Foram aprovados pela DGE os Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) e os Cursos do Ensino Secundário Recorrente para o ano letivo 2014/2015, a decorrer em regime noturno na Escola Secundária Leal da Câmara, onde já é possível realizar inscrições.

estudar
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A qualificação profissional é, cada vez mais, uma forma de ligação mais firme ao mundo laboral. São exigidas competências comunicativas, literacia informacional, domínio das novas tecnologias, conhecimento de línguas
e uma boa qualificação científica.
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Tornar o nível geral de competências dos cidadãos mais elevado significa aumentar as suas oportunidades profissionais e contribuir para a luta contra a pobreza e a exclusão social. Com este propósito, através de uma comunicação que analisa o tema da educação e formação de adultos, a Comissão incentiva os Estados-Membros a multiplicarem e consolidarem as oportunidades de aprendizagem para os adultos, tornando-as além disso acessíveis a todos os cidadãos.
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Pensando nos muitos jovens e adultos que não completaram um dos ciclos de ensino na idade convencional, ou nos cidadãos de outros países que precisam de adquirir habilitações para efeitos da obtenção da nacionalidade portuguesa, a ESLC dispõe da oferta formativa que se segue:
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          Ensino Secundário Recorrente:

 

Português para estrangeiros:

INSCRIÇÕES:

Secretaria da Escola Secundária Leal da Câmara

Dias úteis das 18:30 às 20:00

Rua Pedro Nunes, nº 1 – 1º A
2635 – 217 – Rio de Mouro
 
T. 219 169 310

 

Segundo o DN, as vendas de livros com trabalhos para férias disparam nesta época do ano. As editoras têm mais de cem títulos disponíveis e venderam 150 mil exemplares este ano. Segundo o jornal, é  cada vez mais comum, sobretudo no primeiro ciclo, os pais  comprarem um manual com atividades para  as férias: só a Porto Editora, a Areal Editores e a Lisboa Editora têm 171 títulos disponíveis que abrangem a matéria até ao secundário.

Esta tendência traduz a preocupação dos pais com os resultados escolares dos seus educandos, pois constitui uma forma de os ocupar, ao mesmo tempo que vão  desenvolvendo os hábitos de estudo e recuperando as aprendizagens não realizadas.  Sem nos determos na opinião de psicólogos e professores, e sem pormos em causa a decisão destes pais, parece-nos importante chamar a atenção para o livro, esse objeto que pode ser físico ou virtual, em suporte de papel ou eletrónico e que tão bem se casa com as férias, o lazer, a aventura.

Só por si, a leitura desenvolve  competências linguísticas, estimula a concentração, a imaginação, a compreensão do mundo e a perceção da realidade. Porque não simplesmente ler durante as férias e embarcar na evasão da leitura, sem fôlego, sem perda de tempo, apaixonadamente? Velhos policiais, livros de aventuras, livros leves com um enredo que nos envolve numa outra realidade.  Livros que nos fazem perder a noção do tempo.

Ficam aqui algumas sugestões de títulos misteriosos, a ler e não mais largar, para todas as idades.

 

Livros para as férias de VERÃO
ESTRAMBÓLICOS

De André Letria e José Jorge Letria

Este livro parece um jogo. Podes abrir as páginas ao acaso e ler o que encontras, sem conhecer a história que vem de trás. Só precisas de combinar as suas três diferentes partes, onde estão desenhadas pernas, antenas, cabeças ou braços de todos os tamanhos e feitios. E, a partir de 16 desenhos apenas, descobrirás 4096 estrambólicos: o Felpúdico, o Sapongo, o Gaguménio, o Cacólas…

 

Livros para as férias de VERÃO

TEODORA E A ESPADA LENDÁRIA

De Luísa Fortes da Cunha

Ela já viveu tantas aventuras que até já podia ensinar uns truques ao Harry Potter, se este visitasse o Mundo Paralelo. Teodora, a menina açoriana que, aos 12 anos, se transformou numa fada e habita agora num universo fantástico, está de volta. Neste 13º livro, a heroína tem de salvar a irmã Gisela e de enfrentar inimigos poderosos no distante Japão, com a ajuda de espadas mágicas e de fadas samurai. Pelo meio, ensinar-te-á a jogar sudoku.

 

 

Livros para as férias de VERÃO

O LIVRO DA SELVA

De Rudyard Kipling

Quem é que não conhece o filme da Disney sobre Mogli, o menino criado na selva pela pantera Baguera e o urso Balu, e perseguido pelo tigre Shere Khan? Nestas férias, aproveita para conhecer o livro que lhe serviu de inspiração. Originalmente publicada em 1894, esta fábula maravilhosa mostra os conflitos entre o Homem e a Natureza, e narra a verdadeira história de Mogli. Vais adorar.

 

Livros para as férias de VERÃO

O SÍMBOLO DA PROFECIA MAIA

De Mafalda Moutinho

Viva o México! Os primos Ana, Maria e André recebem uma mensagem eletrónica enigmática. Acreditando que a amiga Beatriz foi raptada, partem para este país sul-americano em busca de pistas. Através das ruínas arqueológicas de Chichen Itza, das pirâmides de Uxmal ou dos templos de Tulum, conhecem sacerdotes e heróis locais. E descobrem que há tesouros a descobrir e uma maldição a recear…

Ler mais: http://visao.sapo.pt/livros-para-as-ferias-de-verao=f610623#ixzz36Qv22nbX

 

 

 

Para ler no iPad, tablet ou telemóvel, há inúmeros sites com livros digitais gratuitos que é possível descarregar.

 

Plano Nacional de Leitura

Nativos digitais

 Boas férias!

 

 

O blogue inaugura hoje uma nova página que funcionará como repositório de recursos importantes sobre questões de direito de autor e propriedade intelectual em ambiente escolar.

Se quiseres testar os teus conhecimentos sobre estas questões, clica na imagem seguinte:

photo credit: albertogp123

photo credit: albertogp123

medium_2880778752A Agência Lusa disponibiliza online o seu arquivo fotográfico. São mais de três milhões de imagens que  retratam alguns dos principais acontecimentos da história de Portugal e do Mundo que podem ser consultadas aqui.

photo credit: Don Perucho via photopin cc

Na passada quarta-feira, 28 de maio, recebemos a visita do escritor António Torrado. Mais uma vez, a biblioteca encheu com 3 turmas do 4.º ano e 2 turmas do 8.º, para além de muitos outros alunos. O encontro aconteceu a propósito da leitura das obras O Homem Sem Sombra e Teatro às Três Pancadas.

A sessão começou com uma peça de teatro, encenada e interpretada por uma turma do 8.º ano, a partir do texto dramático «A Raposa e o Corvo» de António Torrado. Depois o escritor conversou um pouco com alunos, com a boa disposição e  humor que o caracterizam. Contou episódios da sua vida, leu-nos histórias e poemas, alguns deles inéditos. Seguiu-se a sessão de perguntas e respostas e finalmente a sessão de autógrafos.

A Biblioteca agradece mais uma vez à Divisão de Educação da Câmara Municipal de Sintra, que já há vários anos proporciona estes momentos únicos de encontro do escritores com os seus leitores.

Deixamos-te aqui um vídeo que apresenta 100 obras de António Torrado:

“A leitura é sempre o esforço conjugado de compreender e de incorporar”.

SCHOLES, 1991.

 

leitor

Por leitura entende-se, numa fase inicial, a capacidade de decifração do conteúdo formal de um texto (sons e palavras). Só mais tarde a leitura se assume como a reprodução do texto em conformidade com as relações sintáticas e semânticas ao nível da frase.   Mais tarde ainda, já conhecedor dos sons correspondentes à representação gráfica das palavras, pretende-se que, progressivamente, o aluno apreenda sentidos à medida que procede à decifração formal. A conjugação destas duas operações em perfeita sincronização conduz-se ao leitor ideal.  Este tipo de leitor lê e compreende o que lê, no momento em que lê, mesmo que o faça em voz alta. Porém, há nas nossas escolas um longo caminho a percorrer até atingir o culminar do exercício da leitura como decifração, nem só do universo ficcional, mas do próprio mundo.

Este leitor, a que chamaremos proficiente, vai muito além: relaciona conteúdos e experiências de vida; retira ilações do que lê de forma a construir a sua própria mundividência; exerce o seu espírito crítico e o seu livre arbítrio; problematiza o que lê, antecipa e prevê outras leituras, estabelecendo extratextos a partir do que leu.

Assim, importa que nos perguntemos que tipo de leitor queremos formar na nossa escola. Leitores comprometidos com a literatura e com sua capacidade de ampliar horizontes e visões de mundo ou somente leitores automatizados? É preciso que o professor ou mediador da leitura, tenha um real envolvimento e compromisso com o livro e a com literatura e com o tipo de desempenho que pretende dos seus alunos, pois, como é sabido,  no sentido mais lato da literacia inclui-se a leitura crítica de todos os tipos de texto, seja em linguagem verbal como em linguagem não verbal, a capacidade de ler, separar, categorizar e transformar a a informação em novo saber. Um longo caminho a percorrer.

Neste campo, os concursos que anualmente se realizam nas escolas, apesar da aparência rotineira dos mesmos, constituem um exercício de leitura que ultrapassa de longe a mera capacidade de reprodução do que se lê.  Não são muito concorridos, não trazem tanta popularidade como os resultados de um torneio de desporto, mas aqueles que participam são efetivamente alunos que estão no bom caminho para se transformarem no tipo de leitor que queremos formar nas nossas escolas. É por isso que nunca é de mais noticiar  este tipo de eventos, sensibilizar mais alunos a concorrerem, dar destaque aos resultados e divulgar os processos. Aqui fica a notícia referente ao nosso último concurso de leitura.

 

Realizou-se  no passado dia 2 de maio, pelas 10h, na BE/CRE da Escola E.B. 2,3 Padre Alberto Neto, a fase final do Concurso de Leitura -3º CICLO, cujas provas foram:
  • Perguntas escolhidas aleatoriamente sobre  as obras O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá de Jorge Amado e História da gaivota e do gato que a ensinou a voar de Luís Sepúlveda;
  • Leitura oral de excertos das obras referidas.
Os resultados finais foram os seguintes:
1º Lugar: Carolina Peixe do 8º2ª
2º Lugar: Madalena Rodrigues 7º1ª
3º Lugar Ana Raquel  8º2ª
4º Lugar João Costa  7º3ª
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Estão de parabéns os nossos vencedores, tal como todos os participantes. A organização do concurso esteve a cargo da Professora Ana Paula Rocha, uma parceria entre o Departamento de Português e a Biblioteca da nossa escola.
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Ana Isabel Falé

Decorreu hoje na biblioteca uma sessão com o militar de Abril Augusto Raposeiro, com a participação de 3 turmas do 9.º ano e uma turma do 5.º ano, no âmbito das comemorações dos 40 anos do 25 de Abril.

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O furriel miliciano de cavalaria Augusto Alberto Bento Raposeiro (n. 1951, Estefânia, Sintra) participou na Operação «Fim-Regime» integrado na tripulação da Chaimite Bafafá. Levava consigo horas de discussões sobre Portugal, no «corredor dos furriéis». É reformado, depois de 21 anos de trabalho na Tagol, três na Editorial Notícias e 12 à frente da livraria Astrolábio, que abriu em Mem Martins, onde vive. Estudou no ICL (hoje, ISCAL). Casado, um filho. Orgulha-se de ser filho («como Maia») de um chefe de estação ferroviária e neto de um cabo enfermeiro na batalha de La Lys.

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No Terreiro do Paço e no Carmo, a Bafafá ficou sempre junto do Posto de Comando, onde o furriel Ilharco se encarregava de comunicações de e para Salgueiro Maia. Essa localização e a cumplicidade do seu camarada permitiram-lhe tomar conhecimento com antecedência das informações mais relevantes e acompanhar a olho nu as reações de Salgueiro Maia. Confessa que, devido a essa proximidade, deu por si por duas vezes a dizer «a um hipotético deus», em jeito de reza: «Fiz isto com boa intenção.»

(Informação biográfica recolhida de Os Rapazes dos Tanques, da Porto Editora)

 

A poesia dá mais cor à primavera e às paredes da escola. Não percas a exposição no átrio do pavilhão A.

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medium_5076256602Decorreu, na Semana da Leitura da nossa escola, mais uma edição do Karaoke da Leitura, com participação de todas as turmas do 5.º e 6.º ano. Estes foram os vencedores:
Quinto ano
1.° Lugar – Lino Trindade, 5.°8.ª
2.° Lugar – Diogo Alves, 5.°5.ª
3.° Lugar – André Dias, 5.°10.ª

Sexto ano
1.° Lugar – Iara Carvalho, 6.°7.ª
2.° Lugar – João Guerra, 6.°5.ª
3. °Lugar – Rafael Carrolo, 6.°8.ª

A biblioteca dá os parabéns aos participantes, pois todos tiveram um desempenho excelente, o que dificultou o trabalho do júri.

photo credit: paral_lax <°)>< via photopin cc

 

Comemora-se no próximo domingo o Dia da Mãe. É uma data que celebra o amor incondicional, a dedicação, o papel fundamental da mãe na estrutura familiar.  Apesar da embalagem comercial que lhe vem associada, o Dia da Mãe ainda reúne famílias e é um bom pretexto para um almoço ou para um passeio ao sol com o coração alegre, porque os laços que unem mãe e filhos são muito fortes e apertam mais nesse dia.

A literatura é prolífera em livros que nos falam do universo da mãe, do seu próprio ponto de vista, ou do ponto de vista dos filhos.

 

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Porém, a forma como a sociedade se organiza nos nossos dias cria  assimetrias no desempenho tradicional do  papel de mãe. São problemáticas como a monoparentalidade ou a ausência da mãe, o abandono infantil ou os maus tratos, a fraqueza e impotência da mãe sob o jugo paterno ou a maternidade precoce, tão comum na adolescência.

Dessas problemáticas tratam justamente os livros cujas capas acima se publicam. São sugestões de leitura que ajudam a refletir sobre o que é ser mãe nos nossos dias, um papel que não passa necessariamente pelo ato da conceção.

 

Ana Isabel Falé

 

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