarina Santos, 8º 9ª

Menções honrosas

Deitar cedo e cedo erguer, levantas-te sem te poderes mexer.

Érica Reis

Quem não faz por gosto, pouco alcança.

Raquel Ferreira, 8º 3ª

1º LUGAR – 9º ANO

Longe da vista, nunca se conquista.

João Jaime, 9º 4ª

Menções honrosas

Ladrão que rouba ladrão, tem mais inteligência que coração.

Verónica Fonseca, 9º 2ª

Stor que ralha, tem sempre razão.

Renato Gomes, 9º 8ª

1º LUGAR – CEF

É mais fácil na escola estudar do que nas obras martelar.

Max Weber, Turma D

Menções honrosas

É melhor as regras da escola cumprir do que ir para o AGIR.

Rafael Ramos, Turma D

Professor fora, dia santo na escola.

Tiago Tavares, Turma A

1º LUGAR – PROFESSORES

Ideia tola em cabeça dura, tanto insiste que satura.

Marina Gavinho

Menções honrosas

Quem o alheio avalia, fica com azia.

Luís Sérgio Mendes

De livro aberto, se engana um chico-esperto.

Carlos Pinheiro

REALISTAS OU REINVENTADOS!

Aqui está uma forma de mostrares que és criativo e tens sentido de humor. Propomos-te que, a partir de provérbios portugueses, escrevas outros, adequados à nossa realidade . Aqui ficam alguns exemplos:

Provérbio português:
“Grão a grão, enche a galinha o papo.”
Exemplo:
Livro a livro, se faz um leitor.

Provérbio português:
“Depois da tempestade, vem a bonança.”
Exemplo:
Depois da tempestade, vem a gripe.

Provérbio português:
“Longe da vista, perto do coração.”
Exemplos:
Longe da vista, difícil de ver.
Longe da vista, perto do Messenger.

QUEM PODE PARTICIPAR?
O concurso está aberto a alunos, professores e funcionários da escola.

QUAIS SÃO OS PRÉMIOS?
Os prémios são livros, havendo prémio para os três primeiros classificados de cada uma das categorias:

  • Alunos do 2.º ciclo
  • Alunos do 3.º ciclo
  • Professores e funcionários

Para além disso, os melhores provérbios serão publicados aqui e no jornal da escola.

PRAZOS:

O concurso decorre até ao dia 30 de Outubro. Os vencedores de cada categoria serão divulgados no dia 3 de Novembro.

COMO PARTICIPAR:

Envia os teus provérbios como comentário a esta mensagem (não esquecendo de indicares o teu nome e turma) ou solicita na Biblioteca ou à tua professora de Língua Portuguesa o impresso de participação.

Mais provérbios portugueses:
No dia de S. Martinho vai à adega e prova o vinho.
No dia de S. Martinho mata o teu porco e prova o teu vinho.
No dia de S. Martinho: lume, castanhas e vinho.
Em Novembro, prova o vinho e planta o cebolinho.
Cava fundo em Novembro para plantares em Janeiro.
Nuvens em Setembro: chuva em Novembro e neve em Dezembro.
Tudo em Novembro guardado; em casa ou arrecadado.
A cada Bacorinho, vem seu S. Martinho.
Não há bacorinho sem seu S. Martinho.
Pelo S. Martinho todo o mosto é bom vinho.
Pelo S. Martinho, deixa a água pró moinho.
Quem bebe no S. Martinho faz de velho e de menino.
Queres pasmar o teu vizinho? Lavra e esterca p’lo S. Martinho.
Se o Inverno não erra caminho, têmo-lo pelo S. Martinho.
Quem anda à chuva, molha-se.
Tanta chuva pelas candeias, tantas abelhas pelas colmeias.
No Outono o Sol tem sono.
Quem planta no Outono, leva um ano de abono.
Nunca digas desta água não beberei.
O que a água dá, a água levará.
Dinheiro compra pão, mas não compra gratidão.
Em casa em que não há pão todos ralham e ninguém tem razão.
Em Outubro sê prudente: guarda pão, guarda semente.
Casa de pais, escola de filhos.
Alto mar e não de vento, não promete seguro o tempo.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
Não há mau tempo senão quando faz vento.
No tempo do cuco, tanto está molhado como enxuto.
O tempo é o melhor Juiz de todas as coisas.
Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto.
Mais vale um gosto na vida, que três reis na algibeira.
A conselho amigo, não feches o postigo.
Amigo deligente, é melhor que parente.
Amigo disfarçado, inimigo dobrado.
Amigo que não presta e faca que não corta: que se percam, pouco importa.
Amigo verdadeiro vale mais do que dinheiro.
Amigos, amigos, negócios à parte.
Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam.
Aquele que me tira do perigo, é meu amigo.
As boas contas fazem os bons amigos.
Bocado comido não faz amigo.
Defeitos do meu amigo, lamento mas não maldigo.
Em tempo de Figos, não há amigos.
Muitos conhecidos, poucos amigos.
Não há maior amigo do que Julho com seu trigo.
No aperto do perigo, conhece-se o amigo.
Os amigos são para as ocasiões.
Quem seu amigo quiser conservar, com ele não há-de negociar.
Quem te avisa, teu amigo é.
Quem tem amigos, não morre na cadeia.
Quem não arrisca, não petisca.
Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer.
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
Deus dá nozes a quem não tem dentes.
Quem diz o que quer, ouve o que não quer.
Mais vale tarde, do que nunca.
Não deixes para amanhã, o que podes fazer hoje.
Quem canta, seus males espanta.
A ocasião faz o ladrão.
Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar.


Em Outubro, centeio ruivo.

Em Outubro pega tudo.

Se em Outubro demorares a terra a lavrar, pouco hás-de enceleirar.

Outubro lavrar, Novembro semear, Dezembro nascer.

Outubro pega tudo.

Outubro quente, traz o diabo no ventre.

Outubro recolhe tudo.

Outubro seca tudo.

Em Agosto secam os montes e em Setembro as fontes.
Em Setembro, ardem os montes e secam as fontes.
Em Setembro, planta, colhe e cava que é mês para tudo.
Setembro a comer e a colher.
Setembro molhado, figo estragado.
Setembro ou seca as fontes ou leva as pontes.
Trinta dias tem Novembro, Abril, Junho e Setembro; de vinte e oito, só há um, e os mais têm trinta e um.
Abril, frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado. Agosto, debulhar, Setembro, vindimar.
Corra o ano como for, haja em Agosto e Setembro calor.

Em Agosto secam os montes e em Setembro as fontes.

Luar de Janeiro alumia todo o ribeiro, mas lá vem o de Agosto que lhe dá no rosto.

Abril, frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado. Agosto, debulhar, Setembro, vindimar.

Corra o ano como for, haja em Agosto e Setembro calor.

Em Julho, ceifo o trigo e o debulho, e em o vento soprando o vou limpando.

Em Julho, reina o gorgulho.

Dezembro com Julho ao desafio traz Janeiro frio.

Luar de Janeiro, sol de Julho.

Maio engrandecer, Junho ceifar, Julho debulhar.

Nevoeiro de S. Pedro põe em Julho o vinho a medo.

Quando Julho está a começar, as cegonhas começam a voar.

Em Junho, foicinha em punho.
Em Junho, frio como punho.
Em Maio, as cerejas uma a uma leva-as o gaio; em Junho a cesto e a punho.
Feno alto ou baixo, em Junho é segado.
Junho calmoso, ano formoso.
Junho chuvoso, ano perigoso.
Maio engrandecer, Junho ceifar, Julho debulhar.
Maio frio, Junho quente, bom pão, vinho valente.
Maio pardo, Junho claro.
A cortiça em Junho sai a punho, em Agosto a mascoto.
Chovam trinta Maios, mas não chova em Junho.

Eis alguns provérbios sobre o mês de Março:

Em Março, cada dia chove um pedaço.

Em Março, tanto durmo como faço.

Entre Março e Abril o cuco há-de vir.Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.

Janeiro geoso, Fevereiro nevado, Março frio e ventoso, Abril chuvoso e Maio pardo, fazem o ano abundoso.

Lua cheia em Março trovejada, trinta dias é molhada.

Março chove cada dia o seu pedaço.

Março, marçagão, manhã de Inverno, tarde de rainha, noite corta que nem foicinha.

Março pardo e venturoso traz o ano formoso.

Março, tanto durmo como faço.

Vento de Março e chuva de Abril, vinho a florir.

Vinho que nasce em Maio, é para o gaio; se nasce em Abril, vai ao funil; se nasce em Março, fica no regaço.

O enxame de Março mete-o regaço.

Páscoa em Março, ou fome ou mortaço.

Poda em Março, vindima no regaço.

Podar em Março é ser madraço.

Quando em Março arrulha a perdiz, ano feliz.

Quando Março sai ventoso, sai Abril chuvoso.

Quem não poda em Março, vindima no regaço.

Pérolas da sabedoria popular.

Fevereiro coxo, em seus dias vinte e oito.

Quer no começo, quer no fundo, em Fevereiro vem o entrudo.

Fevereiro afoga mãe no ribeiro.

Fevereiro quente, traz o diabo no ventre.

Lá vem Fevereiro, que leva a ovelha e o carneiro.

Se o Inverno não faz o seu dever em Janeiro, faz em Fevereiro.

Luar de Janeiro faz sair a galinha do poleiro, lá vem Fevereiro que leva a galinha e o carneiro.

Neve em Fevereiro, é mau para o celeiro.

Água de Fevereiro mata onzeneiro.

O sol de Fevereiro matou a mãe ao solheiro.

Bons dias em Janeiro enganam o homem em Fevereiro.

Quando não chove em Fevereiro, nem bom prado, nem bom centeio

Chuva de Fevereiro, vale por estrume.

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